Meu amigo João me manda a versão poetizada to texto postada em 19/12/2006
Veja aqui o text o original.....
Rosas vermelhas...
uma, um fato,
outra, lembranças.
outra, expressão, palavra dita.
outra, expressão, palavra recebida.
outra, imagem que a palavra desperta.
outra, ainda, a expressão de quem ouviu.
Rosas...
Uma, a do jardineiro, que planta;
outra, a do florista, que vende;
outra, a do amante que compra;
outra, da amada que recebe;
outra, a de quem escreve este poema;
outra, a de quem o lê.
João Marino
19 abril 2007
17 abril 2007
ilusão de ótica
Demonstração do quarto de Ames. O quarto parece normal quando visto de um ponto determinado — no caso acima, exatamente onde a câmera está posicionada. Mas é em realidade um trapezóide, e um dos cantos está a uma distância maior do que o outro. Pessoas neste canto mais distante parecerão menores porque nosso cérebro irá estimar seu tamanho comparando-o com outras pistas de perspectiva, que neste caso, são enganosas.
14 abril 2007
as cobras no meu caminnho...
esta é a quarta ou quinta vez.
eu encontro cobras estendidas bem no meio do meu caminho....
a primeira foi uma jiboia quase adulta, catei, coloquei na carroceria da camioneta e trouxe na sede da fazenda e soltei dentro do cercado. ouvi dizer que ela além caçar ratos, espanta outras cobras venenosas. sei lá que fim levou. da outra vez foi um cascavel, joguei dentro de um saco plastico desses de supermecado, botei na porta mala e trouxe até jaguariuna. a intenção era enviar para instituto butãtã. bem o resto da história, nem vou contar. é vergonhosa. quem me conhece sabe. bem, hoje encontrei uma jiboia de tamanho médio. quase que passo com o carro por cima dela. enquanto fui armar a camera digital, ela entrou dento do eucaliptal, e começou subir no tronco...
e essa minha mania de querer chegar perto de uma cobra, alguém pode me explicar?
mas são elas é que teimam em aparecer na minha frente...




eu encontro cobras estendidas bem no meio do meu caminho....
a primeira foi uma jiboia quase adulta, catei, coloquei na carroceria da camioneta e trouxe na sede da fazenda e soltei dentro do cercado. ouvi dizer que ela além caçar ratos, espanta outras cobras venenosas. sei lá que fim levou. da outra vez foi um cascavel, joguei dentro de um saco plastico desses de supermecado, botei na porta mala e trouxe até jaguariuna. a intenção era enviar para instituto butãtã. bem o resto da história, nem vou contar. é vergonhosa. quem me conhece sabe. bem, hoje encontrei uma jiboia de tamanho médio. quase que passo com o carro por cima dela. enquanto fui armar a camera digital, ela entrou dento do eucaliptal, e começou subir no tronco...
e essa minha mania de querer chegar perto de uma cobra, alguém pode me explicar?
mas são elas é que teimam em aparecer na minha frente...
08 abril 2007
05 abril 2007
Taiko in Santo Antonio de Posse
Fui ver uma apresentação de Grupo de Taiko de Atibaia, formada por moçada de 9 a 20 anos. Campeão breasileiro 2006 do concurso realizado em Londrina(minha terra natal). A apresentação foi no ginasio municipal de esportes e fazia parte da abertura de torneio de futsal da cidade.
02 abril 2007
21 março 2007
13 março 2007
11 março 2007
18 fevereiro 2007
Cartas de Iou-Jima
o que leva um ser humano a ignorar os danos ambientais que ele próprio está causando?
o que leva um ser humano ao suicídio coletivo?
é falcil responder assistinto um filme no cinema
é falcil responder olhando os outros
difícil é responder quando estou guerreando
difícil é responder quando estou raivando
17 fevereiro 2007
16 fevereiro 2007
Capacidade de Observar Objetivamente
capacidade diferente de simplesmente "ver".
capaciade de observar o "eu que está vendo",
o "eu que está pensando",
o "eu que está achando",
o "eu que está alegrando",
o "eu que está raivando",
capacidade de observar o "eu que está ...ndo".
no ato de "observar objetivamente" ,
não existe o sujeito ( eu ).
capaciade de observar o "eu que está vendo",
o "eu que está pensando",
o "eu que está achando",
o "eu que está alegrando",
o "eu que está raivando",
capacidade de observar o "eu que está ...ndo".
no ato de "observar objetivamente" ,
não existe o sujeito ( eu ).
14 fevereiro 2007
quer mas não consegue
por não ter a fartura
por estar insatisfeito
por estar desamparado
por estar instavel
por que não é uma sociedade feliz
quer
obter a a fartura
eliminar a insatisfação
eliminar o desamparo
eliminar a instabilidade
construir uma sociedade feliz
é essa a lógica comum dessa sociedade que dá voltas e não sai do lugar
do ajuntamento de pessoas infelizes não nasce uma socieade feliz
é obvio que não se realize
pois quer fazer coisas boas sem a autoconsciência de que é uma pessoa pobre, com isatisfações, desamparo e instabilidades
sem a revolução espiriual
sem o conhecimento de si
fica dando voltas
por estar insatisfeito
por estar desamparado
por estar instavel
por que não é uma sociedade feliz
quer
obter a a fartura
eliminar a insatisfação
eliminar o desamparo
eliminar a instabilidade
construir uma sociedade feliz
é essa a lógica comum dessa sociedade que dá voltas e não sai do lugar
do ajuntamento de pessoas infelizes não nasce uma socieade feliz
é obvio que não se realize
pois quer fazer coisas boas sem a autoconsciência de que é uma pessoa pobre, com isatisfações, desamparo e instabilidades
sem a revolução espiriual
sem o conhecimento de si
fica dando voltas
a "coooperativa" e o "corpo único"
- se não fizer com o "cada um pra si" a coisa não fica séria
- cada um tem saber se vivar...
- pelo menos a sua sobrevivencia, cada um tem que se garantir...
- se as coisas do cotidiano vão bem: - "ah, que legal, que bom fazer junto com todos"
- e quando coisas começam a desengringolar: - " se é assim, é melhor fazer sozinho...."
esse tipo de pensamento é tido como normal e óbvio
"se as coisas não vão bem, não há sentido em fazer juntos" . isto se chama de "cooperativismo" ou "comunidade"
as inúmeras cooperativas, comunidades, sociedades, são desse tipo. faz junto por que existem vantagens(méritos).
e se não há vantagens (méritos), não há sentido de fazer juntos. normalmente, isso é tido como óbvio.
comunidade = algo relativo, faz juntos ou não dependendo se tem vantagens ou não.
corpo único = algo absoluto que não se afasta de maneira nenhuma, em qualquer que seja a situação.
mesmo objetivando o "corpo único", se espera pelas vantagens (os meritos) , é algo relativo, não é "corpo único"
"se não fizer com o "cada um pra si" a coisa não fica séria", "cada um tem saber se vivar", "pelo menos a sua sobrevivencia, cada um tem que se vivar"... são coisas de baixo nível se olharmos a partir da visão "corpo único"
- cada um tem saber se vivar...
- pelo menos a sua sobrevivencia, cada um tem que se garantir...
- se as coisas do cotidiano vão bem: - "ah, que legal, que bom fazer junto com todos"
- e quando coisas começam a desengringolar: - " se é assim, é melhor fazer sozinho...."
esse tipo de pensamento é tido como normal e óbvio
"se as coisas não vão bem, não há sentido em fazer juntos" . isto se chama de "cooperativismo" ou "comunidade"
as inúmeras cooperativas, comunidades, sociedades, são desse tipo. faz junto por que existem vantagens(méritos).
e se não há vantagens (méritos), não há sentido de fazer juntos. normalmente, isso é tido como óbvio.
comunidade = algo relativo, faz juntos ou não dependendo se tem vantagens ou não.
corpo único = algo absoluto que não se afasta de maneira nenhuma, em qualquer que seja a situação.
mesmo objetivando o "corpo único", se espera pelas vantagens (os meritos) , é algo relativo, não é "corpo único"
"se não fizer com o "cada um pra si" a coisa não fica séria", "cada um tem saber se vivar", "pelo menos a sua sobrevivencia, cada um tem que se vivar"... são coisas de baixo nível se olharmos a partir da visão "corpo único"
07 fevereiro 2007
A Insustentável Leveza do Ser
"De fato, as únicas questões realmente sérias são aquelas que até uma criança pode formular. Apenas as questões mais inocentes são realmente sérias. Elas são as questões sem resposta. Uma questão sem resposta é uma barreira intransponível. Em outras palavras, são as questões sem resposta que definem as limitações das possibilidades humanas, que descrevem as fronteiras da existência humana". - Milan Kundela
28 dezembro 2006
21 dezembro 2006
morreu um filho
morreu o filho da clarice e zémaria, tinha 22 anos
ataque cardíaco fulminante
sentiu-se mal e foi para hospital com a sua própria moto
por mal atendimento ou não
lá se foi ele....
vi a clarice em prantos na frente do caixão
pensei: a pior das malfeituras do filho com os pais é ele morrer antes deles
não que se possa escolher a hora da morte
mas "saber" o tanto de sentimento existem nos corações maternas (e paternas)
faz diferença na qualidade do nosso viver
a ordem natural não seria os pais morrerem antes dos filhos?
pois devia existir uma lei universal proibindo que os filhos morram antes dos pais...
mas se não é assim, temos então que nos preparar para a morte?
mas será que isso é algo que se possa nos preparar?
alguns dizem que o propósito da vida é a preparação para a morte...
mas o que é esse preparo?
acreditando na vida pós morte?
há quem se sinta confortado com isso...
praticando boas ações?
mas esperaí, quem é que vai julgar se elas foram boas ou não?
já me disseram:
a qualidade da morte é determinada pela qualidade da vida que vivemos.
o "como vou morrer" é o mesmo dizer o "como vivo o agora"
... a gente leva da vida a vida que a gente leva ...
ataque cardíaco fulminante
sentiu-se mal e foi para hospital com a sua própria moto
por mal atendimento ou não
lá se foi ele....
vi a clarice em prantos na frente do caixão
pensei: a pior das malfeituras do filho com os pais é ele morrer antes deles
não que se possa escolher a hora da morte
mas "saber" o tanto de sentimento existem nos corações maternas (e paternas)
faz diferença na qualidade do nosso viver
a ordem natural não seria os pais morrerem antes dos filhos?
pois devia existir uma lei universal proibindo que os filhos morram antes dos pais...
mas se não é assim, temos então que nos preparar para a morte?
mas será que isso é algo que se possa nos preparar?
alguns dizem que o propósito da vida é a preparação para a morte...
mas o que é esse preparo?
acreditando na vida pós morte?
há quem se sinta confortado com isso...
praticando boas ações?
mas esperaí, quem é que vai julgar se elas foram boas ou não?
já me disseram:
a qualidade da morte é determinada pela qualidade da vida que vivemos.
o "como vou morrer" é o mesmo dizer o "como vivo o agora"
... a gente leva da vida a vida que a gente leva ...
19 dezembro 2006
a "Rosa Vermelha"
01. como sendo um fato(coisa) que está na frente de uma pessoa
02. como um "qualia" que acontece detro desta pessoa
03. como uma palavra no momento da expressão desta "qualia"
04. como uma palavra no momento da recepção desta
05. como uma imagem que surge dentro da pessoa no momento que ouve esta palavra.
06. no momento da expressão da pessoa que ouviu...
qualia - termo em latim para designar as qualidades fenomenológicas de nossa experiência consciente, tais como, perceber o vermelho, sentir o sabor do amargo, ouvir um ruído barulhento, etc.
Quando se diz "rosa vermelha", de qual "rosa vermelha" estamos falando? Só assim calssificados temos 6 "rosas vermelhas".
Uma parte (talvez uma grande parte) das confusões mentais e confusões interpessoais estariam resolvidos, se estivessemos conscientes destas diferenciações existentes nas várias "rosas vermelhas"..
02. como um "qualia" que acontece detro desta pessoa
03. como uma palavra no momento da expressão desta "qualia"
04. como uma palavra no momento da recepção desta
05. como uma imagem que surge dentro da pessoa no momento que ouve esta palavra.
06. no momento da expressão da pessoa que ouviu...
qualia - termo em latim para designar as qualidades fenomenológicas de nossa experiência consciente, tais como, perceber o vermelho, sentir o sabor do amargo, ouvir um ruído barulhento, etc.
Quando se diz "rosa vermelha", de qual "rosa vermelha" estamos falando? Só assim calssificados temos 6 "rosas vermelhas".
Uma parte (talvez uma grande parte) das confusões mentais e confusões interpessoais estariam resolvidos, se estivessemos conscientes destas diferenciações existentes nas várias "rosas vermelhas"..
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