18 fevereiro 2007

Cartas de Iou-Jima

o que leva um ser humano a entrar numa guerra?
o que leva um ser humano a ignorar os danos ambientais que ele próprio está causando?
o que leva um ser humano ao suicídio coletivo?
é falcil responder assistinto um filme no cinema
é falcil responder olhando os outros
difícil é responder quando estou guerreando
difícil é responder quando estou raivando

17 fevereiro 2007

quando não está fazendo nada
quando não sabe
sente-se pequeno e inferiorizado

mas
se normalmente não se sente inferiozado nem pequeno
será que não é porque
vive cheio de confiança?

estou fazendo , eu sei das coisas, estou fazendo direito...
o eu engrandecido
o eu convencido
o eu convicto
o eu imodesto

16 fevereiro 2007

Capacidade de Observar Objetivamente

capacidade diferente de simplesmente "ver".
capaciade de observar o "eu que está vendo",
o "eu que está pensando",
o "eu que está achando",
o "eu que está alegrando",
o "eu que está raivando",
capacidade de observar o "eu que está ...ndo".
no ato de "observar objetivamente" ,
não existe o sujeito ( eu ).

14 fevereiro 2007

quer mas não consegue

por não ter a fartura
por estar insatisfeito
por estar desamparado
por estar instavel
por que não é uma sociedade feliz

quer

obter a a fartura
eliminar a insatisfação
eliminar o desamparo
eliminar a instabilidade
construir uma sociedade feliz

é essa a lógica comum dessa sociedade que dá voltas e não sai do lugar
do ajuntamento de pessoas infelizes não nasce uma socieade feliz

é obvio que não se realize
pois quer fazer coisas boas sem a autoconsciência de que é uma pessoa pobre, com isatisfações, desamparo e instabilidades

sem a revolução espiriual
sem o conhecimento de si
fica dando voltas

a "coooperativa" e o "corpo único"

- se não fizer com o "cada um pra si" a coisa não fica séria
- cada um tem saber se vivar...
- pelo menos a sua sobrevivencia, cada um tem que se garantir...
- se as coisas do cotidiano vão bem: - "ah, que legal, que bom fazer junto com todos"
- e quando coisas começam a desengringolar: - " se é assim, é melhor fazer sozinho...."
esse tipo de pensamento é tido como normal e óbvio

"se as coisas não vão bem, não há sentido em fazer juntos" . isto se chama de "cooperativismo" ou "comunidade"

as inúmeras cooperativas, comunidades, sociedades, são desse tipo. faz junto por que existem vantagens(méritos).

e se não há vantagens (méritos), não há sentido de fazer juntos. normalmente, isso é tido como óbvio.

comunidade = algo relativo, faz juntos ou não dependendo se tem vantagens ou não.
corpo único = algo absoluto que não se afasta de maneira nenhuma, em qualquer que seja a situação.

mesmo objetivando o "corpo único", se espera pelas vantagens (os meritos) , é algo relativo, não é "corpo único"

"se não fizer com o "cada um pra si" a coisa não fica séria", "cada um tem saber se vivar", "pelo menos a sua sobrevivencia, cada um tem que se vivar"... são coisas de baixo nível se olharmos a partir da visão "corpo único"

07 fevereiro 2007

A Insustentável Leveza do Ser

"De fato, as únicas questões realmente sérias são aquelas que até uma criança pode formular. Apenas as questões mais inocentes são realmente sérias. Elas são as questões sem resposta. Uma questão sem resposta é uma barreira intransponível. Em outras palavras, são as questões sem resposta que definem as limitações das possibilidades humanas, que descrevem as fronteiras da existência humana". - Milan Kundela

28 dezembro 2006

dani & fernando


dani e fernando + dois filhotes nos visitando

assisti

chocante!
emocionante!
surpreeedente!
All the Invisible Children
vale a pena assistie!

21 dezembro 2006

morreu um filho

morreu o filho da clarice e zémaria, tinha 22 anos
ataque cardíaco fulminante
sentiu-se mal e foi para hospital com a sua própria moto
por mal atendimento ou não
lá se foi ele....

vi a clarice em prantos na frente do caixão
pensei: a pior das malfeituras do filho com os pais é ele morrer antes deles
não que se possa escolher a hora da morte
mas "saber" o tanto de sentimento existem nos corações maternas (e paternas)
faz diferença na qualidade do nosso viver
a ordem natural não seria os pais morrerem antes dos filhos?
pois devia existir uma lei universal proibindo que os filhos morram antes dos pais...
mas se não é assim, temos então que nos preparar para a morte?
mas será que isso é algo que se possa nos preparar?
alguns dizem que o propósito da vida é a preparação para a morte...
mas o que é esse preparo?
acreditando na vida pós morte?
há quem se sinta confortado com isso...
praticando boas ações?
mas esperaí, quem é que vai julgar se elas foram boas ou não?

já me disseram:
a qualidade da morte é determinada pela qualidade da vida que vivemos.
o "como vou morrer" é o mesmo dizer o "como vivo o agora"
... a gente leva da vida a vida que a gente leva ...

19 dezembro 2006

a "Rosa Vermelha"

01. como sendo um fato(coisa) que está na frente de uma pessoa
02. como um "qualia" que acontece detro desta pessoa
03. como uma palavra no momento da expressão desta "qualia"
04. como uma palavra no momento da recepção desta
05. como uma imagem que surge dentro da pessoa no momento que ouve esta palavra.
06. no momento da expressão da pessoa que ouviu...

qualia - termo em latim para designar as qualidades fenomenológicas de nossa experiência consciente, tais como, perceber o vermelho, sentir o sabor do amargo, ouvir um ruído barulhento, etc.

Quando se diz "rosa vermelha", de qual "rosa vermelha" estamos falando? Só assim calssificados temos 6 "rosas vermelhas".

Uma parte (talvez uma grande parte) das confusões mentais e confusões interpessoais estariam resolvidos, se estivessemos conscientes destas diferenciações existentes nas várias "rosas vermelhas"..

15 dezembro 2006

as tres mulheres da minha vida


dona marina, mira & ines
as "tres mulheres" da minha vida...heheh
foto tirada um pouco antes da partida da mira para japão
mira está indo pela 2a vez para estação de esqui de hakuba-nagano ken, vai trabalhar por 2,5 meses.

14 dezembro 2006

Uma Verdade Inconveniente



foi assistir ao filme e ao debate
al gore botou todo seu carisma e marketing em cima do que na comunidade científica se debatia há pelo menos 20 anos. o cara é bom nisso, mas não há novidade. entre os cientistas já é unanimidade: é liquido e certo que não tem mais reversão. apesar de mensagem de otimismo do "ex-futuro presidente dos eua", a minha impressão é que a coisa vai continuar no mesmo rumo... pra mudar o rumo dessa corrente vai ter que ter mais desastres ecologicos, mais catástrofes climáticos. ainda não evoluimos o suficiente para sermos capazes de observar, pensar e agir de acordo com o fato. a maioria de nós não vamos reagir, enquanto não sentirmos na própria carne. preferimos matermos o mesmo hábito, mesmo sabendo que esse hábito nos levará a extinção.... o cigarro é um bom exemplo: sabemos que faz mal a saúde. mas a maioria das pessoas que conheço que pararam de fumar, somente pararam quando sentiram na própria carne: por causa do fumo um teve enfarto, outro cancer, outro diabete...

trocar as lampadas por + economicos? andar + de ônibus? comer menos carne? trocar o carro atual por um híbrido? biocombustível? reciclar mais? morar numa ecovila? mas tudo isso pode não passar de maquiagem....

alguns sites relacionados...
01. Entrevista Al Gore
02. Jornal de Debates
03. Críticas.com.br
04. Dia de Folga
05. A Carne é Fraca
06. Earthlings Terráqueos
07. An Inconvenient Truth - o filme


no fim, ficamos sabendo que markun é produtor organico em sta. catarina, fomos bater um papo com ele....

29 novembro 2006

atitude

Ciência e/ou Religião: qualquer atitude beligerante e intolerante tanto na "negação" como na "afirmação", não está de acordo com a "razão verdadeira".
Eu penso assim.
E tento agir assim...


Segue um texto de M.Gleiser sobre o tema... muito bom!!!


Ateísmo radical
A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas

Não é surpresa para ninguém que existem tensões entre ciência e religião. Santo Agostinho, o primeiro grande teólogo do cristianismo, afirmava que o pensamento aplicado à natureza leva ao pecado e à perdição; que, para obter a redenção, o importante é dedicar-se à adoração do eterno.

Mas a verdade é que a relação entre ciência e religião é bem mais complexa do que essa divisão superficial entre dois campos, o da razão e o do espírito. Infelizmente, volta e meia aparecem depoimentos que exacerbam exatamente essa polarização destrutiva. É o caso de três livros recentes: "O Fim da Fé" ("The End of Faith"), de Sam Harris; "Quebrando o Feitiço" ("Breaking the Spell"), de Daniel Dennett; e "A Delusão Divina" ("The God Delusion"), de Richard Dawkins. É sobre o livro de Dawkins, o mais virulento de todos os três, que escrevo hoje.

Primeiro, vamos às apresentações. Richard Dawkins é um biólogo especializado na teoria da evolução, professor em Oxford, Inglaterra, e um dos divulgadores de ciência mais famosos do mundo, com best-sellers como "O Gene Egoísta" e "O Relojoeiro Cego". Dawkins é um ateu declarado. Até aí tudo bem; muitos cientistas o são. Para muitos, mas não todos, é importante frisar isso: a conciliação entre uma descrição científica do mundo -baseada na obtenção de informação empírica da natureza por meio de experimentos e observações quantitativas- e a aceitação de uma realidade sobrenatural, inescrutável à razão humana, é impossível.

Já para alguns, o estudo da ciência serve para comprovar a beleza da criação. Imagino que Dawkins considere esses cientistas religiosos no mínimo incompetentes. Para ele, a ciência é um clube fechado, onde só entram aqueles que seguem os preceitos do seu ateísmo, tão radical e intolerante quanto qualquer extremismo religioso. Dawkins prega a intolerância completa no que diz respeito à fé, exatamente a mesma intolerância a que se opõe.

Vejamos um de seus argumentos. Se a complexidade do mundo foi criada por uma divindade, esta deve ser necessariamente mais complexa do que tudo o que criou. Porém, segundo a teoria da evolução, isso é impossível: a complexidade é produto da evolução. A divindade criadora deveria ter sido a última e não a primeira a surgir.

A quem Dawkins dirige um argumento desses? Certamente não aos religiosos. Qualquer pessoa que conheça um mínimo de teologia sabe muito bem que a idéia fundamental das religiões é que o divino não segue as regras causais que regem o mundo material. Deuses não evoluem; são absolutos, existem fora do tempo. Ele afirma que seu alvo são os "indecisos", que não acreditam em causas sobrenaturais mas não se declaram ateus. Será esse o modo de resolver o embate entre ciência e religião?

Na minha humilde opinião, absolutamente não. A atitude belicosa e intolerante do cientista britânico só causa mais intolerância e confusão. Seu grande erro é negar a necessidade que a maioria absoluta das pessoas tem de associar uma dimensão espiritual às suas vidas.

Um erro meio parecido com o do materialismo dialético dos comunistas, em que tudo é atribuído a causas materiais. Tirar Deus das pessoas e colocar um líder fascista no seu lugar não dá certo. A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas. Se é essa a sua guerra, então ela já perdeu.

O que a ciência pode fazer é proporcionar outra forma de espiritualidade, ligada ao mundo natural e não ao sobrenatural, à cativante magia da descoberta. É esse naturalismo, essa entrega à natureza e aos seus mistérios, que dá à ciência a dimensão espiritual que a torna humana.

M.G.

20 novembro 2006

vida

vida pós morte ?
qual a importância de saber se existe ou não?
a grande maioria das pessoas que perguntei, responderam:
isso (acreditar nisso) trouxe conforto espiritual
particularmente, não me importa
isso pressupõe a alma separada da mente e do corpo

para uns, é difícil aceitar que os sentimentos tem uma base física ( biológica)
já tive algumas experiências místicas
o sentimento de amor
o sentimento de totalidade
o sentimento de pertencer
são sentimentos que decorrem dessa experiência
seriam partes do funcionamento da mente
a humildade decorre não da experiência mística
mas da exata noção de que esta não passa de
um acontecimento no meu cérebro

quando vivíamos de caça e pesca e em bandos
o objetivo era derrotar a natureza
pois isso era quetão de sobrevivência
hoje, derrotar a natureza significa
destruir parte do que resta de vida na Terra

06 novembro 2006

conhecer
reconhecer
admitir o desconhecimento
reconhecer o desconhecido
conhecer o existente

conivier com o que é
descartar a projeção

28 outubro 2006

o processo do "conhecimento de si(eu)"

⑧ conhecer como é a existência desta coisa que chama de si(eu).
⑦ isso significa conhecer o como se constituiu o si(eu)
⑥ isso siginifica conhecer o eu em si, o si(eu) real
⑤ para isso, observar as camadas superficiais(pensamentos&emoções, conhecimentos e experiências, etc) grudadas sobre o si(eu)
④ para isso, observar o eu atual e real, exatamene da maneira como é.
③ para isso, acumular treinos de se obervari, sem dispersar a atenção com pessoas e coisas.
② isso significa que mesmo durante a refeição, durante o trabalho, não é ver o outro(pessoas, coisas, acontecimentos) , em ver o si(eu)
① "ver o si(eu) ... iniciar a vida cotidiana, que aposta nesse unico ponto.

⑨ cohecer a minha existencia, a constituição, significa conhecer a esictencia/constituição do ser humano
⑩ cohecer a existencia/constituição do ser humano, significa conhecer a esictencia/constituição da sociedade
⑪ conecer a minha constituição siginifica a constituição da sociedade
⑫ cohecer o si significa cohecer este mundo
⑬ significa a grandeza do mundo que me faz existir
⑭ significa conhecer a gandeza das coisas que estou recebendo
⑮ realizar-se-á o meu próprio coração que recebe ilimitadamente
⑯ iniciar-se-á a minha própria vida, que receber ilimitadamente

20 outubro 2006

Corpo Único é ...

「自分の考えはいい加減なもんや」と思ったら、そこから一体が始まる。
まずその自分になること、用意するならそこからすること。
相手があって一体の人やなしに、自分がなること。
自分の考えが正しいとしない人。
とにかく我のないというのはそこなのよ。
「自分が優れている」、「正しい」、或いは「みんなの決めたものを正しい」とする頑固なもの、それがなくなったのが一体よ。
それから始まらなければ一体は始まらん。
そのコモトが出来てなければ、なんぼやってもあかん。
これが一体研鑽の一番初歩で、一番基本やと思う。
相手に問題があるのでなく、自分が本当に一体の自分かどうかよ。
自分よ。
それでこそ話し合いが出来るのよ。
いっぺん聴いてほしかった。
「ああ、そういうことか」と聴いてもらって、向こうさんのも聴いて、聴いてるうちに、「それも正しいとは言えない」として研鑽していくのが一体社会やろ。

Assim que conseguir pensar "os meus pensamentos são incertos e fotitos ", aí se inicia o "corpo único".
Antes de mais nada, tornar-se um "eu" assim.
E se há o que preparar, começar a partir daí.
Não é ser uma pessoa "corpo único" em dependencia do outro, mas eu mesmo ser.
Uma pessoa que não faz do seu próprio pensamento "o correto".
De qulaquer modo, não ter "ego", siginifica isso."eu sou o melhor", "correto", ou então a teimosia que toma como "correto o que foi decidido por todos", é "corpo único" o estado em que desaparece isso.
Se não começar por aí, o "corpo único" não começa.
Penso que este é primeiro passo do kensan do corpo único e é o primeiro fundamento.
Não é que se existe problema no outro, mas se sou eu realmente um eu "corpo único".
É o "eu".
Só assim é possível ter uma conversa mútua de verdade.
Eu gostarai que fosse ouvido uma vez. " Ah, era isso?" o outro ouve, e ouço o outro também, e ao ir ouvindo, " isso também não é possível direzer que é o correto", e vai fazendo kensan.
Isso assim é a sociedade de corpo único.

19 outubro 2006

romeu na globo rural

estava vendo os emails na sala do computador e de repente romeu entra: - escreveram absurdos na ultima "globorural" onde me botaram na capa, que já tá dando problemas!! vou exigier retratação!!!
fui verificar a matéria na revista on-line.
estava lá até com meu nome, e um pedaço da nossa "historinha" contada à la moda "globorural". mesmo descontando os floreios jornalístico a sensação que fica não é positiva. ok, a revista quer passar uma mensagem através dessas personagens, mas deixa a pessoa numa posição ridícula. leia o email de esclarecimento do romeu abaixo.



From: romeu
To: organica@grupos.com.br
Sent: Thursday, October 05, 2006 8:45 PM
Subject: ESCLARECIMENTO - Globo Rural
Prezad@s Amig@s,
Acabo de receber a revista globo rural com a minha foto na capa, tudo estaria muito bom se na matéria interna não estivessem escritos tantos ABSURDOS.
Para começar, se eu soubesse que iriam fazer uma matéria ridícula ao estilo " Homem de sucesso" eu jamais teria concordado em recebe-los.
Entre os absurdos escritos, quero esclarecer que eu disse a jornalista que tínhamos tido uma intensa atuação na construção do consenso do texto da Lei 10.831 e que havíamos sido anfitriões de varias reuniões, inclusive a que definiu o texto da lei.
A revista atribui a mim a declaração de que a lei da agricultura "alternativa" foi escrita na varanda da casa onde resido "!!!!!!!
Estou chocado com a falta de profissionalismo, competência e irresponsabilidade dessa jornalista.
Uma declaração dessa denigre todo o processo democrático e constitucional da construção da lei, e é um desrespeito com as inúmeras pessoas da área governamental e não governamental que foram protagonistas desse processo.
Me colocaram numa posição vexatória.
Vou escrever a eles exigindo retratação.
Abraços
Romeu M. Leite
romeu@yamaguishi.com.br
fone/fax: 19 3867 3034
cel. 19 9625 5578

18 outubro 2006

emoções

As emoções não são algo que vem deliberadamente.
É algo que vem em naturalmente em pensamentos.
Não é algo que se tenha intenção nesse sentido em pensamentos.
Não é possível construir emoções intencionalmente.
Em outras palavra, é algo como uma reação reflexiva.
Se é reflexo, a razão é que elas refletem nalgo que existe no interior (coração).
Não há o que fazer com as emoções que vem (o exteriorizado).
Pois elas são os resultados.