02 fevereiro 1985
31 dezembro 1984
1984 (30 anos)
1984-01-00 Iniciando construção de Galpão Sistema Yamaguishi com Maeda
1984.02.00 Ines volta a faculdade

1984-03-01 1o. Tokkou Londrina
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Galpão Sistema Yamaguishi
1984-05-26 Nascimento da Mira
1984.06.22 Completa 30 anos de idade
1984.08.11 Formatura Inês biomédicas - Moringão
1984.09.00 Ines passa 3 meses com Emy
1984.09.28 Carta da Silvia Yuba

1984.11.01 Salto de Apucaraninha
1985 (31 anos)

1985.02.00.5o. tokkou
1985.03.08 Isack parte para Japão, Toyosato
1985.03.25 carta alam para isack
1985.05.00 ines termina faculdade
1985.06.01 Isack Kensan Gakkoh
1985.09.16 Em Ibiúna, mudança de Sakai (Hideko-san para Japão (carta alam para isack que está no Toyosato)
1986.02.04 1a.turma para Toyosato (Romeu, Marcelo, Ângela, Joseane, David).
1986.04.00 Maeda volta para Japão - Toyosato
1986.06.15 Tokkou da 1a.turma no Japão
0486.10.00 2a.turma para Toyosato (Keigo, Shogo, Julia, Joca, Ceceu)
1986.11.06 Morte Shinshiti Minowa
1987 (33 anos)
1987.02.00 Praia de Camburi e Ilha Bela (Alam, Ines, Anando, Mira)
1987.04.00 3a.turma para Toyosato (Juca, Marcelo, Rita)
1987.07.00 Morte Fukami Minowa, 37 anos, (primo)
1987.08.03 Reunião planejando ida de 3 casais para Japão. (alam&ines,sergio&thais,marcelo&rita)
1987.10.20 Ceceu e Joca voltam de Japão
1987.11.00 Chega carta convite de Sagai-san
1987.11.15 Romeu Zelador de Tokkou 1250
1987.12.01 Julia Kensan Gakkoh.
1987.12.24.Totyan, Romeu Pai, Alam para Toyosato Japão
1988.01.01 Kensan Gakkoh Alam Sankaku (Shijou, Shouko, Ryutaro) - Tokkou Totyan - Romeu Pai
1988.02.11 Totyan e Romeu Pai Alam votam pra Brasil
1988.02.15.Romeu Zelador de Tokkou 1261 (15 a 23/02)
1988.02.25 Chegada da 1a.Turma (Romeu, David, Joseani, Ângela, Marcelo, Isack) Atibaia
1988.03.00 Procurando novo local
1988.05.06.Marcelo cai fora
1988.07.27.Inicio Campinas Jikkenti (contrato social pessoa jurídica)
1988.08.23.Kawase, Onoguchi, 23 a 31
1988.09.00 Ines, Anando e Mira para Japão
1988.12.01.ines vai para tokkou - fax
1988.12.11 Marcelo e Rita chegam de Japão
1989 (34 anos)
1989.01.00 Construindo o primeiro galpão de aviário
1989.02.15 Keigo zelador Tokkou No.1.310 (15 a 22)
1989.02.26 shokokusei in toyosato
1989.02.27 Keigo e Julia chegam de Japão
1989.03.00 Ines faz 1o.ab no Japão
1989.03.00 Ângela cai fora
1989.03.00 David cai fora
1989.04.00 Escola de kensan Ines
1989.05.25 Alam Brasil->Japão
1989.06.10 casamento nanako&shogo
1989.08.00 Kami, Fumie e Akiko partem para Brasil
1989.08.21 mira e ines
1989.09.00 Helio visita Toyosato,
0789.10.14 Mira, alam, anando - kateikensan
1989.11.23 Helio e D.Marina viajam para Okinawa
1989.12.00 Helio descobre HIV, convidado a se retirar.
24 junho 1984
Os ovos vermelhos da Chácara Canaã

Folha de Londrina, 21 de julho de 1984
Os ovos vermelhos da Chácara Canaã
As galinhas da Chácara Canaã, criadas pelo sistema Yamaguishi, ciscam livremente e produzem ovos vermelhos. Os proprietários se preocupam com um manejo que resume numa interação harmoniosa entre a ação do homem e a natureza. O lucro vem naturalmente, sem que as aves sejam tansformadas em máquinas de produzem ovos ou carne, como no sistema convencional.
O sistema Yamaguishi na criação de galinhas de postura não tem muito segredo: tudo se resume na busca da "harmonia entre a ação do homem e a natureza". Dentro dessa proposta, adota-se um manejo que descaracteriza bem a "transformação da ave numa máquina de produzir ovos ou carne". O galpão recebe insolação e as galinhas se movimentam bastante, alimentando-se de verduras e ervas. Se a produtividade é inferior.a .sistema convencional, em compensação o custo de produção é menor e, portanto, o lucro acaba aparecendo da mesma forma. Mas isso não preocupa muito os donos da Chácara Canaã, pioneira na introdução do Yamaguishismo, onde a contabilidade e dados sobre custos parecem desprezíveis, dando conotação de que a agregação de valores não está em primeiro lugar.
De imediato, dois aspectos marcam a diferença entre a granja avícola administrada pelo sistema Yamaguishi e uma granja convencional: a ausência de moscas e o bico das galinhas, que não é cortado. A dispensa do corte do bico indica que não há canibalismo, suficiente indicador de que as aves vivem num regime mais livre, ciscam à vontade, procuram seus próprios alimentos.
Os praticantes do Yamaguishismo conferem uma importância maior à Íiberdade das galinhas. Tanto o veterinário Alam Kenji Minowa, como Hideo Maeda que está no Brasil para ajudar a introduzir a filosofia na avicultura - insistem em dizer que as aves não podem ser transformadas em maquinas de produzir ovos ou carne. Elas devem ter o mínimo de liberdade para se movimentarem, buscar seu próprio alimento nos restos de hortaliças e ervas, colocadas no galpão para elas ciscarem livremente. A ração comum utilizada na granja convenciona! entra na proporção de 60 por cento, mas há um esforço para reduzir essa porcentagem aumentando a participação de hortaliças e outros resíduos da propriedade.
POUCO MEDICAMENTO
O sistema integrado da avicultura com outras atividades da chácara - no caso com a produção de hortaliças - não se resume nisso. Há todo um manejo onde inclusive o índice de medicamentos aplicados é bem menor, resumindo-se na vacina contra doenças viróticas como bolba aviária, new castle, marek.
Alam explica que um dos pontos importantes é evitar o uso de antibióticos. Nem por isso ocorrem perdas acima dos níveis acietáveis no manejo convencional. O sistema Yamaguishi usa a sufadimetoxina, num tratamento quimioterápico. O resto rica por conta do manejo que possibilita manter o planteI bem sadio, produzindo ovos, segundo os proprietários, de meIhor qualidade, com gemas bem vermelhas.
A chácara Canaã trabalha com galinhas da variedade Isa Braun, ou galinha vermelha. Mas Alam explica que a raça não é importante pois o método Yamaguishi pode ser aplicado às galinhas comuns principalmente. Tudo se resume em buscar a harmonia entre a ação humana e a natureza sem os habituais ingredienfes místicos que geralmente se procura imbutir nessas convicções de cunho filosófico. É usar o bom senso, segundo Alam e deixar um pouco de lado a ambição, a perseguição obstinadao da posse de bens materiais, a corrida atrás do lucro.
O lucro tem que haver e os Minowa sabem que não podem abrir mão dele. Mas o rendimento da propriedade é visto como um todo, na interação entre uma atividade e outra e, conforme insiste: preservando sempre o pacto de reverência à natureza que o Yamaguishismo ensina. "Não ensina que se deva abrir mão do lucro" .Mas os Minowa .pronunciam com certa ironia expressões como "maximização", do lucro ou "produção em escala". Eles acham que o compromisso com a fonte de produção "a galinhá dos ovos de ouro" - é mais importante e fazem disso uma filosofia de bemviver.
Tanto que Hideo Maeda, aficcionado maior do Yamaguishismo no Brasil - conhecedor da agricultura biológica ou orgânica - bolou o primeiro galpão com teto solar do Brasil, instalado na Chácara Canaã. o caso das galinhas vermelhas, embora não sejam das mais férteis, sua produtividade é comparada à das galinhas brancas, de granjas comerciais, conduzidos pelo sistema convencional. No entanto, através do manejo diferenciado, apresentam um custo de produção menor e uma melhor qualidade do ovo, sempre procurado pelosconsumidores.
01 fevereiro 1984
01 fevereiro 1983
Comunidade cultiva amor à natureza e às tradições do Japão
sábado, 17 de novembro de 2007, 21:25 | Online
Conheça a Fazenda Yuba, um pedacinho de Japão localizado a 600 quilômetros de São Paulo
Maíra Watanabe Falseti, do estadao.com.br

Alexandre Souza/Diário da Região/AE
Menino brinca sobre uma escultura de Hisao Ohara. Ao fundo, o Memorial Kitahara Wako
Mudanças
Recentemente, a comunidade teve de se tornar uma associação para poder administrar melhor a terra, as atividades e as finanças. "O dinheiro arrecadado com a venda dos produtos é dividido de acordo com as necessidades de cada um", diz o presidente da associação, Tsuneo Yuba, de 53 anos.
A divisão de trabalho, porém, não muda há anos – foi preciso apenas criar uma seção de Vendas. É por meio desse setor que a comunidade se liga com o mundo externo. Antes, parte da produção era vendida no Ceasa. Por causa da forte concorrência na Capital, a alternativa foi passar a abastecer os mercados da região.
Outras questões preocupam Tsuneo. Há algum tempo os jovens não têm interesse em viver lá: querem ir embora. Os casamentos em Yuba também estão cada vez mais difíceis, porque muitos têm algum grau de parentesco. "Está chegando a época em que será necessário abrir as portas. Será difícil, mas necessário."
Algumas mudanças já estão acontecendo. "Hoje, temos internet e vemos notícias sobre o Japão na TV a cabo", diz Satiko Yuba, de 58 anos. "O intercâmbio é importante, mas continuamos com nossa filosofia. Plantar, orar e fazer arte são nosso tripé."
Turismo
Há os que querem fazer intercâmbio cultural. E também os interessados em férias diferentes. Conhecida no mundo inteiro, a comunidade Yuba recebe turistas do Japão e de várias partes da Europa. Pessoas como os namorados Myo Shimika, de 25 anos, e Hitoshi Iwashita, de 28, que descobriram a fazenda em um programa da televisão japonesa.
Eles ficaram quatro meses no Yuba, em 2005. Em troca da hospedagem, prestaram serviços à comunidade. Escritora e jornalista no Japão, Myo passou a trabalhar na lavoura. Nas horas vagas, ensinava computação para as crianças. Falava com elas em japonês, a língua oficial em Yuba. "O mais importante foi a experiência de viver em comunidade. No Japão, as famílias são muito pequenas", conta Myo. "Eu precisava conhecer essas pessoas que vivem de forma comunitária, isoladas do resto do mundo", completa Hitoshi.
A professora Massako Moriwaki, de 34 anos, não sabia da existência de Yuba até sua chegada ao Brasil, em 2005, para ensinar japonês. E se surpreendeu com a vida simples na comunidade. "A facilidade com que dividem seus pertences é algo maravilhoso e impressionante." Encantada, Massako decidiu morar na fazenda. "Percebi como estava cansada de tanta tecnologia, da supervalorização do dinheiro."
Ela diz que o "jeito japonês de ser" em Yuba é muito antiquado. "Ao preservar fielmente os costumes dos fundadores, os moradores daqui acabam sendo mais 'japoneses' do que os japoneses atuais."
Berrante
Quando Merina Yasaki, de 63 anos, toca o berrante, todos já sabem: a comida está na mesa. O sorriso é constante em seu rosto, apesar da enorme responsabilidade de alimentar diariamente 60 pessoas. Poucos itens são comprados fora: açúcar, trigo, chá, óleo e sal. "Sei que custam caro, mas não tenho idéia dos preços", conta. "Meu trabalho é cuidar da fome dos outros."
Domingo, dia de descanso na comunidade, é o mais cansativo para ela. Afinal, todos querem algo especial, com direito a doces no lanche da tarde. E ela corresponde com bombas e bolos.
Merina tem quatro filhos e sempre viveu em Yuba, que deixou apenas para fazer viagens ao Japão. "Se um dia a comunidade acabar,vou ficar muito triste", afirma. "Não sei se vai acabar, mas às vezes isso pode acontecer."31 dezembro 1980
1980 (26 anos)
1980.12.01 Inicio namoro com Ines
1981 (27 anos)
1981.01.01 Praia de Itanhaém com Ines, Dona Marina, e sobrinhos
1981.02.01 Visitando Maeda em Ibiúna
1981.06.29 Chegada Estagio Nagano Japão
1981.09.23 Carta da Ines indo para Colombo
1981.10.10 Visita a Toyosato
1981.10.31 Encontro com Shinshiti em Tokyo.
1981.12.28 Viagem a Mashiko com Tonko (28.12 a 03.01)
1982 (28 anos)
1982.01.01 Esqui e Shatiyuga Tokyo
1982.03.20 Shatiyuga, Atsuko
1982.03.20 Shatiyuga Flowaling Group (20.21.22)
1982.04.01 Tokkou em Kassugayama (01 a 08)
1982.04.10 Tokyo com Madoka
1982.04.15 Kensan Gakkoh em Kassugayama (15a 27) - conversa com Okinaga
1982.04.29 Partida Japão para Brasil
1982.05.15 Reencontro com Ines
1982.06.01 Visitando Maeda em Yuba
1982.07.10 Viagem a Ouro Preto com Ines
1982.08.20 Enterro pai da Luci em P.Prudente, indo para Alterna
1982.09.10 Ines vem para Alterna - volta para Londrina
1982.10.27 Festa de Casamento na Chácara Canaã
1983 (29 anos)
1983.01.00 Passeio Cachoeira de Sapopemba PR
1983.01.20 Registro de Casamento no Cartório (livro 66, folha 187, termo 4.266)










