31 dezembro 1984

1984 (30 anos)

1984  (30 anos)
1984-01-00 Iniciando construção de Galpão Sistema Yamaguishi com Maeda
1984.02.00 Ines volta a faculdade

1984-03-01 1o. Tokkou Londrina

Galpão Sistema Yamaguishi
1984-05-26 Nascimento da Mira
1984-05-00 Festa na casa de Shinshiti Minowa
1984.06.22 Completa 30 anos de idade
1984.08.11 Formatura Inês biomédicas - Moringão
1984.09.00 Ines passa 3 meses com Emy
1984.09.28 Carta da Silvia Yuba

1984.11.01 Salto de Apucaraninha

1985  (31 anos)

1985.02.00.5o. tokkou
1985.03.08 Isack parte para Japão, Toyosato
1985.03.25 carta alam para isack
1985.05.00 ines termina faculdade
1985.06.01 Isack Kensan Gakkoh
1985.09.16 Em Ibiúna, mudança de Sakai (Hideko-san para Japão (carta alam para isack que está no Toyosato)

1986 (32 anos)
1986.02.04 1a.turma para Toyosato (Romeu, Marcelo, Ângela, Joseane, David).
1986.04.00 Maeda volta para Japão - Toyosato
1986.06.15 Tokkou da 1a.turma no Japão 
0486.10.00 2a.turma para Toyosato (Keigo, Shogo, Julia, Joca, Ceceu)
1986.11.06 Morte Shinshiti Minowa


1987  (33 anos)
1987.02.00 Praia de Camburi e Ilha Bela (Alam, Ines, Anando, Mira)

1987.04.00 3a.turma para Toyosato (Juca, Marcelo, Rita)                                                    

1987.07.00 Morte Fukami Minowa, 37 anos, (primo)

1987.08.03 Reunião planejando ida de 3 casais para Japão. (alam&ines,sergio&thais,marcelo&rita)

1987.10.20 Ceceu e Joca voltam de Japão

1987.11.00 Chega carta convite de Sagai-san

1987.11.15 Romeu Zelador de Tokkou 1250

1987.12.01 Julia Kensan Gakkoh.

1987.12.24.Totyan, Romeu Pai, Alam para Toyosato Japão


1988  (34 anos)

1988.01.01 Kensan Gakkoh Alam Sankaku (Shijou, Shouko, Ryutaro) - Tokkou Totyan - Romeu Pai     

1988.02.11 Totyan e Romeu Pai Alam votam pra Brasil

1988.02.15.Romeu Zelador de Tokkou 1261 (15 a 23/02)

1988.02.25 Chegada da 1a.Turma (Romeu, David, Joseani, Ângela, Marcelo, Isack) Atibaia

1988.03.00 Procurando novo local        

1988.05.06.Marcelo cai fora                                                                   

1988.07.27.Inicio Campinas Jikkenti (contrato social pessoa jurídica)     

1988.08.23.Kawase, Onoguchi, 23 a 31

1988.09.00 Ines, Anando e Mira para Japão

1988.12.01.ines vai para tokkou - fax

1988.12.11 Marcelo e Rita chegam de Japão


1989  (34 anos)
1989.01.00 Construindo o primeiro galpão de aviário

1989.02.15 Keigo zelador Tokkou No.1.310 (15 a 22)

1989.02.26 shokokusei in toyosato

1989.02.27 Keigo e Julia chegam de Japão

1989.03.00 Ines faz 1o.ab no Japão

1989.03.00 Ângela cai fora

1989.03.00 David cai fora

1989.04.00 Escola de kensan Ines

1989.05.25 Alam Brasil->Japão

1989.06.10 casamento nanako&shogo

1989.08.00 Kami, Fumie e Akiko partem para Brasil

1989.08.21 mira e ines

1989.09.00 Helio visita Toyosato, 

0789.10.14 Mira, alam, anando - kateikensan

1989.11.23 Helio e D.Marina viajam para Okinawa

1989.12.00 Helio descobre HIV, convidado a se retirar.



24 junho 1984

Os ovos vermelhos da Chácara Canaã


Folha de Londrina, 21 de julho de 1984

Os ovos vermelhos da Chácara Canaã

As galinhas da Chácara Canaã, criadas pelo sistema Yamaguishi, ciscam livremente e produzem ovos vermelhos. Os proprietários se preocupam com um manejo que resume numa interação harmoniosa entre a ação do homem e a natureza. O lucro vem naturalmente, sem que as aves sejam tansformadas em máquinas de produzem ovos ou carne, como no sistema convencional.

O sistema Yamaguishi na criação de galinhas de postura não tem muito segredo: tudo se resume na busca da "harmonia entre a ação do homem e a natureza". Dentro dessa proposta, adota-se um manejo que descaracteriza bem a "transformação da ave numa máquina de produzir ovos ou carne". O galpão recebe insolação e as galinhas se movimentam bastante, alimentando-se de verduras e ervas. Se a produtividade é inferior.a .sistema convencional, em compensação o custo de produção é menor e, portanto, o lucro acaba aparecendo da mesma forma. Mas isso não preocupa muito os donos da Chácara Canaã, pioneira na introdução do Yamaguishismo, onde a contabilidade e dados sobre custos parecem desprezíveis, dando conotação de que a agregação de valores não está em primeiro lugar.

De imediato, dois aspectos marcam a diferença entre a granja avícola administrada pelo sistema Yamaguishi e uma granja convencional: a ausência de moscas e o bico das galinhas, que não é cortado. A dispensa do corte do bico indica que não há canibalismo, suficiente indicador de que as aves vivem num regime mais livre, ciscam à vontade, procuram seus próprios alimentos.
Os praticantes do Yamaguishismo conferem uma importância maior à Íiberdade das galinhas. Tanto o veterinário Alam Kenji Minowa, como Hideo Maeda que está no Brasil para ajudar a introduzir a filosofia na avicultura - insistem em dizer que as aves não podem ser transformadas em maquinas de produzir ovos ou carne. Elas devem ter o mínimo de liberdade para se movimentarem, buscar seu próprio alimento nos restos de hortaliças e ervas, colocadas no galpão para elas ciscarem livremente. A ração comum utilizada na granja convenciona! entra na proporção de 60 por cento, mas há um esforço para reduzir essa porcentagem aumentando a participação de hortaliças e outros resíduos da propriedade.

POUCO MEDICAMENTO

O sistema integrado da avicultura com outras atividades da chácara - no caso com a produção de hortaliças - não se resume nisso. Há todo um manejo onde inclusive o índice de medicamentos aplicados é bem menor, resumindo-se na vacina contra doenças viróticas como bolba aviária, new castle, marek.

Alam explica que um dos pontos importantes é evitar o uso de antibióticos. Nem por isso ocorrem perdas acima dos níveis acietáveis no manejo convencional. O sistema Yamaguishi usa a sufadimetoxina, num tratamento qui­mioterápico. O resto rica por conta do manejo que possibilita manter o planteI bem sadio, produzindo ovos, segundo os proprietários, de meIhor qualidade, com gemas bem vermelhas.

A chácara Canaã trabalha com galinhas da variedade Isa Braun, ou galinha vermelha. Mas Alam explica que a raça não é importante pois o método Yamaguishi pode ser aplicado às galinhas comuns principalmente. Tudo se resume em buscar a harmonia entre a ação humana e a natureza sem os habituais ingredienfes místicos que geralmente se procura imbutir nessas convicções de cunho filosófico. É usar o bom senso, segundo Alam e deixar um pouco de lado a ambição, a perseguição obstinadao da posse de bens materiais, a corrida atrás do lucro.

O lucro tem que haver e os Minowa sabem que não podem abrir mão dele. Mas o rendimento da propriedade é visto como um todo, na interação entre uma atividade e outra e, conforme insiste: preservando sempre o pacto de reverência à natureza que o Yamaguishismo ensina. "Não ensina que se deva abrir mão do lucro" .Mas os Minowa .pronunciam com certa ironia expressões como "maximização", do lucro ou "produção em escala". Eles acham que o compromisso com a fonte de produção "a galinhá dos ovos de ouro" - é mais importante e fazem disso uma filosofia de bem­viver.

Tanto que Hideo Maeda, aficcionado maior do Yamaguishismo no Brasil - conhecedor da agricultura biológica ou orgânica - bolou o primeiro galpão com teto solar do Brasil, instalado na Chácara Canaã. o caso das galinhas vermelhas, embora não sejam das mais férteis, sua produtividade é comparada à das galinhas brancas, de granjas comerciais, conduzidos pelo sistema convencional. No entanto, através do manejo diferenciado, apresentam um custo de produção menor e uma melhor qualidade do ovo, sempre procurado pelosconsumidores.

01 fevereiro 1983

Comunidade cultiva amor à natureza e às tradições do Japão

sábado, 17 de novembro de 2007, 21:25 | Online


Conheça a Fazenda Yuba, um pedacinho de Japão localizado a 600 quilômetros de São Paulo

Maíra Watanabe Falseti, do estadao.com.br

Menino brinca sobre uma escultura de Hisao Ohara. Ao fundo, o Memorial Kitahara Wako

Alexandre Souza/Diário da Região/AE

Menino brinca sobre uma escultura de Hisao Ohara. Ao fundo, o Memorial Kitahara Wako

SÃO PAULO - Um lugar onde o respeito à natureza é algo primordial e a pressa simplesmente não existe. Um pedacinho de Japão localizado a 600 quilômetros da Capital, no qual as tradições estão em primeiro lugar e tudo pertence a todos. Bem-vindo à Fazenda Yuba, nos arredores de Mirandópolis, uma comunidade que tem como preceitos cultivar o solo, rezar e amar as artes.
Na propriedade de 35 alqueires vivem aproximadamente 60 pessoas, cerca de 20 famílias. São quatro gerações desde 1935, quando Isamu Yuba se uniu a amigos que partilhavam de seus ideais e, juntos, criaram um espaço onde a cultura japonesa pudesse ser preservada. Esse forte senso comunitário, origem de tudo, pode ser notado logo na chegada à fazenda. Entre as construções, destaca-se a que serve de cozinha e refeitório coletivo – a maior parte dos alimentos consumidos é produzida lá mesmo. Em sua volta, 40 pequenas casas de madeira.
Um dia típico na comunidade começa por volta das 6h30, na tal cozinha coletiva, chamada de "coração do Yuba". Na mesa, a comida é farta e saborosa: leite, ovos cozidos e gohan (arroz japonês). Depois, todos ao trabalho.
Existem horários para aulas de japonês, a língua oficial. Crianças e adolescentes também freqüentam a escola da cidade. O "currículo" na fazenda tem, ainda, esportes, música, pintura, teatro e balé. A dança, aliás, é uma das responsáveis por tirar a comunidade de seu isolamento. O Balé Yuba apresenta País afora coreografias que têm como base as tradições japonesas e o cotidiano na fazenda.

Mudanças

Recentemente, a comunidade teve de se tornar uma associação para poder administrar melhor a terra, as atividades e as finanças. "O dinheiro arrecadado com a venda dos produtos é dividido de acordo com as necessidades de cada um", diz o presidente da associação, Tsuneo Yuba, de 53 anos.

A divisão de trabalho, porém, não muda há anos – foi preciso apenas criar uma seção de Vendas. É por meio desse setor que a comunidade se liga com o mundo externo. Antes, parte da produção era vendida no Ceasa. Por causa da forte concorrência na Capital, a alternativa foi passar a abastecer os mercados da região.

Outras questões preocupam Tsuneo. Há algum tempo os jovens não têm interesse em viver lá: querem ir embora. Os casamentos em Yuba também estão cada vez mais difíceis, porque muitos têm algum grau de parentesco. "Está chegando a época em que será necessário abrir as portas. Será difícil, mas necessário."

Algumas mudanças já estão acontecendo. "Hoje, temos internet e vemos notícias sobre o Japão na TV a cabo", diz Satiko Yuba, de 58 anos. "O intercâmbio é importante, mas continuamos com nossa filosofia. Plantar, orar e fazer arte são nosso tripé."

Turismo

Há os que querem fazer intercâmbio cultural. E também os interessados em férias diferentes. Conhecida no mundo inteiro, a comunidade Yuba recebe turistas do Japão e de várias partes da Europa. Pessoas como os namorados Myo Shimika, de 25 anos, e Hitoshi Iwashita, de 28, que descobriram a fazenda em um programa da televisão japonesa.

Eles ficaram quatro meses no Yuba, em 2005. Em troca da hospedagem, prestaram serviços à comunidade. Escritora e jornalista no Japão, Myo passou a trabalhar na lavoura. Nas horas vagas, ensinava computação para as crianças. Falava com elas em japonês, a língua oficial em Yuba. "O mais importante foi a experiência de viver em comunidade. No Japão, as famílias são muito pequenas", conta Myo. "Eu precisava conhecer essas pessoas que vivem de forma comunitária, isoladas do resto do mundo", completa Hitoshi.

A professora Massako Moriwaki, de 34 anos, não sabia da existência de Yuba até sua chegada ao Brasil, em 2005, para ensinar japonês. E se surpreendeu com a vida simples na comunidade. "A facilidade com que dividem seus pertences é algo maravilhoso e impressionante." Encantada, Massako decidiu morar na fazenda. "Percebi como estava cansada de tanta tecnologia, da supervalorização do dinheiro."

Ela diz que o "jeito japonês de ser" em Yuba é muito antiquado. "Ao preservar fielmente os costumes dos fundadores, os moradores daqui acabam sendo mais 'japoneses' do que os japoneses atuais."

Berrante

Quando Merina Yasaki, de 63 anos, toca o berrante, todos já sabem: a comida está na mesa. O sorriso é constante em seu rosto, apesar da enorme responsabilidade de alimentar diariamente 60 pessoas. Poucos itens são comprados fora: açúcar, trigo, chá, óleo e sal. "Sei que custam caro, mas não tenho idéia dos preços", conta. "Meu trabalho é cuidar da fome dos outros."

Domingo, dia de descanso na comunidade, é o mais cansativo para ela. Afinal, todos querem algo especial, com direito a doces no lanche da tarde. E ela corresponde com bombas e bolos.

Merina tem quatro filhos e sempre viveu em Yuba, que deixou apenas para fazer viagens ao Japão. "Se um dia a comunidade acabar,vou ficar muito triste", afirma. "Não sei se vai acabar, mas às vezes isso pode acontecer."

gicovate

teve uma epoca que lia gicovate na folha . ate recortava jornais

31 dezembro 1980

1980 (26 anos)

 

1980.00.00 Formatura Veterinária - levou 5 anos e meio.
1980.01.21 Proposta do Dorival para abrir clinica veterinária em Ivaiporã (diário totyan)
1980.01.25 Shogo não passa no vestibular pela 3a. vez (diário totyan)
1980.02.00 Namorando Maria da Graça
1980.02.05 Foto na gramado
1980.02.28  Isack de volta para aula Unicamp, Keigo para S.Paulo cursinho para Geologia (diário totyan)
1980.03.02 Conversa com totyan sobre ser avalista de Dorival para comprar carro (diário totyan)
1980.03.11 Concurso emprego veterinário São Paulo (diário totyan)
1980.05.00 Encontro com Ines na Exposição Agropecuária
1980.12.01 Inicio namoro com Ines
1980.12.15 "Império dos Sentidos" com Ines

1981  (27 anos)
1981.01.01 Praia de  Itanhaém com Ines, Dona Marina, e sobrinhos
1981.02.01 Visitando Maeda em Ibiúna
1981.06.29 Chegada Estagio Nagano Japão
1981.09.23 Carta da Ines indo para Colombo
1981.10.10 Visita a Toyosato
1981.10.25 Kami-Kochi junto com Tonko
1981.10.31 Encontro com Shinshiti em Tokyo.
1981.12.28 Viagem a Mashiko com Tonko (28.12 a 03.01)

1982  (28 anos)
1982.01.01 Esqui e Shatiyuga Tokyo
1982.03.20 Shatiyuga, Atsuko
1982.03.20 Shatiyuga Flowaling Group (20.21.22)
1982.04.01 Tokkou em Kassugayama (01 a 08)
1982.04.10 Tokyo com Madoka  
1982.04.15 Kensan Gakkoh em Kassugayama (15a 27) - conversa com Okinaga
1982.04.29 Partida Japão para Brasil
1982.05.15 Reencontro com Ines  
1982.06.01 Visitando Maeda em Yuba 
1982.07.10 Viagem a Ouro Preto com Ines  
1982.08.20 Enterro pai da Luci em P.Prudente, indo para Alterna
1982.09.10 Ines vem para Alterna - volta para Londrina
1982.10.27 Festa de Casamento na Chácara Canaã

1983  (29 anos)
1983.01.00 Passeio Cachoeira de Sapopemba PR 
1983.01.20 Registro de Casamento no Cartório (livro 66, folha 187, termo 4.266)
1983.04.16 Nascimento Anando               
1983.09.07 Visitando Maeda no Sitio Cosmopolitana (Sakai)
1983.10.27 Ikuo volta de Alterna junto com Shantidasi
1983.11.00 Maeda vem para Chácara Canaã
1983.12.00 Reuniões 4 dias com Maeda na Chácara

01 fevereiro 1980

5 sentidos - ver




os quadrados A e B são da mesma cor.
porque será?
a explicação é que nós não vemos própriamente a cor em si.
o que vemos são as imagens que o cérebro interpreta.
no caso, a o cérebro faz interpretação da cor em coparação a cores que estão em volta.
o intressante é que mesmo depois de "saber" que são cores iguais, por mais que façamos o esforçe conscientemente e intencionalmente a "ver" como cores iguais, não conseguimos vê-los como iguais.
tente você..







                    mais um exemplo...














nesse caso, foram recortados os dois quadrados e colados fora do contexto com o fundo branco.