16 abril 2022

Noiva do Cordeiro: a vila das mulheres

(Por Arnaldo Silva) Noiva do Cordeiro é distrito da cidade de Belo Vale, no Vale do Paraopeba. A cidade está a 82 km de Belo Horizonte e Noiva do Cordeiro a 17 km distante de Belo Vale.

11 abril 2022

diferença entre pensar e achar

 「思う」と「考える」の意味はどういうふうに違うのですか。

思うと考えるの意味はどういうふうに違うのですか



09 abril 2022

Três comportamentos em que "pessoas com baixa auto-estima" se envolvem

Estou fazendo isso para não me machucar mais


O que as pessoas com baixa autoestima fazem para se protegerem
É cada vez mais conhecido que a "autoestima" é importante para viver a vida que se deseja, mas algumas pessoas podem não estar cientes de que têm baixa autoestima. Este artigo introduz as "medidas de autoproteção" que as pessoas com baixa autoestima, consciente ou inconscientemente, tomam para evitar que sejam mais prejudicadas, do livro "A Psicologia da Compreensão do Verdadeiro Ser" de Stefanie Stahl, uma psicoterapeuta com longa experiência como psicoterapeuta.

01 abril 2022

'Não precisamos do amor romântico em nossas vidas', diz especialista em relacionamentos

Julia Braun
Da BBC News Brasil em São Paulo
27 março 2022


Nas sociedades ocidentais, o amor costuma ser apresentado por meio do clichê de duas metades que se encontram para se sentirem completas. A história é reproduzida com frequência na literatura, cinema e televisão, mas pode ser bastante danosa quando enfatizada na realidade.

14 março 2022

Real x Realidade

Posted on 6 de outubro de 2008 by jocasempre in Espiritualidade e Campo Psi

Quando eu era adolescente tive uma grave crise de identida. Eu duvidei de minha própria existência e do mundo em minha volta. Depois de passar por ela, e lendo Descartes na minha maturidade, cheguei à algumas conclusões interessantes que podem ajudar vocês.

19 fevereiro 2022

risadas

1. Risada profunda
É um dos tipos de risada que identificamos como contagioso, perfeitamente audível e até mesmo um gesto profundo, pelos movimentos diafragmáticos que implica. É considerado o mais verdadeiro, uma vez que inúmeras estruturas neurais estão envolvidas. Uma de suas principais características é que ele é involuntário, portanto, é muito genuíno. É conhecido como sorriso de Duchenne.

16 fevereiro 2022

o pensamento

Em terceiro lugar, estas curiosas características ligadas à atividade de pensar surgem da retirada, inerente a todas as atividades do espírito; o pensamento sempre lida com ausência e abandona o que está presente e ao alcance da mão.(Hannah Arendt)

06 fevereiro 2022

Stefanie Stahl

A diferença decisiva entre a "auto-estima alta" e "auto-estima baixa" na infância.O que acontece a cada um de nós nos dois primeiros anos de vida. Stefanie Stahl

Diz que a auto afirmação baixa ou alta é determinada
pela forma como somos tratados pelos nossos pais

02 janeiro 2022

Não enxerga a pessoa

Com a sua cabeça no modo "tem coisa a fazer", não consegue ver a pessoa. 

19 dezembro 2021

0 Verd4deir0 Cri4d0r de Tud0




Bom, eu gostaria hoje de falar com vocês sobre o cérebro humano evidentemente, mas numa forma que, a minha experiência profissional de quase 40 anos, e completo agora em Janeiro 40 anos de carreira.

24 novembro 2021

A curta e triste vida de Dina Sanichar, o menino feroz que inspirou Mogli

https://misteriosdomundo.org/conheca-dina-sanichar-o-indiano-que-inspirou-a-historia-de-mogli/

A história de Mogli, o menino lobo, é uma das mais conhecidas do folclore internacional, e diversas adaptações do conto já foram realizadas ao longo do tempo. O que talvez você não saiba é que o a história original, escrita por Rudyard Kipling, foi inspirado em uma história verdadeira.

09 outubro 2021

heladio & luci



eu, luci e heladio, preenchendo lacuna de alguns anos, compartilhando vida vividas, histórias não contadas,

20 setembro 2021

Por que o futuro não existe, para o autor de 'Seu cérebro é uma máquina do tempo

Alejandro Millán Valencia
BBC News Mundo
19 setembro 2021


Dean Buonomano é autor do livro 'Seu cérebro é uma máquina do tempo' e pesquisador da Universidade da Califórnia em Los Angeles


"Como a natureza fez para criar um relógio a partir de neurônios?"
Como essa pergunta como ponto de partida, Dean Buonomano, professor de neurobiologia da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), começou a investigar a forma como nosso cérebro percebe o conceito de tempo.
E várias de suas conclusões o levaram a escrever Your Brain is a Time Machine - The Neuroscience and Physics of Time (em tradução livre, Seu cérebro é uma máquina do tempo - a neurociência e a física do tempo), no qual aborda várias teorias sobre a funcionalidade objetiva da memória e como nosso cérebro tem "vários relógios" que calculam o tempo.
É por isso que várias revistas especializadas o descrevem como "um dos primeiros neurocientistas a se perguntar como o cérebro humano codifica o tempo".
Em meio a uma pandemia que alterou nossa percepção do tempo, a reportagem da BBC News Mundo (serviço da BBC em espanhol) entrevistou Buonomano a respeito do assunto e sobre temas como livre arbítrio.


BBC - O livre arbítrio é uma ilusão?
Dean Buonomano
- Já dedicamos muito tempo a pensar e a escrever sobre o tema, mas poucas vezes nos dedicamos a defini-lo.
Acho que eu começaria por aí: como você definiria o livre arbítrio? O que ele significa para você?

BBC - É difícil. Diria que é a capacidade do ser humano de tomar decisões, mas essa definição pode ser insuficiente. Então devolvo a pergunta: temos livre arbítrio?
Buonomano
- Como você acaba de dizer, a resposta da pergunta depende da forma como se escolha definir livre arbítrio. Eu escolho a definição, tenho essa liberdade. É uma decisão tomada pelo meu cérebro.
E, novamente, uma forma de explicá-lo é dizendo que o livre arbítrio são decisões tomadas pelo meu cérebro, que por sua vez define o que é livre arbítrio. Por isso é algo que vai além da ciência ou da física, as transcende.
Digo isso porque, de acordo com as leis da física, o livre arbítrio não existe como tal, porque deve obedecer às leis da física.
Então aqui entra em jogo outro elemento: o determinismo.
E isso nos dá duas visões: a de que o futuro não existe e a de que ele já está determinado, já está previsto.


Seria o livre arbítrio uma ilusão?


A primeira versão sinaliza que o futuro não existe, porque ainda não tomamos as decisões que nos vão levar a ele; e a segunda, a de que ele pode estar definido porque não podemos escapar das leis da física.
Mas vamos colocar isso em termos práticos. E aí acho que podemos dizer que o futuro não existe, porque é impossível prever o que as pessoas vão fazer ou como vão se comportar.
Por exemplo, se eu te peço que escolha um número entre zero e mil, é impossível que eu adivinhe qual número você vai escolher. Nessa escolha entram inúmeros fatores, além de eu não ter todas as informações necessárias para poder adivinhar sua escolha.
Como você vê, é um sistema caótico e difícil de se prever; no entanto, segue sendo governado pelo poder da física.
O que quero dizer é que a gente se sente incômoda com a ideia de que nossas decisões sejam limitadas ou determinadas por leis da física. E, mesmo que não gostem, elas o são. Por isso, podemos dizer que o livre arbítrio é uma ideia, uma ilusão.

BBC - Mas como como entra nisso tudo o indivíduo, ou o cérebro dele, que é o centro da sua pesquisa?
Buonomano - 
O que eu acabei de dizer não significa que na prática todas as ações sejam predeterminadas.
O que eu acredito que é importante é abraçar o fato de que as minhas decisões, meu livre arbítrio, é consequência da gestão de complicadas redes de informação que são ou foram processadas pelo meu cérebro.
E essa informação processada depende de todas as experiências que eu tive na vida. Dependerá do lugar onde cresci, do que aprendi quando era pequeno, dos países que visitei, porque tudo isso molda meus circuitos neurais.
Por isso gosto de pensar no livre arbítrio como todo esse processo que ocorre no meu cérebro.

BBC - De acordo com essa resposta, e com vários dos seus ensaios e livros, também se pode concluir que o futuro já existe e está predeterminado?
Buonomano - 
Não. Nisso é preciso ter dois pontos de vista que, como você destaca, partem do que falamos antes e têm a ver com a natureza do tempo.
De um lado está uma visão chamada presentista, que diz basicamente que só o presente é real. E que o passado foi real (quando ocorreu).
Ou seja,posso recordar coisas do passado e o futuro não está determinado. Essa é uma versão quase intuitiva, que quase todos os seres humanos temos.
E, além disso, como não podemos mudar o passado, sente-se que nossas decisões estão, de alguma maneira, dando forma a nosso futuro/
Agora, há outra visão chamada eternalismo, ou universo em bloco.
Essa visão aponta que todos os momentos do tempo são iguais, do mesmo modo como todos os pontos no espaço são reais.
Por exemplo: Londres e Los Angeles são duas cidades reais, que existem. Eu estar parado em um desses pontos - Los Angeles - não quer dizer que o que se passa em Londres deixa de ser real.


Recordações têm uma função importante no cérebro em sua tentativa de prever o futuro, afirma neurocientista

O que essa teoria quer dizer é que o tempo é uma dimensão, como o espaço, em que todos os momentos do tempo são igualmente reais, mesmo que uma pessoa não possa senti-los ou vivê-los porque está presa em um momento - em seu presente.Essa visão aponta que, da mesma forma que não posso sentir o que acontece em Londres neste minuto, tampouco poderei sentir com o que vai acontecer no futuro, mas isso não significa que não seja real.

BBC - O senhor está mais próximo à primeira visão (presentista).
Buonomano - 
O eternalismo, de muitas maneiras, sugere que a nossa percepção de tempo está distorcida ou é uma espécie de ilusão.
Por quê? Porque para nós é difícil mudar a noção de que o futuro é algo real, como se esse caminho já existisse. Então, se o eternalismo estiver certo, nossa visão de tempo (e do mundo em geral) seria enganosa, porque a maioria de nós concorda que sente como se o passado se esvaneceu e o futuro ainda está em aberto.
Essa visão sugere que, possivelmente, nossa intuição e percepção estão muitas vezes equivocadas, mas eu discordo disso muitas vezes porque nossas intuições e percepções se adaptam e evoluem para nos ajudar a sobreviver - novamente - em um universo controlado pelas leis da física.
Por isso, nossas intuições, na minha opinião, provavelmente estão certas, motivo pelo qual sou presentista.

BBC - Ou seja, o futuro não existe?
Buonomano - 
Não acredito na ideia de que o futuro de alguma maneira exista, ou de que o passado exista de uma forma real.
Acho que só o presente é real. Mas ao dizer algo assim tenho que tomar muito cuidado com a teoria da relatividade.
Porque o ser presentista não significa que todos tenhamos o mesmo presente. Não implica, de forma alguma, que haja um presente absoluto.
Por exemplo, sabemos que os relógios mudam dependendo da velocidade de seu potencial gravitacional. Ou seja, isso implica essa parte da relatividade que aponta que a velocidade com que muda um relógio ou a taxa da passagem do tempo que o relógio conta depende dos efeitos do potencial gravitacional.
A magnitude desse potencial aumenta e diminui conforme a proximidade ao centro de gravidade, seja na Terra ou no espaço. Tudo isso para dizer que os relógios mudam a ritmos diferentes.
O que nos deixa claro que não há um presente absoluto ou mesmo um tempo absoluto.

BBC - Qual a definição do tempo e por que ela é importante?
Buonomano -
Vamos voltar ao começo: depende do que definimos como tempo. (...) Em seu principal significado, tem a ver com uma medida de mudança, medida por um relógio.
Mas os fatos que vivemos, os lugares que visitamos, tudo nos faz pensar em versões relativas dessa mudança. Uma versão subjetiva do tempo. Por exemplo, o tempo que acabamos de viver devido à pandemia de covid-19 é totalmente diferente do que vivemos em anos anteriores.
Por isso se faz necessário tentar agrupar e medir de forma mais padronizada o possível essa mudança, porque nossa percepção do tempo varia muito em nossa mente.


Nossa percepção do tempo é subjetiva e mudou muito na pandemia, aponta Buonomano

BBC - Para o senhor, a pandemia mudou nossa ideia de tempo, então?
Buonomano
- Com certeza mudou, mas, novamente, isso tem a ver com a nossa percepção subjetiva do tempo, (...) que depende do contexto.
Se estamos fazendo algo que gostamos ou que nos inspira, é possível que sintamos o tempo passar mais rápido.
A pandemia fez alterar esse contexto, tanto para nossa percepção atual, do presente, quanto para nossa percepção em retrospecto.
Sentimos que os meses passam muito rapidamente. Mas quando olhamos para trás, quando nos falam de algo que aconteceu antes da pandemia, sentimos que faz muito tempo, talvez mais do que realmente passou se não tivesse havido uma pandemia no meio.

BBC - O senhor disse certa vez algo muito interessante, que o cérebro é uma máquina do tempo.
Buonomano - 
Isso tem a ver com dois conceitos.
O primeiro é o que entendemos por tempo e como se configura nossa concepção do tempo.
Segundo, nosso cérebro tem a habilidade de planejar o futuro. E faz isso usando o passado.
Eu me centrei na ideia de como o cérebro vai armazenando memórias que depois vai usar para nos orientar a seguir adiante. Minha grande motivação é poder ver como isso ocorre e porque o nosso cérebro faz isso.
E acho que uma conclusão a que cheguei é que nossas memórias e recordações estão aí para construir nosso futuro.
Não servem apenas para nossas tardes de recordação, quando dizemos que o tempo que passou era melhor. Elas têm um uso prático.


O futuro é um conceito difícil de ser processado pelo cérebro humano

BBC - Como isso ocorre na prática?
Buonomano - 
Acumulamos e mantemos nossa memória para sobreviver. Também o fazem os animais que estocam comida para o inverno: lembram onde colocaram os alimentos e voltam para buscá-los.
Nós fazemos isso de outra maneira. Nosso cérebro precisa saber o que vai acontecer e quando - se vai chover e quando. E para fazer esse tipo de cálculo precisa de tempo.
Tanto para os animais quanto para nós, é preciso aprender a nos movermos em nossos ambientes, em nossos habitats.

BBC - E como o cérebro processa isso?
Buonomano - 
Há muitas perguntas sobre como o cérebro percebe o tempo, como o conta, o recorda, como prevê o que vai acontecer.
Talvez a resposta mais precisa venha de se perguntar como o cérebro humano conceitualiza o tempo, como o conta e o abstrai.
As pessoas podem chegar a pensar que há uma espécie de relógio central, que mede tudo o que estamos fazendo. Mas sabemos que não é assim.
Sabemos que o cérebro não tem um relógio central que lhe permita contar o tempo nessa escala. Temos diferentes circuitos internos que classificam o tempo em segundos, em milésimos de segundos; outros em horas e outros em dias.
E aqui se incluem aqueles que controlam os ritmos circadianos, que marcam o relógio biológico das pessoas durante um intervalo de tempo.
O interessante disso é que, dessa forma, temos vários relógios internos que medem coisas diferentes entre si. E isso nos permite concluir que o tempo é algo fundamental no funcionamento do nosso cérebro.

21 agosto 2021

lembretes

 


2019-04-29
foco e peso no essencial

masculino e feminino - obviamente que não são equivalentes, equitativos, que haja paridade, não são iguais.
em relação a isso, deve haver muita repulsa.
se disser que são as mulheres é que são superiores, não haverá repulsas? (risos)
de qualquer forma, tanto a igualdade / equidade, vem de uma reação contrária a discriminação e servidão, não é?
conhecer a segregação natural de pessoas com pessoas originais.


2019-04-30
foco e peso no essencial pais e filhos, homens e mulheres, mestres e discípulos, existe aí, a
figura da pessoa que crescem mutuamente.
isso é serviçal! isso é superior/inferior! isso é melhor/pior! é alto/baixo! digam o que quiserem!
captem com a maneira de ver aleatória, a figura original não vai mudar.

02 maio 2021

o coração e a inteligência



para o meu coração,
o maior interesse é "o verdadeiro coração, o desejo que vem do coração verdadeiro do próximo"

para a minha inteligência,
o maior interesse é "como será na realidade? como será na verdade?"

a pessoa vive o seu cotidiano tendo como base os "dois interesses": o coração a inteligência.

talvez seja isso. . .



não consigo falar o que penso para ele



“se eu digo isso, ele vai pensar assim . . . ““se eu digo o que penso, é provável que vai magoar o outro. . .”
mas. . .
“não quero magoar o outro. . .”
está falando do outro?
está falando de si?

30 abril 2021

auto confiança ou sem autoconfiança

"ter autoconfiança" é acreditar em mim mesmo,
é ter autoconfiança no meu pensamento.

as coisas que penso. . . sinto. . . elaboro. . . considero como algo sem erro e tento executar isso.

"não ter autoconfiança" é quando "eu penso assim", "eu sinto assim", no entanto eu as deixo de lado, tento ir em direção a "como será na verdade?".

quem tem autoconfiança tenta realizar o seu próprio mundo
quem não tem autoconfiança tenta realizar o mundo verdadeiro.

originalmente

saúde. . . liberdade. . . igualdade. . . tranquilidade. . .
não é algo a conquistar, acrescentar, executar. . .

algo que existe na origem.

27 abril 2021

está escutando? me vitimizando? amarrando o outro?



" - pô, não precisa falar desse jeito...

estou claramente me vitimizando..
se olhar bem, na verdade, tentando impor um jeito de falar ao outro
amarrando o outro

não consigo ouvir com sim,
é porque estou amarrando o outro..

26 abril 2021

prioridade

construir algo junto
fazer algo juntos
fazer uma ecovila juntos
fazer uma comunidade juntos
antes de mais nada
que tipo de relação quero ter com estas pessoas
como queremos ser uns aos outros
qual é a prioridade?