03 abril 2009

minhocão


veja a
entrevista no SuhiPop

o miguel, ou "o minhocão", é daquela turma que mora no prédio da ray, que fica próximo a lagoa do taquaral. a coisa começou, quando em novembro de 1993 a ray fez o 10o.tokkou. a partir dela, quanse que o prédio inteiro fez tokkou, e os respectivos filhos a fazerem vilaparaiso. desde então, todo ano, na época das férias escolares, vinham fazer a vilaparaiso. o miguel conta que pegou gosto pelo teatro vendo e fazendo a função de "irmão mais velhos", fazendo a animação, teatrinho para a criançada.

bão, estava contando isso, pra dizer que o miguel quiz ser ator, fez graduação na unicamp, e agora está aí, na labuta, fazendo o que ele gosta. e já faz algum tempo que ele me convida a assistir as peças em que ele atua.

um dia estava voltando da fazenda de tardezinha, já meio escuro, na sp340, ele me liga: alamm!! vem assistir a peça de formatura !! (ou formação?, sei lá entendi que era uma montagem do final da faculdade)... tava supercansado, num fui.

e agora, tem essa montagem, cujo o orginal é um HQ japa, ou seja um mangá. esse "death note", ou o "caderno da morte" não conheço. é coisa mais recente (2004-2006).

ahh, os meus mangás prefridos são de outra época.
anos 70 - Ashita no Joe

ok, antes de ver a peça, ou ler o mangá...

death note no wiki

20:30hum... agora descubro pelo shin e nanako que tamos a coleção completa aqui em casa, e todo mundo já leu...


3 comentários:

  1. AHHAHA! MUITO LEGAL ALAM!!
    valeu pelo post! me senti honrado!
    agora tbm estou nessa de blogger! to fazendo os bastidores da peça no cadernodamorte.blogspot.com
    dá uma olhada e depois me diz oque achou!
    grande abraço!

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  2. um fato curioso.. agora que estou estudando mangá e tudo o mais... vc sabia que quando saiu o ultimo capitulo do ashita no joe no japão, fica dúbio se ele morreu ou não, mas parece que ele morre né? então foi feito um funeral para ele na frente da editora, mais 700 pessoas, entre estudantes e empresários, deixaram a escola e o trabalho, se vestiram de preto com flores e incenso e um monge budista conduziu a cerimonia em nome de um personagem de mangá! isso mostra como as pessoas são capazes de demostrar o carinho pelos seus personagens favoritos!
    achei muito curioso isso, já que vc curtia esse mangá!

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  3. miguel, que legal vc estar estudando a história do mangá. naquela epoca nos anos 60-70, estas revistas de quadrinho eram semanais, mas pra nós aqui no brasil, por questão de custo, a importação era feito via navio e era remetido mensalmente. então além de demorar 30 dias pra chegar, vinha uma vez por mes, as 4-5 revistas de uma vez só. ah, como eram longas aqueles 30 dias de espera...
    o "astro boy" é de autoria de "osamu tetsuka", que se fizermos uma comparação, seria como se fosse o joão gilberto para a bossa nova, ou tal como kuroswa para o cinema. influenciou toda uma geração de HQistas.
    agora, o "ashita no joe", foi um fenômeno na época. era lido por uma faixa etária e social bastante ampla. ficou famosíssima uma declaração de um grupo extremista (quase suicida), daquela turma de movimento estudantil de esquerda, da guerrilha urbana que se metetam nos anos 70, onde num dos trechos eles se auto proclamavam "ashita no joe"...

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pitacos carinhosos