25 fevereiro 2026

Codificação preditiva

Codificação preditiva




Na neurociência, a codificação preditiva (também conhecida como processamento preditivo) é uma teoria da função cerebral que postula que o cérebro está constantemente gerando e atualizando um "modelo mental" do ambiente. De acordo com a teoria, esse modelo mental é usado para prever sinais de entrada dos sentidos que são então comparados com os sinais de entrada reais desses sentidos. A codificação preditiva é membro de um conjunto mais amplo de teorias que seguem a hipótese do cérebro bayesiano.

Origens

Os ancestrais teóricos da codificação preditiva datam de 1860 com o conceito de inferência inconsciente de Helmholtz.[1] Inferência inconsciente se refere à ideia de que o cérebro humano preenche informações visuais para dar sentido a uma cena. Por exemplo, se algo é relativamente menor que outro objeto no campo visual, o cérebro usa essa informação como uma provável indicação de profundidade, de modo que o observador acaba (e involuntariamente) experimentando profundidade. A compreensão da percepção como a interação entre estímulos sensoriais (de baixo para cima) e conhecimento conceitual (de cima para baixo) continuou a ser estabelecida por Jerome Bruner que, a partir da década de 1940, estudou as maneiras pelas quais necessidades, motivações e expectativas influenciam a percepção, pesquisa que veio a ser conhecida como psicologia New Look ("Novo Olhar"). Em 1981, McClelland e Rumelhart examinaram a interação entre características de processamento (linhas e contornos) que formam letras, que por sua vez formam palavras. Embora as características sugiram a presença de uma palavra, eles descobriram que quando as letras eram colocadas no contexto de uma palavra, as pessoas conseguiam identificá-las mais rapidamente do que quando elas eram colocadas em uma não palavra sem contexto semântico. O modelo de processamento paralelo de McClelland e Rumelhart descreve a percepção como o encontro de elementos de cima para baixo (conceituais) e de baixo para cima (sensoriais).[2]

No final da década de 1990, a ideia de processamento de cima para baixo e de baixo para cima foi traduzida em um modelo computacional de visão por Rao e Ballard. O artigo demonstrou que poderia haver um modelo generativo de uma cena (processamento de cima para baixo), que receberia feedback por meio de sinais de erro (o quanto a entrada visual variou da previsão), o que posteriormente levaria à atualização da previsão. O modelo computacional foi capaz de replicar efeitos de campo receptivo bem estabelecidos, bem como efeitos de campo receptivo extraclássicos menos compreendidos, como o end-stopping.[3]

Em 2004, Rick Grush propôs um modelo de processamento perceptual neural segundo o qual o cérebro gera constantemente previsões baseadas em um modelo generativo (o que Grush chamou de "emulador") e compara essa previsão com a entrada sensorial real. A diferença, ou "resíduo sensorial", seria então usada para atualizar o modelo de modo a produzir uma estimativa mais precisa do domínio percebido. Segundo Grush, os sinais de cima para baixo e de baixo para cima seriam combinados de uma forma sensível ao ruído esperado (também conhecido como incerteza) no sinal de baixo para cima, de modo que, em situações em que o sinal sensorial fosse conhecido por ser menos confiável, a previsão de cima para baixo receberia maior peso, e vice-versa. A estrutura de emulação também se mostrou hierárquica, com emuladores específicos de modalidade fornecendo expectativas de cima para baixo para sinais sensoriais, bem como emuladores de nível superior fornecendo expectativas das causas distais desses sinais. Grush aplicou a teoria à percepção visual, às imagens visuais e motoras, à linguagem e aos fenômenos da teoria da mente.[4]

Estrutura geralEsquema conceitual de codificação preditiva com 2 níveis

A codificação preditiva foi desenvolvida inicialmente como um modelo do sistema sensorial, em que o cérebro resolve o problema de modelar causas distais de entrada sensorial por meio de uma versão da inferência bayesiana. Assume-se que o cérebro mantém representações internas ativas das causas distais, o que lhe permite prever as entradas sensoriais. Uma comparação entre previsões e informações sensoriais produz uma medida de diferença (por exemplo, erro de previsão, energia livre ou surpresa) que, se for suficientemente grande além dos níveis de ruído estatístico esperado, fará com que o modelo interno seja atualizado para prever melhor as informações sensoriais no futuro.[5]

Os erros de previsão não só podem ser usados para inferir causas distais, mas também para aprendê-las por meio da plasticidade neural.[3] Aqui a ideia é que as representações aprendidas pelos neurônios corticais refletem as regularidades estatísticas nos dados sensoriais. Essa ideia também está presente em muitas outras teorias de aprendizagem neural, como a codificação esparsa, com a diferença central de que na codificação preditiva não apenas as conexões com entradas sensoriais são aprendidas (ou seja, o campo receptivo), mas também conexões preditivas de cima para baixo de representações de nível superior. Isso torna a codificação preditiva semelhante a alguns outros modelos de aprendizagem hierárquica, como máquinas de Helmholtz e redes de crença profunda, que, no entanto, empregam algoritmos de aprendizagem diferentes. Assim, o uso duplo de erros de previsão para inferência e aprendizagem é uma das características definidoras da codificação preditiva.[6]

Pesagem de precisão

A precisão da entrada sensorial é sua previsibilidade com base no ruído do sinal e outros fatores. As estimativas de precisão são cruciais para minimizar eficazmente o erro de previsão, pois permitem ponderar as entradas sensoriais e as previsões de acordo com a sua fiabilidade.[7] Por exemplo, o ruído no sinal visual varia entre o amanhecer e o anoitecer, de modo que uma maior confiança condicional é atribuída aos erros de previsão sensorial em plena luz do dia do que ao anoitecer.[8] Abordagens semelhantes são usadas com sucesso em outros algoritmos que realizam inferência bayesiana, por exemplo, para filtragem bayesiana no filtro de Kalman.[9]

Também foi proposto que tal ponderação de erros de previsão em proporção à sua precisão estimada é, em essência, atenção,[10] e que o processo de dedicação de atenção pode ser neurobiologicamente realizado por sistemas de ativação reticular ascendentes (ARAS) otimizando o “ganho” de unidades de erro de previsão. No entanto, também foi argumentado que a ponderação de precisão só pode explicar a "atenção espacial endógena", mas não outras formas de atenção.[11]

Inferência ativa

O mesmo princípio de minimização de erros de previsão foi usado para fornecer uma explicação do comportamento em que as ações motoras não são comandos, mas previsões proprioceptivas descendentes. Neste esquema de inferência ativa, os arcos reflexos clássicos são coordenados de modo a amostrar seletivamente a entrada sensorial de maneiras que melhor cumpram as previsões, minimizando assim os erros de previsão proprioceptiva.[10] Na verdade, Adams et al. (2013) analisam evidências que sugerem que esta visão da codificação preditiva hierárquica no sistema motor fornece uma estrutura baseada em princípios e neuralmente plausível para explicar a organização agranular do córtex motor.[12] Essa visão sugere que “os sistemas perceptivo e motor não devem ser considerados separados, mas sim como uma única máquina de inferência ativa que tenta prever sua entrada sensorial em todos os domínios: visual, auditivo, somatossensorial, interoceptivo e, no caso do sistema motor, proprioceptivo."[12]

Teoria neural na codificação preditiva

Grande parte do trabalho inicial que aplicou uma estrutura de codificação preditiva aos mecanismos neurais veio do processamento sensorial, particularmente no córtex visual.[3][13] Essas teorias pressupõem que a arquitetura cortical pode ser dividida em níveis hierarquicamente empilhados, que correspondem a diferentes regiões corticais. Acredita-se que cada nível abriga (pelo menos) dois tipos de neurônios: "neurônios de previsão", que visam prever as entradas de baixo para cima no nível atual, e "neurônios de erro", que sinalizam a diferença entre entrada e previsão. Acredita-se que esses neurônios sejam principalmente neurônios piramidais superficiais e não superficiais, enquanto os interneurônios desempenham funções diferentes.[13]

Nas regiões corticais, há evidências de que diferentes camadas corticais podem facilitar a integração de projeções de pré-alimentação e retroalimentação entre hierarquias.[13] Portanto, essas camadas corticais foram consideradas centrais no cálculo de previsões e erros de previsão, sendo a unidade básica uma coluna cortical.[13][14] Uma visão comum é que:[13][15]Neurônios de erro residem nas camadas supragranulares 2 e 3, uma vez que esses neurônios apresentam atividade esparsa e tendem a responder a eventos inesperados
Neurônios de previsão residem na camada profunda 5, onde muitos neurônios exibem respostas densas
A ponderação de precisão pode ser implementada por meio de diversos mecanismos, como neuromoduladores ou projeções de longo alcance de outras áreas do cérebro (por exemplo, tálamo)

Entretanto, até agora não há consenso sobre como o cérebro provavelmente implementa a codificação preditiva. Algumas teorias, por exemplo, propõem que as camadas supragranulares contêm não apenas neurônios de erro, mas também neurônios de previsão.[13] Também ainda é debatido por quais mecanismos os neurônios de erro podem calcular o erro de previsão.[16] Como os erros de previsão podem ser negativos e positivos, mas os neurônios biológicos só podem mostrar atividade positiva, são necessários esquemas de codificação de erros mais complexos. Para contornar este problema, teorias mais recentes propuseram que a computação de erros poderia ocorrer em dendritos neurais.[17][18] Ver também a memória temporal hierárquica do córtex.

Aplicações da codificação preditiva

Percepção

A evidência empírica para codificação preditiva é mais robusta para processamento perceptual. Já em 1999, Rao e Ballard propuseram um modelo hierárquico de processamento visual no qual a área cortical visual de ordem superior envia previsões e as conexões de pré-alimentação transportam os erros residuais entre as previsões e as atividades reais de nível inferior.[3] De acordo com este modelo, cada nível na rede do modelo hierárquico (exceto o nível mais baixo, que representa a imagem) tenta prever as respostas no nível imediatamente inferior por meio de conexões de retroalimentação, e o sinal de erro é usado para corrigir a estimativa do sinal de entrada em cada nível simultaneamente.[3] Emberson et al. estabeleceram a modulação de cima para baixo em bebês usando um paradigma de omissão audiovisual multimodal, determinando que até mesmo os cérebros infantis têm expectativas sobre a futura entrada sensorial que é transportada a jusante dos córtices visuais e são capazes de feedback baseado em expectativas. Dados de espectroscopia funcional próxima ao infravermelho (fNIRS) mostraram que o córtex occipital infantil respondeu à omissão visual inesperada (sem entrada de informação visual), mas não à omissão visual esperada. Esses resultados estabelecem que, em um sistema de percepção organizado hierarquicamente, neurônios de ordem superior enviam previsões para neurônios de ordem inferior, que por sua vez enviam de volta o sinal de erro de previsão.[19]

Interocepção

Existem vários modelos concorrentes para o papel da codificação preditiva na interocepção.

Em 2013, Anil Seth propôs que os nossos estados de sentimentos subjetivos, também conhecidos como emoções, são gerados por modelos preditivos que são ativamente construídos a partir de avaliações interoceptivas causais.[20] Em relação à forma como atribuímos estados internos de outros a causas, Sasha Ondobaka, James Kilner e Karl Friston (2015) propuseram que o princípio da energia livre requer que o cérebro produza uma série contínua de previsões com o objetivo de reduzir a quantidade de erro de previsão que se manifesta como “energia livre”. Esses erros são então usados para modelar informações antecipatórias sobre qual será o estado do mundo exterior e sobre atribuições de causas desse estado do mundo, incluindo a compreensão das causas do comportamento dos outros. Isso é especialmente necessário porque, para criar essas atribuições, nossos sistemas sensoriais multimodais precisam de previsões interoceptivas para se organizarem. Portanto, Ondobaka postula que a codificação preditiva é fundamental para entender os estados internos de outras pessoas.[21]

Em 2015, Lisa Feldman Barrett e W. Kyle Simmons propuseram o modelo de codificação de interocepção preditiva incorporada, uma estrutura que unifica os princípios de inferência ativa bayesiana com uma estrutura fisiológica de conexões corticocorticais. Usando esse modelo, eles postularam que os córtices visceromotores agranulares são responsáveis por gerar previsões sobre a interocepção, definindo assim a experiência da interocepção.[22]

Contrariamente à noção indutiva de que as categorias de emoção são biologicamente distintas, Barrett propôs mais tarde a teoria da emoção construída, que é o relato de que uma categoria de emoção biológica é construída com base numa categoria conceptual— a acumulação de instâncias que partilham um objetivo. Em um modelo de codificação preditiva, Barrett levanta a hipótese de que, na interocepção, nossos cérebros regulam nossos corpos ativando "simulações incorporadas" (representações corporais completas da experiência sensorial) para antecipar o que nossos cérebros preveem que o mundo externo nos lançará sensorialmente e como responderemos a isso com ações. Essas simulações são preservadas se, com base nas previsões do nosso cérebro, elas nos preparam bem para o que realmente ocorre posteriormente no mundo externo, ou elas, e nossas previsões, são ajustadas para compensar seus erros em comparação ao que realmente ocorre no mundo externo e quão bem preparados estávamos para isso. Então, em um processo de tentativa-erro-ajuste, nossos corpos encontram semelhanças em objetivos entre certas simulações antecipatórias bem-sucedidas e as agrupam em categorias conceituais. Toda vez que surge uma nova experiência, nossos cérebros usam esse histórico de tentativa-erro-ajuste para associar a nova experiência a uma das categorias de simulações corrigidas acumuladas com as quais ela compartilha mais semelhanças. Em seguida, eles aplicam a simulação corrigida dessa categoria à nova experiência, na esperança de preparar nossos corpos para o resto da experiência. Caso contrário, a previsão, a simulação e talvez os limites da categoria conceitual serão revisados na esperança de maior precisão na próxima vez, e o processo continua. Barrett levanta a hipótese de que, quando o erro de previsão para uma determinada categoria de simulações para experiências do tipo x é minimizado, o resultado é uma simulação informada por correção que o corpo irá reativar para cada experiência do tipo x, resultando em uma representação totalmente incorporada e informada por correção da experiência sensorial—uma emoção. Nesse sentido, Barrett propõe que construímos nossas emoções porque a estrutura de categorias conceituais que nossos cérebros usam para comparar novas experiências e escolher a simulação sensorial preditiva apropriada para ativar é construída em tempo real.[23][24]

Ciência da computação

Com a crescente popularidade da aprendizagem de representação, a teoria também tem sido ativamente buscada e aplicada na aprendizagem de máquina e campos relacionados.[25][26][27]

Desafios

Um dos maiores desafios para testar a codificação preditiva tem sido a imprecisão de como exatamente funciona a minimização do erro de previsão.[28] Em alguns estudos, o aumento do sinal BOLD foi interpretado como sinal de erro, enquanto em outros indica mudanças na representação de entrada.[28] Uma questão crucial que precisa ser abordada é o que constitui exatamente o sinal de erro e como ele é calculado em cada nível de processamento de informações.[13] Outro desafio que foi colocado é a tratabilidade computacional da codificação preditiva. De acordo com Kwisthout e van Rooij, a subcomputação em cada nível da estrutura de codificação preditiva esconde potencialmente um problema computacionalmente intratável, o que equivale a “obstáculos intratáveis” que os modeladores computacionais ainda não superaram.[29]

 

🎬 Perfect Days — de Wim Wenders

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Eu gostei muito de Dias Perfeitos.

E digo isso não como alguém deslumbrado com estética minimalista, mas como alguém que já viveu o outro extremo: a intensidade das grandes narrativas, das utopias comunitárias, da crença na transformação estrutural como horizonte absoluto.

Talvez justamente por ter atravessado essas fases é que o filme me tocou.

O que me impressiona não é uma suposta resignação, mas a densidade do cotidiano. O personagem interpretado por Koji Yakusho não é um derrotado. Ele não parece anestesiado. Ele escolhe um ritmo. Ele cultiva atenção. Ele mantém uma delicadeza interior num mundo que tende à brutalidade funcional.

Num tempo em que tudo precisa ser grandioso, militante ou performático, o filme aposta na contenção. E isso, para mim, não é despolitização automática. É um deslocamento de eixo.

Eu já acreditei que mudar o mundo era o primeiro passo para viver plenamente. Hoje reconheço que, sem qualidade de presença, qualquer projeto coletivo pode se tornar máquina. Dias Perfeitos não oferece programa social, não propõe revolução, não idealiza comunidade. Mas oferece algo que considero raro: uma ética da atenção.

A beleza da luz nas árvores, a repetição quase ritual do trabalho, a música antiga no carro — nada disso me parece “fetiche da aridez”. Parece disciplina sensível. Parece alguém que não deixou o sistema capturar completamente sua interioridade.

Talvez o filme não seja sobre aceitar o mundo como está. Talvez seja sobre preservar a humanidade enquanto o mundo é o que é.

Eu continuo acreditando na necessidade de justiça estrutural, de debate público, de crítica às desigualdades. Mas também sei que sem densidade interior qualquer utopia vira doutrina. Nesse sentido, Dias Perfeitos não me parece resignado. Me parece maduro.

Ele não promete salvação coletiva.
Não romantiza heroísmo.
Não dramatiza sofrimento.

Mostra alguém vivendo com rigor, silêncio e alguma alegria discreta.

E isso, para mim — depois de tantas fases, crenças e rupturas — não é pouco.

24 fevereiro 2026

Dias Perfeitos - Reflexões

Por causa da recente polêmica envolvendo Wim Wenders no Festival de Berlim, voltei a pensar em Perfect Days e no furor que o filme provocou quando foi lançado. Eu mesmo gostei muito quando assisti.

A delicadeza, o ritmo, a fotografia, e sobretudo a atuação brilhante de Koji Yakusho me tocaram profundamente. Mas, olhando hoje com mais distância — e à luz da minha própria trajetória — percebo que o que mais me impactou também é o que mais me inquieta. Vejo no filme algo que, por falta de expressão melhor, chamo de “fetiche da aridez”. Uma estetização da escassez. Não da miséria explícita, mas de uma vida reduzida ao mínimo: repetição, silêncio, solidão organizada, pequenos lampejos de beleza no meio de uma rotina árida.

 O protagonista encontra sentido: na luz atravessando as árvores, numa fita cassete antiga, num gesto repetido com precisão quase ritual. É bonito. É quase espiritual. Mas eu me pergunto: isso é liberdade interior genuína ou é sublimação da falta de alternativas?

Talvez minha inquietação venha da minha própria história.
Eu vivi a fase das grandes utopias.
Vivi a crença na transformação coletiva, na reorganização da sociedade, na busca da “essência”. Acreditei na força da comunidade, na possibilidade de uma vida compartilhada que transcendesse o individualismo.
Depois vi como esses ideais podem se cristalizar, como estruturas podem se centralizar, como a promessa de verdade pode sufocar a subjetividade.

Hoje, quando vejo um filme que praticamente abdica da dimensão política e abraça uma ética individual de adaptação silenciosa, isso me toca de maneira ambígua.

De um lado, eu reconheço a dignidade do personagem.
Ele não parece derrotado.
Ele escolhe o ritmo.
Há uma força ali.

 De outro, não consigo deixar de perceber a ironia: ele lava banheiros públicos o dia todo e mora num lugar onde nem sequer tem banheiro próprio para tomar banho.

Isso pode ser lido como crítica sutil ao sistema urbano contemporâneo, ou como normalização poética da precariedade.

 E talvez o que me incomode não seja o filme em si, mas o espírito do tempo que ele simboliza.

Depois da derrocada das grandes lutas por igualdade social, da perda de fôlego das utopias coletivas que por séculos alimentaram uma ideia de comunidade, parece que o horizonte encolheu.

O que resta são micro-rituais de sentido.
Cada um que encontre sua forma de se adaptar à máquina.
Cada um que descubra sua pequena beleza privada para continuar levantando da cama todos os dias. Isso pode ser maturidade. Pode ser sabedoria.
Mas também pode ser despolitização.

Eu não nego a beleza do filme.
Pelo contrário, fui profundamente tocado por ele.

Talvez justamente porque hoje eu já não busco salvação totalizante.
Já atravessei a fase da crença absoluta na transformação estrutural.

Mas também não consigo aceitar sem tensão a ideia de que basta organizar a própria rotina e encontrar pequenas luzes no meio da aridez.

Entre a utopia totalizante e o minimalismo resignado, eu continuo buscando um terceiro caminho: uma comunidade sem dogma, uma política sem fanatismo, uma vida com beleza — mas também com justiça estrutural.

 Talvez seja por isso que Perfect Days ainda ecoe tanto em mim.

08 março 2025

Princípios da codificação preditiva

Princípios da codificação preditiva é  uma teoria neurocientífica que propõe que o cérebro não apenas recebe informações do ambiente, mas constantemente antecipa e gera previsões sobre o que será percebido.

Essa abordagem sugere que a percepção não é um simples reflexo da realidade externa, mas um processo ativo de inferência e comparação entre previsões internas e estímulos sensoriais.

28 dezembro 2023

Essência

O termo antagônico à essência é o "aparência" ou "manifestação".
Enquanto a essência refere-se à natureza intrínseca, fundamental e subjacente de algo, a aparência é a forma externa ou superficial que algo assume.
Esses termos muitas vezes são usados em oposição um ao outro quando se discute a distinção entre a verdadeira natureza de algo e a forma como ela se apresenta ou é percebida.

23 setembro 2023

conferir vida as coisas

人のためにと出来た物事を、人のためになるよう用うることこそ、その物に命を与え、持ち場を得せしめたことになります。

Utilizar para beneficiar as pessoas, as coisas feitas para o benefício das pessoas, isso sim, torna-se algo que confere vida a essa coisa, conseguiu um posto.

10 julho 2023

IA não é inteligência e sim marketing para explorar trabalho humano, diz Nicolelis

Neurocientista diz que a mente humana resulta de milhões de anos de evolução: 'quero ver ChatGPT sobreviver a um jogo do Palmeiras'

8.jul.2023 às 8h00

Pedro S. Teixeira

SÃO PAULO

O ChatGPT funciona como uma ferramenta de marketing por gerar desigualdades na relação entre empregador e força de trabalho, diz o neurocientista Miguel Nicolelis. Para ele, a inteligência é o resultado de milhões de anos de evolução, que não podem ser computados em código binário.

Nicolelis trabalha há 30 anos com redes neurais, mecanismo por trás dos atuais algoritmos de aprendizado de máquina. Referência em interfaces entre cérebro e máquina, atuou no desenvolvimento de neuropróteses capazes de restaurar movimentos do corpo. Durante a abertura da Copa de 2014, na capital paulista, um cadeirante chutou a bola ao gol com o auxílio de um equipamento desenvolvido por ele.

Miguel Nicolelis pesquisou exoesqueletos que ajudam pacientes, antes em cadeiras de rodas, a dar primeiros passos. Nicolelis é um homem branco, veste camisa azul, sob suéter preto.Miguel Nicolelis pesquisou exoesqueletos que ajudam pacientes, antes em cadeiras de rodas, a dar primeiros passos. Nicolelis é um homem branco, veste camisa azul, sob suéter preto.

Nicolelis afirma à Folha que é absurdo dizer que os modelos de linguagem como o ChatGPT são dez vezes mais inteligentes que um ser humano por escreverem de forma veloz ou se comunicarem em diversos idiomas, como fez Geoffrey Hinton, cientista da computação que inventou as redes neurais e foi sócio e conselheiro do Google por mais de uma década. "A tartaruga é extremamente inteligente, só é lenta."

16 maio 2023

analise da situação

analise da situação

situação atual?
neste lugar, há "coisas" a fazer e prioriza-se o que precisa ser feito.


ali, estão focadas em realizar com maestria as "coisas" a serem feitas, realiza com maetria obtendo
a sensação de conquista
a sensação de realização.

um estado em que não enxerga o seus próprios sentimento,
um estado em que não age de forma autônoma,
age auto dirigido com estilo próprio.

um estado em que não consegue enxergar a pessoa, 
um estado em que não consegue enxergar a realidade da pessoa,

e na origem? 
há de existir a pessoa, há de existir a realidade pessoa,
há de existir a sociedade, há de existir a realidade da sociedade,
há de existir o coração verdadeiro (verdadeiros desejos/sentimentos).

na origem
existem os sentimentos,
existe a sociedade.


e aqui?
como é esse lugar?
as pessoas deste lugar, como são eles?
que "coisas" devo fazer para não ser mal visto?
que "coisas" devo falar paara ser bem visto?
que "coisas" devo fazer para ser aceito e incluso por pessoas deste lugar?
o que devo fazer para ser aceito pelas pessoas deste lugar?


como está dando maior importância nas "coisas" a serem feitas,
parece estar usando a cabeça com todo o empenho
em o que fazer com as "coisas" a serem feitas.

26 abril 2023

"Eu quero que você faça 〇〇"



Quando alguém pede "por favor faça o 〇〇", é natural sentir vontade de atender a esse pedido e satisfazer o desejo da pessoa. No entanto, escolher não fazer isso é algo que só os pais podem fazer com facilidade.

Responder a esses pedidos de forma natural é um ato bondoso, mas em certas ocasiões, escolher não fazer isso pode ser uma decisão sábia. Como pais, eles precisam equilibrar o atendimento aos pedidos de seus filhos com a necessidade de desenvolver a independência e maturidade deles. Também é importante considerar se o pedido é apropriado e se atender a ele não causará danos a si mesmo ou a outras pessoas.

16 abril 2023

A diferença decisiva entre pessoas com alta e baixa autoestima: o que acontece durante os primeiros 2 anos de vida após o nascimento"

A autoestima é determinada pela forma como os pais interagem com os filhos
Como nos sentimos em relação às coisas, quais emoções são ativadas em nossa mente e vem à consciência - estas são amplamente influenciadas pela nossa natureza inata e pelas experiências da nossa fase de infância.



10 abril 2023

As limitações de um grupo

「ヤマギシズムの本質を探る」(『ボロと水』第1号)に掲載された鶴見俊輔氏の発言から。
鶴見:「集団には集団の限界がある。集団は自然に集団の暴力性ってのを持ちやすいんだ。つまり強制するっていうかな。集団の多数による強制って、出ると思う。そうするとね、考え方の枠が決まっちゃうの。ちょっと違う考え方をしようとする人間を、何となく肘を押さえる形になって危ないんだ。それはね、その集団のいき方は間違いだっていうふうなことをいい得る強い人間をつくらなくなってしまうわけよ。だから集団だけに固執するとすればよ、だんだんとより多くの集団である国家に閉じ込められちゃってね、国家が「中国と戦争しよう。これが自由のためだ!」といえばね、集団だけに慣らされた人間はね、山岸会員であっても、のこのこと一緒にくっついていくような、去勢された人間になっちゃう危険性がある。」



W:「でも個人の意志が尊重されればね、集団であっても別にかまわないと思う。」
鶴見:「そのところは、とても、非常に難かしいねえ—-」
「集団は集団で暮らしている中に限界があるので、個人でなければやっていけないような、つまり、集団から離しちゃう個人というのを、繰り返しつくって、個人でも立っていけるような人間っていうのを、繰り返し突き放してやっていかなきゃ—-。春日山でしか生きられないように人間になったら、危ないわね。これは結局ね、日本の政府に飼い馴らされちゃう。」
「だから個人にも限界があるわけ。集団にも限界がある。そういうふうに両義的にとらえて欲しいんだな—-。」
「だから原則はいいんだ。このテキスト(『ヤマギシズム社会の実態』)に書いてある限りは原則ってあるんだ。だが実際問題の運営でいうとね、研鑽会でもさ、やっぱり多数の暴力っていうのか、やっぱり、各所に現れてきているね。」

・「研鑽のよって立つところ」
鶴見:「ひとりで生きられない人間が、こう、たくさん寄るとねえ、そこに集団の暴力性が出てきますねえ----。」
「そういう人間ってのはねえ、他の個人より多く狂信的でねえ、「この意見は決まった。正しいんだ!なぜ分らんのか」と、いたけだかになる形の人が多いんですよ、それは。威張り返るってのは大体そうですねえ。自分の考えを自分でやるという、こう考える人間ってのはねえ、そういうことを普通はしないもんなんですがねえ----。(中略)
 集団が一枚に固まっちゃったら、もう集団そのものが自滅しますよ。そういう問題があるわけ。だから、集団をつくろうと思ったらどうしても、こう、個に返すということを、繰返し繰返し突き放してやっていかなきゃあ----。そうしないと普通、集団の自己陶酔が始まるんですよ。」
(「ヤマギシズムの本質を探る」『ボロと水』第1号、ヤマギシズム出版社、1971より)】

Entrevistador: "Explorando a essência do Yamagishismo" (primeira edição de "Boro to Mizu"), com base nos comentários de Toshio Tsurumi.

小才のきくものは使いものにならない

    「小才のきくものは使いものにならない」ということわざは、わずかな才能しかない人物が、大きな仕事を任されると失敗することを表しています。このことわざは、才能がある人物には、その才能に合った仕事を任せるべきだという意味もあります。

    「小才のきくものは使いものにならない」という言葉は、能力があるが、その能力があまり高くない人のことを指しています。つまり、能力が低い人が何かをするよりも、能力が高くてものごとを成し遂げることができる人が役に立つということです。

    しかし、人間の能力には様々な種類があり、ある分野で小才であっても、他の分野で大きな才能を持っていることもあります。また、小才でもコツコツと努力していれば、大きな成果を挙げることもできます。

    したがって、「小才のきくものは使いものにならない」という言葉は、あくまで一面的な見方であり、人の能力を決定するためには、様々な要素を考慮する必要があります。

  1. Sentido do provérbio:

    • Ele indica que uma pessoa com apenas um talento limitado ou superficial pode até parecer hábil, mas quando recebe uma tarefa importante, tende a fracassar.

    • A mensagem é que cada pessoa deve ser encarregada de trabalhos compatíveis com o seu verdadeiro nível de capacidade.

  2. Interpretação mais ampla:

    • “小才のきくもの” refere-se a alguém que tem alguma habilidade, mas não é realmente excepcional.

    • O provérbio sugere que é melhor confiar grandes responsabilidades a pessoas de grande talento ou visão, e não àquelas que só demonstram pequenas espertezas ou habilidades superficiais.

  3. Visão crítica:

    • O texto, porém, ressalta que essa é uma visão limitada.

    • Nem sempre quem tem “pequeno talento” é inútil — as habilidades humanas são diversas: alguém pode ser modesto em uma área e brilhante em outra.

    • Além disso, esforço e persistência podem levar até mesmo alguém de talento modesto a alcançar grandes resultados.

  4. Conclusão:

    • Portanto, o provérbio expressa apenas um ponto de vista parcial.

    • Para avaliar a verdadeira capacidade de uma pessoa, é preciso considerar vários aspectos, e não apenas o tamanho aparente de seu talento.

09 abril 2023

anos 80 - os encontros

Foi a fase quanto estava terminando a da vida estudantil para enfrentar a vida adulta, profissional, que trabalho vou fazer, buscando a razão para viver, uma causa para lutar, razão da existência?. Havia tomado um banho do ambiente universitário, do movimento estudantil, as narrativas da transformação social pela militância política, o interesse foi se voltando para a transformação pessoal, utopia, filosofia oriental, ecologia, psicologia, terapias corporais, yoga, gurus, os rajneeshis.

Dois encontros direcionam a minha vida no inicio da década, em dezembro/1980 com Ines Sakay e em fevereiro /1981 com Hideo Maeda(nasc.1923). Com esse background, parece o rumo e a direção já estivessem determinadas, de certa forma, estava em busca desses dois encontros.   
 

Hideo Maeda (1923), que teve encontro com Mi Yamagishi em 1954, foi zelador do 1o. Tokkou em 1956), veio como imigrante para Brasil com a família, (esposa e 2 filhos) em 1972 (ele com 49 anos), quando o encontrei estava em Ibiúna, criando galinhas com sistema Yamaguishi.  

Ines Sakay (1957), depois de terminar curso de formação de Yoga em São Paulo, interrompeu o curso de Biomédicas, havia feito transferência para curso de farmácia na UEL, e aberto uma sala de Yoga, como professora, conheci-a quando Heladio e Lucy me convidaram para visitá-la na casa dos pais na Rua Sergipe em dezembro de 1980.

愚直

愚直
Alguém que é tão honesto e sério a ponto de ser considerado "tolo", refere-se à abordagem de uma pessoa em lidar com as coisas, sempre seguindo em frente com integridade, sem o comportamento astuto de tentar cortar caminho ou mudar de rumo no meio do caminho. É uma expressão com conotação positiva de admiração e elogio àqueles que perseveram em sua trajetória com retidão e sem desviar do caminho certo.

25 março 2023

a base é: não falar (ensinar) / não fazer (ajudar)



a base é: não falar / não fazer

[ あえて言う時・やる時 - A palavra "aete" (あえて) sugere que a pessoa está tomando uma decisão consciente e corajosa, e geralmente é usada em situações em que a pessoa está assumindo algum risco ao falar ou agir de certa maneira.]
quando se escolhe falar ou agir intencionalmente, é provável que haja um objetivo, desejo, necessidade ou intenção por trás disso.

com o tempo, pode-se desenvolver o hábito de falar ou agir de certas maneiras.
pode-se sentir a necessidade de falar ou agir para se sentirem calmos ou confortáveis
pode-se criar desculpas para justificar suas palavras ou ações
no entanto, o objetivo original, desejo, necessidade ou intenção já podem estar perdidos.

criar uma criança 
também tem como base: não falar / não fazer
a organização e o gerenciamento também tem como base: não falar / não fazer.

a fala (ensinar) e a ação (ajudar), como isto tem obstruído o crescimento da criança e desenvolvimento da pessoa. . . 

育ち" (sodachi) é mais frequentemente usado para se referir ao processo de criação e educação de uma criança, desde o nascimento até a idade adulta. Essa palavra pode incluir o ensino de valores, habilidades e comportamentos, bem como o processo de cuidar de uma criança em seu ambiente familiar e social. É uma palavra mais ampla que se concentra no desenvolvimento completo da criança, incluindo aspectos como a formação de valores e a personalidade.

"成長" (seichou), por outro lado, é uma palavra mais genérica e abrange o processo de crescimento e desenvolvimento de uma pessoa em geral, em todos os aspectos, não apenas durante a infância. Ela pode incluir não só o desenvolvimento físico, mas também o desenvolvimento emocional, social, cognitivo e profissional, por exemplo.


12 março 2023

pessoa = filho da sociedade

pessoa = filho da sociedade

sociedade e pessoas = pais e filhos
<sociedade = estrutura e gestão>⇒⇒ fermentação(cultivo) da atmosfera cultural
atmosfera cultural = limite social ・olhar direcionado・amor
fermentação(cultivo) baseada na estrutura e gestão
"a atmosfera cultural traz à tona e nutre a essência humana original, enquanto a essência humana original cria e molda a atmosfera cultural.


anos



1901 - nasce no dia 12/ago 
滋賀県蒲生郡老蘇村大字東老蘇 - 現・近江八幡市
1920 - 一九歳の時に「ある壁」にぶつかり、三年間の究明を経て一つの方向性を見出し、
1923 - 21 anos inicia avicultura
1931 - 30 anos vai para Kyoto com 2 filhos
1944 - 43 anos para avicultura
1949 - 48 anos - Avicultura Avícola em Kyoto 
1950/09 (49) - Tufão Jane
1953/06 (52) - Nasce Associação Yamaguishi
1953/12 (52) - Publicação Avicultura Associação Yamaguishi
1954
1955
1956.00 (55) - 1o.Tokkou com 160 participantes  
1957.00 Em 2 anos, mais de 4.500 pessoas participaram de Tokkou

1958
1958.03 (57) Lançamento
『百万羽』構想
1958.07 Inicia Kassugayama Jikkenti 1milhão de aves

1959
1959.01 (58) Mais de 200 pessoas se juntam em Kassugayama 
1959.01 Incidente da Agua Fervente (Pesquisa sobre amor de casal)
1959.03 50 dias numa pensão
1959.04 『目的達成の近道』「急進拡大運動」
1959.06 inicia 85o.Tokkou, 急拡第一回特講  Kassugayama, telegrama falso. procurado pela policia
1959.07 傷害致死事件 (Kakitani + )
1959.09 Se esconde em 滋賀県大津市堅田 até abril de 1960 (6 meses, revisão?)  
1960
1960.04 (59) - se apresenta a policia, em outubro liberado 
1960.08 Retoma Tokkou após 
急拡特講 1 e 2
1960.10 和歌山県の下六川の杉本雄治宅 「ヤマギシズム生活実顕地」をやってみたらどうかと提案する。

1961 (60 anos)
1961.01  ヤマギシズム生活北条実顕地が誕生
1961.03.15 texto "Goal in Start - De Um Grão para Milhões"
1961.05.04 Falecimento em Okayama

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força de viver, expansiva, adaptativa

(by iwata "paraiso" março 2023)
Crescimento como Pessoa não é :
- memorizar (reter informações) conhecimentos e teorias (pode ser danoso em muitos casos)
- adquirir conhecimentos, capacidades, habilidades práticas.

Crescimento como Pessoa é :
- crescimento do coração (mente) e da inteligência.
- expansão das habilidades: absortiva, adaptativa, criativa, etc.

Se ficar aplicando fertilizante próxima a raízes, não apenas as raízes deixarão de crescer, e se aplicar fertilizante em excesso causará desnutrição e doenças.

Quando uma pessoa é ensinada a ter conhecimentos e argumentos racionais e sentir que já entendeu, sente-se satisfeita com isso e a motivação original de querer saber dentro dela não expande.

Ao invés disso..., um mecanismo para desenvolver a autoconsciência de que não conheço / não entendo.

Na criação de filhos . . .
No trabalho . . .
Nos cursos . . .
Nas visitas . . .

10 março 2023

「人に求める」と「人に乞う」

「人に求める」とは、何らかのことを他人に頼み、それを得ようとすることを表します。例えば、「アドバイスを求める」「援助を求める」といったように使われます 一方、「人に乞う」とは、自分の困難を理由に他人に物や金銭などをせがむことを表します。この場合、相手に対して依存的な態度をとることが多く、しばしば否定的なイメージを持たれます。
要するに、「人に求める」は、協力や支援を求める場合に用いられ、相手に対して尊重の念を示す表現です。一方、「人に乞う」は、他人に過剰な依存を求める場合に用いられ、相手に対して弱々しい印象を与えることがある表現ですしい印象を与えることがある表現です


"Pedir a alguém" e "mendigar a alguém" são duas expressões diferentes em japonês. "Pedir a alguém" refere-se a pedir algo a alguém, com o objetivo de obter ajuda ou cooperação. É usado, por exemplo, como "pedir conselho" ou "pedir ajuda".
Por outro lado, "mendigar a alguém" refere-se a suplicar algo a alguém, como dinheiro ou outros recursos, por causa de uma situação difícil. Nesse caso, a atitude em relação ao destinatário é geralmente de dependência e a expressão pode transmitir uma imagem negativa.
Em resumo, "pedir a alguém" é uma expressão usada para solicitar ajuda ou cooperação, mostrando respeito pelo destinatário. Enquanto "mendigar a alguém" é uma expressão usada para solicitar ajuda excessiva, mostrando uma atitude fraca em relação ao destinatário. by ChatGPT