enquanto os olhos estão voltados para fora
enquanto a atenção está no visível
não vai compreender que:
[ estado de coração :::::: - > o trabalho em si já é a revolução... ]
23 outubro 2019
26 agosto 2019
um
sem discriminação
sem superior/inferior
em contraposição com o pensamento humano:
ok, então, somos todos iguais
mas não passa de pensamento humano
nada a ver com:
o fato sem si
o estado de coração "um"
sem superior/inferior
em contraposição com o pensamento humano:
ok, então, somos todos iguais
mas não passa de pensamento humano
nada a ver com:
o fato sem si
o estado de coração "um"
16 agosto 2019
14 agosto 2019
naikan - lembretes
ao tentar lembrar junto com as impressões, apegadas a elas, acabo que fico tentando buscar as provas, as justificativas, aumentando as ilações imaginativas...
ir examinando, a cada momento, voltando ao zero (renovando), observar bem, colocando o foco nas reações.
ir examinando, a cada momento, voltando ao zero (renovando), observar bem, colocando o foco nas reações.
21 julho 2019
vejo →→→→ penso
vejo →→→→ penso
dizem que esse [ →→→→ ] tem um tempo real de 0,5 segundos.
o que acontece nesse espaço de tempo?
o que acontece dentro de si, nesse [→→→→ ] ?
dizem que esse [ →→→→ ] tem um tempo real de 0,5 segundos.
o que acontece nesse espaço de tempo?
o que acontece dentro de si, nesse [→→→→ ] ?
09 julho 2019
30 junho 2019
eu
“Eu sou como eu sou. Pronome pessoal intransferível do homem que iniciei na medida do impossível”. by Torquato Neto
“As pessoas não são sempre iguais, ainda não foram terminadas. E não seria essa a grande beleza?” by Guimarães Rosa
“O eu é uma coisa que se inicia e nem sempre termina. O eu não é. Ele vai sendo. Na medida do possível e do impossível.” by Juliana Magalhães
“As pessoas não são sempre iguais, ainda não foram terminadas. E não seria essa a grande beleza?” by Guimarães Rosa
“O eu é uma coisa que se inicia e nem sempre termina. O eu não é. Ele vai sendo. Na medida do possível e do impossível.” by Juliana Magalhães
25 maio 2019
sobre a brincadeira
durante o seminário, quando trouxe esse experimento com as raposas, o que mais eu queria dizer, na hora escapou.
é o seguinte: existe uma relação direta entre o ato de BRINCAR e a INTELIGENCIA.
as mudanças comportamentais (gostar de brincar, docilidade, curiosidade, etc.) e físicas (orelhas caídas, rabo enrolado, ossos cranianos mas arredondadas, etc.) apontam para a infantilização, isto é, essas características são típicas de animais mamíferos na fase infantil.
entre os mamíferos, o ser humano, é aquele que tem a fase infantil mais longo.
14 maio 2019
28 abril 2019
27 abril 2019
pais&filhos
子供は、親の言う通り、やる通り、決めた通り、するでしょ! そうするしかないでしょ! そうして、親から吸収して育つんでしょ!
(親に資格があれば)
As crianças fazem o que seus pais lhes dizem para fazer, o que pais fazem, o que pais decidem fazer!
Não há outro jeito, é só o que têm a fazer! É assim que eles crescem, absorvendo de seus pais!
(Se os pais são qualificados)
21 abril 2019
10 abril 2019
09 abril 2019
motivações
as motivações:
fazer o que gosta?
fazer o que she dá prazer?
fazer o que lhe satisfaz?
fazer o que tem sentido?
a motivação é:
querer resolver os problemas das coisas do cotidiano?
querer resolver os problemas do seu humor no cotidiano?
a vida humana é isso?
talvez não conhecemos o que é a vida humana em si.
o verdadeiro objetivo da vida humana
a pesquisa para conhecer a vida humana
a pesquisa para conhecer a felicidade
07 abril 2019
oi alam, lembra que a gente era brasileiro? beiju - by Bernando Pellegrini
06 abril 2019
科学的探究
先日、アズワンセミナーに参加したことのある人と話してたら「本質の科学的探究」の「科学的」というのがよくわからない。理科の実験とか試験とか目に見える形になるとわかりやすいんだけど、、、、、、、、、って
確かに自分の中で何が起こっているかとか心の状態は目に見えるものではないからね。
サイエンズスクールの自分を見るためのコースの中であった「見て思う」の分析。
「見て」→→→→「思う」。この→→→→は時間にすると0.5秒らしい。この0.5秒の間に自分の中で何が起こっているか?
目には見えないけど何かがあるはずだしこれを科学的に(論理的に実証的に系統立って)内観することは出来るんじゃないかな。
ここを観察しないから「見たこと」と「思ったこと」が直結して、結果的に話し合いのできない状態になっているのだろう。
セミナーやコースは「科学的探究」って感じするんだけどな。科学は観察から。
「見て」→→→→「思う」。この→→→→は時間にすると0.5秒らしい。この0.5秒の間に自分の中で何が起こっているか?
目には見えないけど何かがあるはずだしこれを科学的に(論理的に実証的に系統立って)内観することは出来るんじゃないかな。
ここを観察しないから「見たこと」と「思ったこと」が直結して、結果的に話し合いのできない状態になっているのだろう。
セミナーやコースは「科学的探究」って感じするんだけどな。科学は観察から。
03 abril 2019
auto-defesa, me proteger do quê?
o quanto das minhas palavras e ações partem do lugar de auto-defesa?
o que me faz ser reativo?
o que me faz mover reativamente ?
o que faz faz falar reativamente ?
antes de mais nada, conhecer o que está me movendo...
a necessidade de me defender me faz submeter a coisas fixas de fora de mim?
a essência não está nas palavrasa essência não está nas açõesa essência não é algo que possa ser ensinado por alguém
esse eu que se preocupa com o olhar alheio
sem ter que negar, nem aceitar
o eu de agora, o estado atual
antes de mais nada, me conhecer...
o que me faz ser reativo?
o que me faz mover reativamente ?
o que faz faz falar reativamente ?
antes de mais nada, conhecer o que está me movendo...
a necessidade de me defender me faz submeter a coisas fixas de fora de mim?
a essência não está nas palavrasa essência não está nas açõesa essência não é algo que possa ser ensinado por alguém
esse eu que se preocupa com o olhar alheio
sem ter que negar, nem aceitar
o eu de agora, o estado atual
antes de mais nada, me conhecer...
30 março 2019
o Método ScienZ
Parece que a humanidade, compartilhou as regras e os conceitos de bem/mal feitas e estabelecidas com o "pensamento do ser humano", veio mantendo e cumprindo continuamente por milhares de anos esse método que tenta sustentar a ordem pública através disso.
Nesse caminho se faz necessário a restrição e a coerção entre pessoas com pessoas, provoca opressão psicológico/espiritual no coração/mentedas pessoas, está fazendo gerar emoções de confrontação e alerta desde a infância.
Pensamos que esta é a causa fundamental do problema humano, tais como os conflitos entre pessoas com pessoas.
Na condição atual, é muito fortemente enraizada o pensamento de que é uma obviedade, ter emoções de confrontação e de alerta em relação a pessoas.
Também tem como óbvia, a necessidade do ser humano, da restrição e da coerção, compartilhando as regras e a noção de bem e mal. No entanto, através desse caminho, nunca vai cessar os conflitos, os delitos e desonestidades.
Enquanto se esforça tentando seguir obstinadamente as regras e os conceitos de bem/mal, e para isso tem como necessária as coerções e restrições, não vai desaparecer a repulsão e resistência entre as pessoas.
O que foi encontrado como um método/percurso para a realização da sociedade que pode viver de acordo com o que é o ser humano, é o Método ScienZ.
Nesse caminho se faz necessário a restrição e a coerção entre pessoas com pessoas, provoca opressão psicológico/espiritual no coração/mentedas pessoas, está fazendo gerar emoções de confrontação e alerta desde a infância.
Pensamos que esta é a causa fundamental do problema humano, tais como os conflitos entre pessoas com pessoas.
Na condição atual, é muito fortemente enraizada o pensamento de que é uma obviedade, ter emoções de confrontação e de alerta em relação a pessoas.
Também tem como óbvia, a necessidade do ser humano, da restrição e da coerção, compartilhando as regras e a noção de bem e mal. No entanto, através desse caminho, nunca vai cessar os conflitos, os delitos e desonestidades.
Enquanto se esforça tentando seguir obstinadamente as regras e os conceitos de bem/mal, e para isso tem como necessária as coerções e restrições, não vai desaparecer a repulsão e resistência entre as pessoas.
O que foi encontrado como um método/percurso para a realização da sociedade que pode viver de acordo com o que é o ser humano, é o Método ScienZ.
27 março 2019
alan watts - o despertar da consciência
00:00 Os cincos agregados são basicamente os elementos de corpo e mente . Eles são como cinco camadas. Nossos corpos e mentes são como cinco camadas, de modo grosseiro, a mais sutil camada de consciência.
00:15 Nosso corpo é camada externa e o mundo exterior. Este corpo físico e o mundo exterior de som e objetos. São, o que é chamado de primeiro grupo de apego.
00:25 O primeiro agregado do apego. Porque nos apegamos a esses objetos como sendo [eu], [mim], [meu]. Nós desenvolvemos um apego a eles.
00:44 Nós desenvolvemos apego e aversão a esses objetos sensoriais.
00:44 E isso mantém a nossa mente para os seus padrões rotineiros de ação e reação e tipos negativos de reações.
01:05 Então, nós precisamos ser capazes de deixar passar o corpo e o mundo exterior para manter a direção da mente para dentro .
01:16 Meditação vipassana é um processo de nos desapegarmos do mundo exterior e direcionarmos nossas mentes para dentro do corpo,
01:25 passando pelas várias camadas sutis de experiência mental, até o próprio centro da mente, até a origem do pensamento, até a origem da consciência .
01:37 Então na prática da meditação, nós nos centramos no corpo e aprendemos a nos desapegar do mundo exterior e até do corpo físico.
01:50 Nós temos que ir para dentro da pele.
01:54 Então, o primeiro agregado é o corpo físico, a parte externa do corpo físico e o mundo exterior, que temos de sair ou desapegar, para atingir o segundo agregado.
02:09 O segundo agregado é chamado de agregado das sensações ou sensações..
02:14 No corpo nós sentimos as sensações como tantas sensações diferentes indo e vindo pelo corpo.
02:24 O corpo é feito de células moléculas átomos que estão sempre mudando.
02:29 As Sensações tem três qualidades Sensações agradáveis, desagradáveis e neutras.
02:41 Uma das Sensações tão dolorosa e nos apegamos a elas com aversão.
02:52 Outras Sensações são agradáveis e nos apegamos a eles com cobiça ou desejo é a mente fica presa ali.
03:01 E por causa desse apego às sensações nós também criamos KARMA por ações do corpo e da fala baseada nessas sensações.
03:13 Mas as Sensações são muito importantes. Eles são a base inicial do processo mental.
03:15 Então nós experimentamos uma sensação no corpo e na mente. A mente sente que aquilo é algo agradável, desagradável ou neutro, então reage a isso.
03:40 Mas foi a mente que criou essas ideias de agradável ou desagradável. Na verdade, nenhum objeto é em si agradável ou desagradável.
03:53 Foi a forma em que fomos treinados a reagir a essas sensações.
03:59 Por exemplo.: você vê um determinado tipo de comida. Você pode produzir uma sensação agradável ou desagradável em você.
04:14 Você pensa: “eu gosto dessa comida”, ou “eu não gosto dessa comida”, por causa da sensação que isso produz na mente.
04:23 O sabor ou o cheiro agradável: nós apegamos as sensações.
04:32 Então, na meditação Vipassana, nós treinamos a notar em primeiro lugar, as sensações do corpo.
04:39 Então você sente, por exemplo, uma coceira no corpo. E você só faz uma anotação mental: “sensações”, “sensações”, “desapego”, você deixa passar.
04:52 E você tenta ver como essa sensação duram alguns momentos, crescem e depois desaparecem. E você pode ver a mente tentando reagir a isso. Mas você relaxa e deixa a sensação chegar a seu ápice e então desaparecer.
05:11 Ou uma sensação agradável pode acontecer no seu corpo. E você se treina para ver como essa sensação agradável chega cresce e depois desaparece.
05:24 E como a mente tenta se apegar a essas sensaçõe.
05:29 É o mesmo com o som: você ouve o som agradável e você vê sua mente tentando desfrutar e se apegar.
05:38 Ou então é um som desagradável e você ver como a mente quer fugir dele.
05:45 Então treinamos simplesmente a observar e saber: “Esta é uma sensação agradável”. “Esta é uma sensação desagradável”.
05:55 E ver como essas sensações estão surgindo e desaparecendo, ou seja, eles aparecem e se vão.
06:01 Mas sem apegar a elas, porque normalmente, nós nos apegamos a eles.
06:05 É por isso que eles são chamados de agregados do apego.
06:11 Então pela observação das sensações, podemos ver como elas são impermanentes, elas duram apenas alguns segundos e desaparecem.
06:17 E então podemos manter nossa mente centrada no corpo, respirando e deixando passar as várias sensações.
06:31 Há sensações corporais, há sensações produzidas pela audição, são produzidas por ver, sentir um cheiro, provar algo, e até sensações da sua mente.
06:41 Você pode estar sentado e vem uma memória desagradável do passado. É uma sensação desagradável sobre a qual você não quer pensar.
06:54 Ou você cria alguma fantasia agradável e que tenho sentimento agradável que vem de imaginação, uma fantasia agradável. Até sensações produzidas pelos nossos pensamentos.
07:08 Na meditação Vipassana, treinamos a deixar passar todos esses diferentes tipos de sensações, de maneira que possamos atingir uma concentração mais profunda.
07:17 Quando nos apegamos as Sensações e isso atrapalha a nossa concentração e a prática não se aprofunda.
07:29 Então deixamos passar as sensações e você atinge o terceiro agregado chamado percepções.
06:11 E percepções são as imagens mentais que aparecem na nossa mente produzidas pelas sensações.
07:46 Sensações são basicamente vibrações.
07:54 Mas por causa da memória a mente vai lembrar daquele expressão e criar uma imagem a partir dela.
08:01 Como ao ouvir: você está sentado em meditação escuta um som como o de pássaro.
08:09 Você escuta é só um som. Uma vibração sonora. Ma por causa da memória, a mente reconhece esse som como o de um tipo particular de pássaro.
08:21 E a imagem mental ou lembrança dele é a percepção.
08:29 Quando nos apegamos a essa percepção, começamos a pensar nela. Começamos pensar sobre o passado, pensar sobre o futuro, desenvolvendo mais cobiça ou raiva.
08:40 Dependendo da nossa relação com esse objeto no passado.
08:47 Ver a percepção é um nível mais profundo de consciência.
08:54 Você tem de desenvolver um certo nível plena atenção e concentração para ver as percepções.
09:04 Então, treinamos na meditação Vipassana, quando estamos sentados e ouvimos um som, a estamos conscientes do “tô ouvindo”, “tô ouvindo”, e saber que isso é apenas uma sensação, sem criar a percepção dela.
09:23 Ou você tem uma dor no corpo: você apenas faz uma anotação mental: “sensações”, “sensações”, ao invés de tornar essa sensação, a percepção do meu joelho.
09:40 Se você tem uma dor no corpo, você já o identifica como meu corpo. A mente se apega a essa percepção e sofre com ela, fica perturbada por ela.
09:52 Então, ao contrário, tentamos observar essas percepções e deixá-los passar.
10:00 Dessa maneira, a mente pode atingir um nível mais profundo de concentração.
10:05 E então chegamos ao quarto agregado, que é chamado de reações ou formações mentais.
10:16 Basicamente, é uma reação a sensações e percepções às quais reagimos com várias emoções, como cobiça, raiva, preocupações, ansiedade, estresse e tantas outras reações mentais, que são originadas pelo apego às percepções.
10:40 As formações mentais são os impulsos desfazer algo.
10:47 Se você sente uma coceira no corpo você tem impulso de coçá-la.
10:53 Mas você só faz uma “anotação” mental de “impulso”, “impulso”, ou “vontade”, “vontade” e você deixa passar, você relaxa não cede à vontade de coçar.
11:07 Dessa forma você também alcança um nível mais profundo de plena atenção.
11:13 Até agora, cobrimos quatro dos cinco agregados: o corpo sendo nossa camada externa, como uma casa.
11:27 Então quando deixamos isso passar, podemos alcançar o sentimento das sensações agradáveis, desagradáveis ou neutros.
11:37 Nos deixamos passar e podemos observar diretamente as percepções.
11:42 Deixamos as percepções passar e podermos receber diretamente as formações mentais e as reações que nos impele a fazer coisas.
11:53 Então deixamos isso passar e você alcança um nível mais interno dos cinco agregados: aquele da própria consciência.
12:05 A consciência em si e o sentido do EU.
12:12 Por isso, eu a chamo de “A consciência do Eu”. De maneira que mesmo que você deixe passar a forma, sensações, percepções, formações mentais e a mente fique tranquila, persiste a ideia de “Eu estou meditando”.
12:25 Identificamos essa consciência como sendo Eu.
12:30 Então, eu quero falar mais sobre a “natureza da consciência”.
12:36 A consciência é o aspecto mais útil da nossa mente. A consciência é a faculdade da mente de conhecer. É a parte da mente que é consciente e experimenta os objetos.
12:51 Tudo o mais, com a forma, as sensações, as percepções, as reações, as emoções e assim por diante tudo isso são objetos da consciência.
13:07 E geralmente consideramos essa consciência como sendo “Eu”. Há uma sensação de “eu estou consciente”. Há uma sensação de “sou eu quem está ouvindo, vendo, sentindo o gosto, o cheiro, tocando, pensando, gostando não gostando e assim por diante.
13:24 Então é à consciência que nos apegamos sendo “Eu”. E muitas vezes essa consciência pode até mesmo ser considerada como a alma de uma pessoa. Mas no ensinamento budista, essa consciência e, especialmente a consciência do ego, não é uma consciência inerente
13:50 Não é algo permanente ou eterno, mas é algo criado. Então a sensação do eu é criado dentro da mente por causa do apego.
14:03 É essa sensação do eu que persiste, a mente deixar passar totalmente é transcender para experimentar o estado de unidade, o estado de um com o todo, experimentar aquilo que está além da mente e da meta.
14:24 Sendo assim, é muito importante entender no ensinamento budista, a natureza da Consciência do Ego de ser capaz de deixá-la passar.
14:34 o que acabamos vivendo a vida toda em função desse Ego e para te satisfazer os desejos de ciego basicamente esse ego esse sentido eu é feito de desejo. Não pode existir ego sem desejo e nem desejo sem ego dois lados da mesma moeda.
14:58 É importante ver isso também no processo de meditação e no desenvolvimento da sabedoria como esses dois elementos viagem entre si dois elementos interagem entre si
15:14 quando a criança nasce a criança não nasce com sentido de eu sensação só se desenvolve depois de seis anos de vida do bebê
15:27 A sensação de eu começa a se desenvolver porque quando essa criança nasce dá-se um nome a ela
15:32 E os pais seguram, os parentes vem apertar suas bochechas e segurar os no colo pelo seu nome eles dão todo tipo de atenção
15:44 Mas, no começo, a consciência de criança é mais “oceânica”. Essa criança ainda não tem nem mesmo a ideia de que ela é diferente de sua mãe ou de qualquer outra pessoa.
15:54 Mas gradualmente a sensação do eu se coagula e o núcleo de uma consciência começa a se formar.
16:05 E, por causa da atenção que a você está dando a criança, chamando a pelo nome ela gradualmente vai tendo a ideia de que existe uma entidade ou uma pessoa permanente nesse corpo e mente, e que essa consciência pertence a esse corpo.
16:25 No ensinamento budista esse apego a sensação de Eu é o nível mais profundo da ignorância e também o nível mais profundo da causa de sofrimento.
16:34 Nos damos conta disso quando meditamos e conseguimos nos desapegar do corpo do sentimento das percepções das formações mentais
16:46 Mas mesmo quando a mente está bem tranquilo a sensação do eu ainda está presente devemos voltar nossa atenção para isso e tentar nos desapegar dessa sensação de eu
17:00 Mas é importante era a relação entre o ego e o desejo, por que enquanto a mente estiver apegada aos outros agregados a sensação de “Eu” parecerá real.
17:17 Quando nos desapegamos do desejos, quando nos desapegamos do desejo e do apego, a sensação do eu começa a desaparecer
17:28 Porque isso não é algo concreto, é algo que está principalmente na mente: é somente um aspecto do pensamento ela está sendo criada e cada momento
17:42 Essencialmente, o impacto sensorial está surgindo e passando, principalmente a consciência de ego, a sensação dessa consciência que está experimentando objetos externos
17:56 Esse aspecto do pensamento está sendo recriada a cada momento pela escuta, visão, paladar, olfato e tato.
18:02 A consciência do Ego surge e depois vai embora. O Buda descreve consciência, a consciência do Ego, como quando sentamos aqui, olhamos ao redor e vemos esse fluxo de imagem de tantas coisas diferentes
18:19 Mas isso é uma ilusão criada pela mente a consciência parecida com um rolo de filme esse rolo de filme é feito de várias poses com um pequeno espaço entre elas.
18:39 Então temos um filme inteiro feito de centenas e milhares de quadros individuais com um espaço no meio. Quando colocamos um projetor com luz ele aparece como um fluxo contínuo de eventos..
18:57 uma imagem aparece Ela parece ser real então nos apegamos a ela da mesma maneira é a consciência basicamente quando olhamos para fora e vemos coisas estamos assistindo um filme que queremos a nossa mente
19:16 Não vimos o surgimento e o desaparecimento desses movimentos os quais ouvimos, vemos, sentimos o cheiro, o gosto, o toque.
19:24 na verdade não os vemos, porque nossa mente é muito lenta. A mente é muito vagarosa. Então é como se cada um desses fragmentos passasse ao mesmo tempo.
19:32 então surge a ilusão de um mundo sólido, a ilusão de um “Eu” que está experimentando algo. Esta é basicamente uma ilusão muito inteligente, mas profundamente enraizado na mente.
19:46 Esse é, na verdade, o nível mais profundo da Meditação Vipassana: ver a realidade como ela é, ver a consciência como ela é, surgindo momento a momento por meio dos estímulos e sentidos.
20:04 Ver como nos apegamos aos objetos, como nos apegamos ao sentido do “Eu”. Que basicamente nos leva a fazer tudo o que fazemos na vida..
20:16 Porque toda vida é levada pelo sentido do eu porque o eu em seguida desenvolve cobiça e desenvolve a versão fica presa uma rede de Karma.
20:27 Então, ver a natureza ilusória e de consciência nível é o nível mais profundo do Insight. Primeiro desenvolve seu Insight da natureza da impermanência, o insight de que diversos fenômenos sensoriais o corpo e o mundo material estão sempre mudando.
20:49 E também que as percepções e os sentimentos e as formações mentais estão sempre mudando. Mas no nível mais profundo, vê-se como a própria consciência simplesmente surge e desaparece.
21:05 a nossa consciência possui três aspectos o conhecedor que é a sensação de eu sensação de selfie ao conhecido Que objeto que estamos experimentando.
21:29 quando se ouve um som Este é conhecido no sentido de que estou ouvindo um som o conhecedor com o sujeito e objeto mas nós não vemos o que existe no meio
21:32 no meio está a consciência no meio está a consciência do estar consciente mas não não a vemos porque a mente pula do conhecedor para o conhecido dentro do seu apego
21:48 estamos tão focados nos objetos do nosso amigo que não vemos no aspecto existente entre eles não vemos o estar consciente
21:59 E é assim que é visando eu surge então não treinamento digitação em primeiro lugar devemos nos desapegar do objeto.
22:12 Quando estamos prontos a nos desapegar do objeto então a sensação do eu começa a enfraquecer, mas ainda está lá.
22:21 E aí devemos voltar nossa atenção para essa sensação do “eu” para ver como essa sensação surge. E podemos observar diretamente como a sensação do “eu” cresce de acordo com a dimensão do novo apego ou aversão.
22:36 A sensação de perigo parece ser bastante real e forte. Mas com a prática de Vipassana, começamos a deixar passar o apego e as reações aos vários estímulos, e então a mente pode expandir.
22:53 E ao se expandir, a mente percebe que mais e mais coisas podem surgir e desaparecer sem apego e a sensação do “eu” começa a desaparecer.
23:05 Esse é percepção direta, uma observação direta de como a sensação do eu é feita de desejo. Quanto mais desejo e aversões você tem mais forte o sentido do eu.
23:21 E quando você deixa passar, a sensação do eu começa a enfraquecer, e com tempo, desaparece. Mas o problema que acontece com muitos meditadores é que eles conseguem deixar passar todas essas coisas, mas quando começam a desapegar do mundo exterior, das suas sensações, percepções e pensamentos, o medo surge.
23:40 Por que é basicamente como o medo da morte, principalmente o medo da morte do ego: o meio de se desapegar da sensação do “eu”, desapegar do pensar que o eu é é de alguma forma real.
23:58 Então você nunca vai conseguir se livrar disso, entrar nos níveis mais profundos de meditação, porque nesses níveis profundos da meditação, isso parece como a morte ou a morte do ego.
24:16. E é por isso que a mente das pessoas é empurrada de volta para mais atividades. Elas começam então a fazer coisa e a pensar para não perder a sensação do eu.
24:29 Mas se compreender a natureza do ego, e do eu, então não vai ter medo de deixar passar. E se você é capaz de gradualmente deixar passar, então você poderá experimentar uma transformação completa da consciência.
24:48 A consciência se transforma num tipo de experiência mais expandida e universal quando a sensação do “eu” desaparece. Essa é uma experiência muito prazeirosa.
25:04 Isso é a verdadeira libertação, porque a maior prisão é estar preso no ego., ser um prisioneiro “eu”, “me” e ““meu”.
25:17 E ver-se preso no “eu”, “me”, “meu” e todos os seus hábitos. Então quando se é finalmente capaz de se desapegar dos últimos traços de sensação do “eu”, sua mente se torna livre.
25:34 Na linguagem do Buda, esse é o mais profundo do estado de liberação. Mas esse é um processo gradual.
25:44 Primeiro nos liberamos do apego às coisas externas do apego às Sensações do apego as percepções nos liberamos na prisão dos formações mentais das ações e por fim o intelectual.
25:54 Esse último vestígio de trás do eu e se experimenta a verdadeira liberação do sofrimento.
26:13 é assim que pela superação do eu, esse é o nível mais profundo que se pode experimentar o fim do sofrimento e também se pode experimentar as quatro nobres verdades.
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