28 setembro 2020
20 agosto 2020
sentimento de amor natural & sentimento de amor que vem da visão corpo unico
da Natureza e Inteligência Humana... 2005.12.28
O natural sentimento de amor
O amor familiar, o amor maternal que há (deve haver) em qualquer animal
O sentimento de amor que jorra/emerge pela oportunidade de ver e tocar (mesmo não haja elo sanguíneo)
A familiaridade/proximidade com as pessoas que acabamos de ver, afeição a coisas próximas, ... essas são figuras/imagens naturais de pessoa (do ser humano)..
Através da inteligência que o ser humano possui,
conhecer(se dar conta) a sua existência como parte do corpo único de todas as coisas naturais e as conexões entre os seres humanos ao redor do mundo inteiro.
Obviamente, o sentimento de amor natural e sensorial,
o mundo dos seres humanos há de conseguir gerir baseado no "grande amor", no sentimento de amor sem limites (infinito) que vem da visão corpo único,
neste lugar não há como ocorrer pobreza ou conflito,
o mundo dos seres humanos há de conseguir gerir baseado no "grande amor", no sentimento de amor sem limites (infinito) que vem da visão corpo único,
neste lugar não há como ocorrer pobreza ou conflito,
é uma sociedade de acordo como o ser humano como ele é, que ama toda toda a natureza e todo o ser humano. É um mundo cheio de amor e inteligência/razão.
Aditivo:
No estado natural, é fácil ficar limitado ao sentimento de amor sensorial a coisas/pessoas do redor,
portanto, para a realização da sociedade fraterna e feliz de todas as pessoas, a resolução primordial é o cultivo da "visão corpo único" pela inteligência e sabedoria, penso que não outro caminho se não este.
Gostaria que não misturasse o sentimento de amor (afeto) que brota pela visão corpo único próprio do ser humano e o sentimento de amor(afeto) natural (da natureza).
portanto, para a realização da sociedade fraterna e feliz de todas as pessoas, a resolução primordial é o cultivo da "visão corpo único" pela inteligência e sabedoria, penso que não outro caminho se não este.
Gostaria que não misturasse o sentimento de amor (afeto) que brota pela visão corpo único próprio do ser humano e o sentimento de amor(afeto) natural (da natureza).
21 julho 2020
observar
observar
Aprenda a pronunciar verbo
1.
transitivo direto e pronominal
fixar os olhos em (alguém, algo ou si mesmo); considerar(-se) com atenção; estudar(-se).
"observava as crianças no jardim"
2.
transitivo direto
fazer uma observação científica de.
"dedicou a vida a o. o comportamento animal"
一日を振り返って、自分が反応した事例を「どう反応したか、どう見たか、どう聞いた か、健康な人ならどうか」と調べていく・・
Olhando o retrovisor do dia hoje, ir examinando [como eu reagi, como eu vi, como eu ouvi, como seria se fosse uma pessoa saudável?] o exemplos concretos das minhas reações...
「どう反応したか、どう見たか、どう聞いたか」というのは、あくまで観察テーマであって、こういう観点で自分の事例を思い出して観察していくということなのだろうけど・・
[como eu reagi? como eu vi? como eu ouvi?] são estritamente / exclusivamente temas de observação, são apenas para ir observando através das lembranças dos exemplos concretos com esse foco de observação.
思い出していると、「このように反応していたな」とか「こう見て(こう捉えて)、自分はこのように反応していたのだな」とか、見えてくることもある・・そこで何か整理できた感覚や、いくらかのスッキリ感を覚えたりもする・・
Ao exercitar as lembranças, as vezes começa enxergar "hum, estava reagindo dessa maneira", ou "hum... eu enxerguei(captei) assim e por isso eu reagi desse jeito"... assim, pode ter a sensação de que algo foi organizado/resolvido internamente, uma sensação refrescante...
そのように、見えてきたとか、気付いたと思うことで、「それは、こういうことだったのだ」という考え(答え・結論)を持ってしまうと、そこで観察は止まる・・それは、自分の事例について、考えを持ってきて整理するということになり、観察とは言えなくなる・・
Desta forma, se pensa que viu ou reparou em algo e tem uma ideia (resposta ou conclusão) de que "foi isto que aconteceu", então a observação pára aí... Significa que tem uma ideia sobre o seu próprio caso e organiza-o, e não se pode mais chamar isso observação...
要は「どう反応した、どう見たか、どう聞いたか」と繰り返し自分の内に目を向けて観察しようとすることで、自分の中で起きているとの自覚、自分の中で起きていることの自覚が養われていく、そういう方向のもの、そういう方向の観察テーマ・・
A questão é que ao voltar os olhos repetidamente para dentro de si próprio e ao tentar observar, perguntando-se: "Como reagi, como vi, como ouvi", desenvolverá a auto consciência de que está a acontecer dentro de si, a auto consciência disso que está a acontecer dentro de si.
もちろん、観察を繰り返すことで、現状の自分はこんな感じかなとか、自分の不健康さにも気付くことにもなるのだろうけど、決して、一つ一つの事例に整理をつけていくことではない・・と思う・・
Claro que, ao repetir a observação, pode ir reparando que é mais ou menos assim ou assado ou perceber o seu próprio estado não saudável, mas acho que não se trata de ir resolvendo (ordenando) cada um dos casos.
Olhando o retrovisor do dia hoje, ir examinando [como eu reagi, como eu vi, como eu ouvi, como seria se fosse uma pessoa saudável?] o exemplos concretos das minhas reações...
「どう反応したか、どう見たか、どう聞いたか」というのは、あくまで観察テーマであって、こういう観点で自分の事例を思い出して観察していくということなのだろうけど・・
[como eu reagi? como eu vi? como eu ouvi?] são estritamente / exclusivamente temas de observação, são apenas para ir observando através das lembranças dos exemplos concretos com esse foco de observação.
思い出していると、「このように反応していたな」とか「こう見て(こう捉えて)、自分はこのように反応していたのだな」とか、見えてくることもある・・そこで何か整理できた感覚や、いくらかのスッキリ感を覚えたりもする・・
Ao exercitar as lembranças, as vezes começa enxergar "hum, estava reagindo dessa maneira", ou "hum... eu enxerguei(captei) assim e por isso eu reagi desse jeito"... assim, pode ter a sensação de que algo foi organizado/resolvido internamente, uma sensação refrescante...
そのように、見えてきたとか、気付いたと思うことで、「それは、こういうことだったのだ」という考え(答え・結論)を持ってしまうと、そこで観察は止まる・・それは、自分の事例について、考えを持ってきて整理するということになり、観察とは言えなくなる・・
Desta forma, se pensa que viu ou reparou em algo e tem uma ideia (resposta ou conclusão) de que "foi isto que aconteceu", então a observação pára aí... Significa que tem uma ideia sobre o seu próprio caso e organiza-o, e não se pode mais chamar isso observação...
要は「どう反応した、どう見たか、どう聞いたか」と繰り返し自分の内に目を向けて観察しようとすることで、自分の中で起きているとの自覚、自分の中で起きていることの自覚が養われていく、そういう方向のもの、そういう方向の観察テーマ・・
A questão é que ao voltar os olhos repetidamente para dentro de si próprio e ao tentar observar, perguntando-se: "Como reagi, como vi, como ouvi", desenvolverá a auto consciência de que está a acontecer dentro de si, a auto consciência disso que está a acontecer dentro de si.
もちろん、観察を繰り返すことで、現状の自分はこんな感じかなとか、自分の不健康さにも気付くことにもなるのだろうけど、決して、一つ一つの事例に整理をつけていくことではない・・と思う・・
Claro que, ao repetir a observação, pode ir reparando que é mais ou menos assim ou assado ou perceber o seu próprio estado não saudável, mas acho que não se trata de ir resolvendo (ordenando) cada um dos casos.
18 julho 2020
função
ver o outro através da "função", "cargo", "robô que faz", "executor".
ver o outro desprovido de sentimento,
não enxerga que ela tem a vontade própria
o outro se move com o que tem dentro dela
ver o outro desprovido de sentimento,
não enxerga que ela tem a vontade própria
o outro se move com o que tem dentro dela
01 julho 2020
a pessoa como ela é ...a pessoa como eu sou ...
o que impede a manifestação
da pessoa como ela é ?
da pessoa como eu sou ?
esticar-se, tencionar-se
tentar fazer mais do que pode
tentar ser além da sua capacidade
esforçar- se, empenhar-se
ação penosa, difícil, que exige empenho e diligência
da pessoa como ela é ?
da pessoa como eu sou ?
esticar-se, tencionar-se
tentar fazer mais do que pode
tentar ser além da sua capacidade
esforçar- se, empenhar-se
ação penosa, difícil, que exige empenho e diligência
a reação é visível - o que está por trás é invisível
em primeiro lugar,
- perceber a sua própria reação,
- identificar a reação.
geralmente o que se faz depois da reação é:
- fica olhando a reação
- fica pensando sobre a reação
- fica tentando apagar a reação.
- fica valorando a reação (positivo/negativo)
- fica julgando (bom/mau) a si que teve essa reação
no entanto, fazer a pergunta:
- como eu ouvi?
- como eu vi?
- perceber a sua própria reação,
- identificar a reação.
geralmente o que se faz depois da reação é:
- fica olhando a reação
- fica pensando sobre a reação
- fica tentando apagar a reação.
- fica valorando a reação (positivo/negativo)
- fica julgando (bom/mau) a si que teve essa reação
no entanto, fazer a pergunta:
- como eu ouvi?
- como eu vi?
15 junho 2020
reagindo a memorias
fui la apenas para levar "aparelho"
chegando próximo, tinha uma mãe com o filho que mora na casa vizinha passeando, dei um oi, ela deu oi, sentindo que não queria ser visto entrando na casa...)
a porta da casa dela aberta, fui entrando:
- oi, trouxe o "aparelho"
(por dentro: é só entregar, rapidinho vou embora)
ela aparece lá do fundo:
- ah, obrigado ! eu quero ligar o "aparelho", me ajuda deslocar para colocar a tomada?
(por dentro, ok, é só ligar a tomada, faço rapidinho, vou embora)
- ok, deixo ver...
é pesado, com um pouco de dificuldade, desloco.
mas parece que não é apenas ligar, parece que ficou muito temp sem ligar, está desregulado...
(por dentro: hum... isso vai levar tempo, não quero ficar muito tempo aqui..)
ela: - como faz para ligar?
eu:.... não sei.... olha preciso ir...
(por dentro: quero ir logo !)
- tchau, preciso ir ..
chegando próximo, tinha uma mãe com o filho que mora na casa vizinha passeando, dei um oi, ela deu oi, sentindo que não queria ser visto entrando na casa...)
a porta da casa dela aberta, fui entrando:
- oi, trouxe o "aparelho"
(por dentro: é só entregar, rapidinho vou embora)
ela aparece lá do fundo:
- ah, obrigado ! eu quero ligar o "aparelho", me ajuda deslocar para colocar a tomada?
(por dentro, ok, é só ligar a tomada, faço rapidinho, vou embora)
- ok, deixo ver...
é pesado, com um pouco de dificuldade, desloco.
mas parece que não é apenas ligar, parece que ficou muito temp sem ligar, está desregulado...
(por dentro: hum... isso vai levar tempo, não quero ficar muito tempo aqui..)
ela: - como faz para ligar?
eu:.... não sei.... olha preciso ir...
(por dentro: quero ir logo !)
- tchau, preciso ir ..
10 junho 2020
06 junho 2020
a coisa - coisificar as vontades
"a coisa" que tem que fazer, não existe
"a coisa" que tem que fazer, não tem a existência real
"a coisa" que tem que fazer, é uma ficção
faço "a coisa" que está determinado (tem que fazer)
↓
sou valorizado, sou elogiado↓a minha existência tem um alto valor
↓
tranquilo, seguro
↓
se faço o que é determinado
sou elogiado,
não sou repreendido,
assim é a base da sociedade atual
"a coisa" que tem que fazer, não tem a existência real
"a coisa" que tem que fazer, é uma ficção
faço "a coisa" que está determinado (tem que fazer)
↓
sou valorizado, sou elogiado↓a minha existência tem um alto valor
↓
tranquilo, seguro
↓
se faço o que é determinado
sou elogiado,
não sou repreendido,
assim é a base da sociedade atual
28 maio 2020
Transtorno dissociativo de identidade
26 maio 2020
a formação dos desejos
como se formam os desejos, as vontades?
antes da manifestação das ações, por trás das ações
estão os desejos e vontades
de onde vem?
antes da manifestação das ações, por trás das ações
estão os desejos e vontades
de onde vem?
25 maio 2020
desejo & sentimento ...ou ideia fixa de [tem que fazer]....?
Prosseguir decidindo as coisas, acontece pela vontade e ação da pessoa.
Na ação da pessoa, certamente há a vontade (que decide algo) da pessoa
Portanto, ao invés de decidir e avançar, colocar o foco na formação do desejo de querer fazer, e no sentimento de querer fazer, que é a base disso.
Na ação da pessoa, certamente há a vontade (que decide algo) da pessoa
Portanto, ao invés de decidir e avançar, colocar o foco na formação do desejo de querer fazer, e no sentimento de querer fazer, que é a base disso.
atos sem sentimentos
Os atos sem sentimentos são atos hipócritas.
Sem ser atos desacompanhado de sentimentos, como por exemplo fazer porque já está determinado, você não desejaria que fossem ações a partir das vontades e sentimentos que vem de dentro desta pessoa?
Sem ser atos desacompanhado de sentimentos, como por exemplo fazer porque já está determinado, você não desejaria que fossem ações a partir das vontades e sentimentos que vem de dentro desta pessoa?
24 maio 2020
Privado: Por que criamos memórias do que nunca aconteceu?
PRIVADO: POR QUE CRIAMOS MEMÓRIAS DO QUE NUNCA ACONTECEU?"
01/02/2020
Para Martin Conway, diretor do Centro de Memória e Direito da City University of London, no Reino Unido, não podemos exercitar a memória, mas o convívio com amigos e familiares promove aprendizados que são benéficos para a mente como um todo.
Não importa que tenhamos memórias falsas, diz o britânico Martin Conway, o importante é que elas se encaixem com a ideia que temos sobre nós.
A chamada “memória autobiográfica” é o que esse professor de psicologia cognitiva da City University of London, no Reino Unido, e diretor do Centro de Memória e Direito da mesma universidade vem estudando há 40 anos. Na visão dele, todos criamos inadvertidamente recordações que não correspondem à realidade, mas que se adequam à história que construímos sobre nossa vida e personalidade.
“Memórias autobiográficas, de períodos mais longos, de meses, anos ou décadas, servem mais para nos ajudar como indivíduos, para nos definir”, diz ele em entrevista à BBC News Brasil. “Então não é particularmente importante que a memória seja bastante precisa. O que importa é que seja consistente, que se encaixe com a sua vida, com o que você constrói sobre você mesmo. E esse processo pode ser inconsciente.”
Conway também é contrário às críticas que associam novas tecnologias a uma espécie de “terceirização da memória”. “Sempre soubemos que nossa cognição é imperfeita, e sempre buscamos maneiras para suplementá-la. Pessoalmente, eu acho bom. A tecnologia expande nossa memória, não o contrário”, afirma.
Ele diz que a memória não é um músculo que pode ser exercitado. “Aprender um instrumento musical, uma nova língua, uma nova área de conhecimento, tudo isso é bom. Vai te fazer mais inteligente e esperto. Mas não vai fazer sua memória melhorar”, afirma. A melhor coisa para a memória, diz ele, é socializar e conviver com amigos e familiares ? algo que promove aprendizados e que, segundo ele, faz bem para a memória e para a mente como um todo.
Leia os principais trechos da entrevista da BBC News Brasil com Conway:
O que é memória? É correto dizer que é a recordação de uma experiência ou de um evento?
Martin Conway – É uma pergunta difícil. Não é uma recordação literal. É quase como uma obra de arte baseada em uma foto do passado. E por causa disso a memória frequentemente contém erros. Podemos defini-la como uma representação com uma importância pessoal grande que tem alguma conexão com o passado, mas que não necessariamente representa o passado como uma foto, um vídeo ou uma recordação no diário faria.
Por que o Sr. diz que ela frequentemente contém erros?
Conway – Às vezes, podemos checar o conteúdo de memórias contra fatos objetivos, e quando o fazemos, percebemos que muitas vezes nossas memórias contêm erros. É comum que sejam erros sobre detalhes. Também podemos nos lembrar de coisas que nunca aconteceram. Todo mundo já passou por isso. Memórias são essas construções mentais que são como obras de arte, e às vezes obras de arte são fictícias, não?
Para entender por que pode conter erros, precisamos entender as diferentes funções das memórias. Uma delas é recordar o passado imediato. Esse tipo de recordação é razoavelmente preciso. Outro tipo, que chamamos de memórias autobiográficas, de períodos mais longos, de meses, anos ou décadas, servem mais para nos ajudar como indivíduos, para nos definir.
E então é nesse momento que não é particularmente importante que a memória seja bastante precisa. O que importa é que seja consistente, que se encaixe com a sua vida, com o que você constrói sobre você mesmo. E esse processo pode ser inconsciente.
Por que criamos memórias de coisas que nunca aconteceram?
Conway – Às vezes são coisas que nós imaginamos que aconteceram. Talvez você tenha imaginado muito e esqueceu que era uma imaginação, e aquilo volta como uma memória. Isso acontece muito com memórias de infância. Sua mãe pode ter lhe dito: “Tínhamos um grande jardim verde e brincávamos lá, você estava sempre rindo”. E mais tarde você pode se lembrar dessa cena, sem se tocar que era uma história que sua mãe lhe contou. Ou então você pode ter imaginado algo quando criança ? algo que poderia ter acontecido, mas não aconteceu. Você pode lembrar disso como uma memória. E isso pode ser consistente e coerente com suas crenças sobre quem você era e suas atitudes em relação ao mundo, e isso é ok.
Memória e imaginação acontecem nas mesmas redes neurológicas do nosso cérebro. Quando você não está focado ou focada em tarefas, quando você está pensando na vida, no futuro, no passado, essas grandes e complicadas redes neurológicas ficam online. Lembrar e imaginar acontecem na mesma rede.
Então as memórias definem a percepção que temos sobre nossa vida? Ou é o contrário: o que construímos sobre nossas vidas define nossas lembranças?
Conway – As duas coisas interagem. É algo que chamamos de coerência. Há memórias que chamamos de “autodefinidoras”. Elas provavelmente vão nos direcionar para certas direções e objetivos que buscamos em nossas vidas e vice-versa. Se não interagirem, é um problema. Em casos de doenças mentais, por exemplo. Você pode se lembrar de algo que não é você, não se encaixa na percepção que você tem sobre si. E daí você tem que, de alguma forma, viver e integrar isso na sua vida e a percepção que tem sobre ela.
As pessoas dizem que a memória está sempre em construção, ou sempre mudando. Isso é verdade?
Conway – As memórias não podem estar sempre mudando, porque daí não teríamos consistência. Elas mudam, mas não tanto quanto se imagina. Conhecimento abstrato, conceitual, dados como “Eu fiz faculdade? Fiz”? isso não vai mudar. Coisas específicas assim não vão mudar. Só que tem que haver consistência, mas também uma flexibilidade construtiva. Você não vai se esquecer de ter trabalhado em um lugar específico, mas haverá muitos episódios relacionados àquilo que você poderá lembrar com detalhes diferentes.
Ou seja, você provavelmente vai se lembrar, na sua vida, de ter trabalhado na BBC, mas vai se lembrar de muitos episódios relacionados a isso com detalhes diferentes. O importante é que haja coerência com o quadro mental que você vai pintar sobre ter trabalhado na BBC.
Outra visão com a qual não concordo muito é a de reconsolidação. É uma abordagem científica que diz que todas as vezes que você se lembra de uma memória, você muda ela. Eu acho que isso levaria a um sistema de memória muito instável. Nós somos muito estáveis, temos a necessidade e desejo de memórias consistentes.
Então, nós criamos lembranças falsas?
Conway – Não há dúvidas de que sim. Se é intencional ou não, é outra questão. Pesquisadores concordam em relação a uma coisa: ninguém se senta, pensa e cria uma memória falsa assim. Você pode conversar com alguém, imaginar algo que poderia ter acontecido, e gradualmente isso se transforma em algo que você se lembra como real.
Qual é a diferença entre memórias a longo prazo e memórias a curto prazo, e por que lembramos de umas e não de outras? Às vezes nos esquecemos do que comemos no café da manhã.
Conway – É porque o café da manhã é algo entediante! (Risos) Mas vamos falar sério: memórias a curto prazo duram cerca de 30 segundos. Um exemplo é algo que você acabou de dizer, as exatas palavras que você disse. Memórias intermediárias, de eventos recentes, o que eu tomei no café da manhã, se passeei com o cachorro, são importantes porque nos ajudam a nos localizar no tempo e no espaço. Mas, com o tempo, você se lembra menos e menos, como o que você fez ontem, três dias atrás, uma semana, um mês atrás. E então existe uma função de retenção: você acaba se lembrando mais de eventos de grande relevância para você, como os relacionados a seus objetivos, preocupações e desejos.
Memórias autobiográficas não precisam ser precisas, só precisam fazer sentido com o que imaginamos sobre nossas próprias vidasImagem: Getty Images
E memórias de infância, existem?
Conway – Essa é uma questão interessante. Muitas pesquisas já foram feitas sobre isso. O cérebro está se desenvolvendo nesses períodos. Estudos mostram que os lobos frontais ainda não estão completamente desenvolvidos quando você tem vinte e poucos anos. Minha hipótese é que lembramos comparativamente pouco dos 5 aos 10 anos, e que passamos a lembrar mais na adolescência. Além disso, há muitas diferenças de pessoa para pessoa, por causa do desenvolvimento do cérebro, e diferenças culturais.
Pessoas de culturas asiáticas, por exemplo, lembram menos de detalhes de memórias como crianças. Isso porque são socializadas a lembrarem memórias que envolvem um coletivo ? lembram-se de falar com a mãe ou com a avó, por exemplo, e não tanto de “eu”. Nas culturas ocidentais, somos criados para nos lembrar de coisas que nos definem como indivíduos, como “eu fiz isso”, “eu fiz aquilo”.
Se não conseguimos nos lembrar de fatos, conseguimos nos lembrar de sentimentos dessa época?
Conway – A pergunta que temos que nos fazer é: é possível, em primeiro lugar, lembrar-se de qualquer sentimento? Quando você diz: “Senti medo, raiva” ou qualquer coisa do tipo… Era esse mesmo o caso? Você pode se lembrar de detalhes de um evento e inconscientemente e sem intenção construir a partir disso memória de como você se sentiu.
Além disso, as medidas podem mudar. Por exemplo, posso me lembrar de me sentir muito feliz jogando futebol em um campinho quando tinha 7 anos de idade. Mas a felicidade que eu senti aos 7 anos é a mesma felicidade que eu sinto hoje? O que você se lembra não corresponde, necessariamente, a como as coisas eram.
Existem memórias coletivas?
Conway – Sim. Não tê-las é um problema. Por que que as pessoas às vezes não as têm? É uma repressão das memórias, que pode ser consequência de um problema na sociedade, em geral. São memórias importante porque provavelmente são memórias de eventos negativos. .
E eventos negativos transmitem mais informação que eventos positivos, são mais informativos sobre o mundo e às vezes são sobre coisas que podem ser ameaçadoras. Você se lembra de como as coisas podem dar errado para não repeti-las. Também há memórias relacionadas a gerações. Há memórias de que meus outros amigos velhos também se lembram, e isso nos conecta.
‘A felicidade que eu senti aos 7 anos é a mesma felicidade que eu sinto hoje?’, pergunta-se o professor MartinImagem: iStock
A tecnologia de hoje em dia afeta nossa memória? Estamos terceirizando nossa memória para aplicativos e aparelhos?
Conway – Temos que lembrar que a humanidade sempre suplementou sua cognição com a tecnologia. Escrever é provavelmente nossa maior tecnologia. Sempre soubemos que nossa cognição é imperfeita, e sempre buscamos maneiras para suplementá-la. Pessoalmente, eu acho bom. Eu acho incrível. A tecnologia expande nossa memória, não o contrário.
Podemos exercitar nossa memória para tentar melhorá-la?
Conway – Não. A memória não é um músculo. Aprender um instrumento musical, uma nova língua, uma nova área de conhecimento, tudo isso é bom. Vai te fazer mais inteligente e esperto. Pode ser bom para sua “memória de trabalho”, que é sua habilidade de brevemente manipular informação, mas não vai fazer sua memória melhorar. Vai fazer todo o conjunto funcionar bem.
Se você desistir e parar de aprender coisas novas, as coisas não irão bem. Uma das coisas que fazem uma diferença enorme é o quão bem socializamos com os outros. Fomos evoluídos para socializar, e quanto mais o fazemos, melhor nosso cérebro trabalha. Sair com amigos e familiares e interagir é a melhor coisa que você pode fazer pela sua mente e para sua memória. Socializando, você aprende coisas novas o tempo todo, aprende sobre pessoas, sobre si próprio. Socializar é um aprendizado gigante. E pessoas que permanecem dentro de seus grupos sociais sofrem menos declínio cognitivo, e isso inclui comprometer menos a memória.
O que o Sr. diria para pessoas mais velhas sobre a memória?
Conway – Permaneçam engajados com seus círculos sociais, seus netos, amigos, colegas. É a coisa que mais pode fazer a diferença. Não há dúvidas de que a memória deteriora. Manter todo o sistema mental vivo trará benefícios. Socializar é bom para a memória, para o pensamento e a imaginação. É bom para tudo.
O que acontece quando ficamos com Alzheimer? O Sr. acredita que um dia haverá uma cura?
Conway – As pessoas ficam com placas entre os neurônios que entopem os caminhos neurais do cérebro. Isso leva ao déficit de memória. Explicar como isso acontece são conjecturas… Há muitas pesquisas, e uma teoria, acredite se quiser, é que há uma relação com a bactéria que causa a gengivite. É só uma teoria recente.
Com Alzheimer, não podemos construir mais memórias. Os pacientes se esquecem de grandes partes de suas vidas. Você, por exemplo, poderia não se lembrar mais de que trabalhou para a BBC. Você perde grandes partes da sua vida que te ajudam a te definir como pessoa. Acredito que encontraremos uma cura, mas o caminho é longo, e não será fácil ou simples.
A medicina e a ciência poderão melhorar nossa memória no futuro?
Conway – Certamente. Quando entendermos exatamente como o cérebro funciona, poderemos manipulá-lo. O grande problema é que temos que pensar como o conhecimento é representado no cérebro. Há neurônios que formam nosso cérebro, mas também há proteínas. Tem que haver um tipo de código genético que represente o conhecimento que pode ser lido e levado à consciência. A questão é: como o conhecimento é representado? Não são genes. É uma ação que está criando proteínas, que formam alguns aspectos desse código que estamos imaginando. Quando entendermos isso, poderemos intervir em prol da nossa memória.
Nossa memória tem limites?
Conway – Bom, há uma visão que diz que sim, que a memória tem uma capacidade limitada. Outra visão, que é a minha, é a de que não é nossa memória que é limitada, é nossa habilidade para acessar nossas memórias que é limitada. As memórias estão armazenadas nas conexões neurais do nosso cérebro, ou nas moléculas geradas pelos neurônios, e em princípio poderiam representar tudo que experimentamos em nossas vidas. A pergunta é: podemos acessá-las? A resposta é que provavelmente não, pelo menos não conscientemente. É o que eu acho, mas a maioria dos outros pesquisadores especialistas em memória me acharia louco.
E quem acredita que a memória tem limites, acha que acontece o quê com nossas recordações?
Conway – Que as memórias são perdidas, esquecidas, sobrescritas.
E por que o senhor não acha que isso acontece?
Conway – Porque acredito que elas nos formam, formam nossa personalidade, nossa interação com os outros, os amigos que escolhemos, e que não somos necessariamente conscientes disso.
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/bbc/2020/02/01/por-que-criamos-memorias-do-que-nunca-aconteceu-especialista-explica.amp.htm
22 março 2020
psi1
Se você pensar bem, até chegar aqui (10 anos atrás), talvez tenha lido ou ouvido uma teoria e pensou que havia uma coisa intelectual: "Você vê ou pensa assim?" Pode ser graças a isso, mas nos dez anos desde que cheguei aqui, senti que realmente havia tocado o problema de uma pessoa viva, juntamente com as coisas intelectuais que li e ouvi antes, Entendo, é isso que é ".
Quando escrevo do que penso aqui, espero que seja recebido na medida em que seja "um ponto de vista", "uma maneira de pensar" ou "existe uma maneira de pensar". Trata-se de tentar ver e entender a essência dos seres humanos e o núcleo da sociedade ".
Por que temos a dizer sobre as pessoas, a parte interior das pessoas e por que queremos dizer, porque esse é o fundamento dos seres humanos, o fundamento da sociedade e o que os humanos fazem, é natural que os fundamentos dos seres humanos, a base dos seres humanos Mesmo assim, não acho que o estado interior seja realmente valorizado.
Não enfatizando isso, em outras palavras, não enfatizando os seres humanos.
Portanto, a própria sociedade não dá importância às pessoas.
Seja indústria, educação, bem-estar, esportes ou arte, pode ser que não haja razão para não atribuir importância aos seres humanos, mas os seres humanos que acabamos de dizer negligenciaram os fundamentos dos seres humanos. Eu acho que é como se cuidássemos dos seres humanos, começando pelas questões humanas mais importantes.
Na política e nos negócios, as coisas são feitas e as coisas serão feitas, mas as pessoas que podem fazer as coisas e as pessoas que fazem as coisas estão focadas nas pessoas que podem fazer as coisas e nas pessoas que fazem as coisas. É por isso que as coisas estão acontecendo, mas o assunto mudou para lá, negligenciando os seres humanos essenciais.
Tanto na política quanto nos negócios, se você não se colocar no assunto, estará sujeito a coisas, mas porque a percepção da própria pessoa é vaga: `` É importante que os seres humanos sejam capazes de fazer isso É difícil para o sujeito mudar para seres humanos porque existem valores persistentes como " (Estou pensando em seres humanos em educação e bem-estar)
Para ser mais específico, alguém que está imerso no campo do bem-estar / educação no campo do bem-estar / educação, esquece-me e cuida das pessoas, é pego pela palavra de um colega ou vizinho, Em alguns casos, as pessoas são tão emocionais que não querem conversar ou ver seus rostos.
Neste exemplo, em tal situação, seria bom poder servir as pessoas no campo do bem-estar e da educação ...
Você faz o seu melhor com sinceridade e contradições por dentro e acha que pode ser sincero? A aparência pode ser boa, mas que tipo de estrutura está dentro da pessoa?
Embora seja invisível, o que você faz nos locais essenciais de bem-estar e educação? Você pode realmente se concentrar no bem-estar e na educação sem se concentrar nos seus problemas internos?
Seria indiscutível dar um exemplo, mas qual é a condição interna dessa pessoa, como um político ou um empresário chamado professor, uma pessoa que é altamente avaliada por muitas pessoas ... Você? ... Ser uma boa pessoa, uma pessoa respeitável ou uma pessoa forte, ignorando-a e avaliando que as coisas podem ser feitas e progredidas, nunca resultará em uma sociedade que valorize os seres humanos internos e fundamentais. E essa pessoa não pode realmente ser feliz.
Ser elogiado pelos valores estabelecidos no meu entorno e na sociedade, sentindo como se estivesse fazendo coisas boas. Expõe a aparência de uma pessoa superficial, imersa em um êxtase, desconhecendo o que é o mais importante, ou seja, o problema da face interna do ser humano.
思えば、ここへ来る(10年前)までは、理屈として読んだり聞いたりして、「そう見るのか、そう考えるのか」という知識的なものはあったと思う。そういうものがあったおかげかもしれないけれど、ここへ来てからの10年で、ホント生身の人の問題に触れた気がして、以前に読んだり聞いたりした知識的なことも相まって、「なるほど、なるほど、こういうことなんかな」と、得心することも多くあった。
ここで、思うことから書いていくと、「一つの見方」とか「一人の捉え方」とか「そういう考え方もある」という程度に受け取られるかな、と予想するから、自分としては、「そうではないんだ、人間の本質、社会の核心を見究め、把握しようということなんだ」ということを、初めに強調したくなる。
なぜ、人について、人の内面について、言わねばならないのか、言いたくなるのか、というと、これが人間の根幹で、社会の根幹で、人間がすることだから、当たり前だけど、人間の根幹、人間の成り立ちと言っても、ホントに内面の状態を重視されてないように思ってね。
そこを重視していないということは、つまり、人間を重視していないということでね。
だから、社会そのものが人間を重視していないということになる。
産業でも教育でも福祉でもスポーツでも芸術でも、「人間を重視していない、なんてことある訳ない」というかもしれないけれど、いま言われている人間が、人間の根幹・成り立ちを軽んじた、表層・上っ面の人間問題ばかりに終始して、人間を大事にしているかのように思っているからね。
政治でも、事業でも、事柄ができる、進むということをやる訳なんだけど、できる人、進める人に重点をおいて、できる人、進める人が主になっている。それで、事柄ができ進んではいくんだけど、そちらに主体が移ってしまって、肝心の人間そのものをないがしろにしている。
政治でも、事業でも、人間そのものに主体をおかないと、事柄主体になってしまう訳だけれど、人間そのものという捉え方が漠然としているから、そして、「この事ができる進むことが人間にとって大事だ」みたいな根強い価値観があるから、なかなか人間そのものに主体が移らない。(教育でも福祉でも人間のためを思ってやってはいるんだけどね)
もう少し具体的に言うと、福祉・教育の現場で誠心誠意それに没頭して、我を忘れて人々に尽くしてお世話している人が、ある同僚とか近隣の人の一言に引っかかって、もうその人とは口もききたくない顔も見たくないというほど感情的になっているという例がある。
この例で言うと、そういう状態で、福祉・教育の現場で人に尽くしてもなあ・・・、
悪感情・対立感情を内在させたままで、人に誠心誠意尽くしているのか・・・、それが誠心誠意っていえるんかな・・・と。見かけは良いかもしれないけれど、その人の内面はどういう構造になっているのだろう。
目には見えないけれど、肝心要の福祉・教育の現場で何を振りまいているのだろう・・・?自分の内面の問題に重点をおかないで、本当に福祉・教育に専心できるのだろうか・・・などなど。
このような例をあげれば切りがないだろうけど、政治家でも事業家でも先生と呼ばれる立場の人、多くの人から評価の高い人・・・などなど、その人の内面の状態はどうなのだろうか?・・・と。そこをないがしろにして、良い人だ、立派な人だ、実力者だとして、事柄ができたり進んだりすることを評価していても、決して、人間の内面・根幹を大切にする社会にはならないし、その人そのものが本当には幸福になれないよね。
周囲・社会の既成の価値観で、誉められて、自分もその気になって、良いことやっているかのように思ってしまう。最も大切な内面の問題を抱えている自覚なく有頂天に浸っているような、浅はかな人の姿を晒している。
Quando escrevo do que penso aqui, espero que seja recebido na medida em que seja "um ponto de vista", "uma maneira de pensar" ou "existe uma maneira de pensar". Trata-se de tentar ver e entender a essência dos seres humanos e o núcleo da sociedade ".
Por que temos a dizer sobre as pessoas, a parte interior das pessoas e por que queremos dizer, porque esse é o fundamento dos seres humanos, o fundamento da sociedade e o que os humanos fazem, é natural que os fundamentos dos seres humanos, a base dos seres humanos Mesmo assim, não acho que o estado interior seja realmente valorizado.
Não enfatizando isso, em outras palavras, não enfatizando os seres humanos.
Portanto, a própria sociedade não dá importância às pessoas.
Seja indústria, educação, bem-estar, esportes ou arte, pode ser que não haja razão para não atribuir importância aos seres humanos, mas os seres humanos que acabamos de dizer negligenciaram os fundamentos dos seres humanos. Eu acho que é como se cuidássemos dos seres humanos, começando pelas questões humanas mais importantes.
Na política e nos negócios, as coisas são feitas e as coisas serão feitas, mas as pessoas que podem fazer as coisas e as pessoas que fazem as coisas estão focadas nas pessoas que podem fazer as coisas e nas pessoas que fazem as coisas. É por isso que as coisas estão acontecendo, mas o assunto mudou para lá, negligenciando os seres humanos essenciais.
Tanto na política quanto nos negócios, se você não se colocar no assunto, estará sujeito a coisas, mas porque a percepção da própria pessoa é vaga: `` É importante que os seres humanos sejam capazes de fazer isso É difícil para o sujeito mudar para seres humanos porque existem valores persistentes como " (Estou pensando em seres humanos em educação e bem-estar)
Para ser mais específico, alguém que está imerso no campo do bem-estar / educação no campo do bem-estar / educação, esquece-me e cuida das pessoas, é pego pela palavra de um colega ou vizinho, Em alguns casos, as pessoas são tão emocionais que não querem conversar ou ver seus rostos.
Neste exemplo, em tal situação, seria bom poder servir as pessoas no campo do bem-estar e da educação ...
Você faz o seu melhor com sinceridade e contradições por dentro e acha que pode ser sincero? A aparência pode ser boa, mas que tipo de estrutura está dentro da pessoa?
Embora seja invisível, o que você faz nos locais essenciais de bem-estar e educação? Você pode realmente se concentrar no bem-estar e na educação sem se concentrar nos seus problemas internos?
Seria indiscutível dar um exemplo, mas qual é a condição interna dessa pessoa, como um político ou um empresário chamado professor, uma pessoa que é altamente avaliada por muitas pessoas ... Você? ... Ser uma boa pessoa, uma pessoa respeitável ou uma pessoa forte, ignorando-a e avaliando que as coisas podem ser feitas e progredidas, nunca resultará em uma sociedade que valorize os seres humanos internos e fundamentais. E essa pessoa não pode realmente ser feliz.
Ser elogiado pelos valores estabelecidos no meu entorno e na sociedade, sentindo como se estivesse fazendo coisas boas. Expõe a aparência de uma pessoa superficial, imersa em um êxtase, desconhecendo o que é o mais importante, ou seja, o problema da face interna do ser humano.
思えば、ここへ来る(10年前)までは、理屈として読んだり聞いたりして、「そう見るのか、そう考えるのか」という知識的なものはあったと思う。そういうものがあったおかげかもしれないけれど、ここへ来てからの10年で、ホント生身の人の問題に触れた気がして、以前に読んだり聞いたりした知識的なことも相まって、「なるほど、なるほど、こういうことなんかな」と、得心することも多くあった。
ここで、思うことから書いていくと、「一つの見方」とか「一人の捉え方」とか「そういう考え方もある」という程度に受け取られるかな、と予想するから、自分としては、「そうではないんだ、人間の本質、社会の核心を見究め、把握しようということなんだ」ということを、初めに強調したくなる。
なぜ、人について、人の内面について、言わねばならないのか、言いたくなるのか、というと、これが人間の根幹で、社会の根幹で、人間がすることだから、当たり前だけど、人間の根幹、人間の成り立ちと言っても、ホントに内面の状態を重視されてないように思ってね。
そこを重視していないということは、つまり、人間を重視していないということでね。
だから、社会そのものが人間を重視していないということになる。
産業でも教育でも福祉でもスポーツでも芸術でも、「人間を重視していない、なんてことある訳ない」というかもしれないけれど、いま言われている人間が、人間の根幹・成り立ちを軽んじた、表層・上っ面の人間問題ばかりに終始して、人間を大事にしているかのように思っているからね。
政治でも、事業でも、事柄ができる、進むということをやる訳なんだけど、できる人、進める人に重点をおいて、できる人、進める人が主になっている。それで、事柄ができ進んではいくんだけど、そちらに主体が移ってしまって、肝心の人間そのものをないがしろにしている。
政治でも、事業でも、人間そのものに主体をおかないと、事柄主体になってしまう訳だけれど、人間そのものという捉え方が漠然としているから、そして、「この事ができる進むことが人間にとって大事だ」みたいな根強い価値観があるから、なかなか人間そのものに主体が移らない。(教育でも福祉でも人間のためを思ってやってはいるんだけどね)
もう少し具体的に言うと、福祉・教育の現場で誠心誠意それに没頭して、我を忘れて人々に尽くしてお世話している人が、ある同僚とか近隣の人の一言に引っかかって、もうその人とは口もききたくない顔も見たくないというほど感情的になっているという例がある。
この例で言うと、そういう状態で、福祉・教育の現場で人に尽くしてもなあ・・・、
悪感情・対立感情を内在させたままで、人に誠心誠意尽くしているのか・・・、それが誠心誠意っていえるんかな・・・と。見かけは良いかもしれないけれど、その人の内面はどういう構造になっているのだろう。
目には見えないけれど、肝心要の福祉・教育の現場で何を振りまいているのだろう・・・?自分の内面の問題に重点をおかないで、本当に福祉・教育に専心できるのだろうか・・・などなど。
このような例をあげれば切りがないだろうけど、政治家でも事業家でも先生と呼ばれる立場の人、多くの人から評価の高い人・・・などなど、その人の内面の状態はどうなのだろうか?・・・と。そこをないがしろにして、良い人だ、立派な人だ、実力者だとして、事柄ができたり進んだりすることを評価していても、決して、人間の内面・根幹を大切にする社会にはならないし、その人そのものが本当には幸福になれないよね。
周囲・社会の既成の価値観で、誉められて、自分もその気になって、良いことやっているかのように思ってしまう。最も大切な内面の問題を抱えている自覚なく有頂天に浸っているような、浅はかな人の姿を晒している。
psi 3
Sinto que muitas vezes as pessoas se esforçam para lidar com os problemas que surgem ou para suprimi-los, em vez de tentar observar e compreender os problemas internos das pessoas ( como doenças mentais ou crimes…)
Por si só, não quer lidar com inveja e inferioridade (ciúme e inveja) inconscientemente escondidos.
Se a casa ao lado é reformada e melhorada, se sente um empobrecido.
Se alguém tem sucesso e é elogiado, se sente um insignificante.
Se alguém está se divertindo, se sente um excluído.
Não sendo capaz de resolver o sentimento de falta dentro de si mesmo, direciona a flecha para os outros,
A flecha do sentimento de falta se manifesta como reclamações, insatisfações e às vezes até como ataques.
As emoções de inveja e inferioridade de “não está divertido” ou “não está interessante” não são enfrentadas adequadamente.
Se manifestassem como um menino delinquente ou um yankee honesto, dizendo “VTMC” ou PQP” acharia “bonitinho”, em vez disso, critica os outros com justificativas tardias.
Em suma, é apenas sentindo solitário.
No entanto, quando há outros que compartilham desses mesmos sentimentos (ou seja, pessoas solitárias se unindo), elas ganham confiança e poder.
Pode ser até bom se ficam desabafando sobre seus problemas em um ambiente informal, como em uma taverna.
Mas quando se unem, como diz o ditado “os semelhantes se atraem”, elas podem se justificar com um senso de justiça ou argumentos lógicos, e começam a se sentir como se estivessem fazendo algo bom.
Superficialmente, pode parecer que essas atividades de defender ideais fantásticos e melhorar a organização ou a sociedade são dignas, mas, na verdade, são apenas uma manifestação de emoções negativas de “não está divertido” ou “não está interessante”, que surgem de um estado insatisfeito do coração. Não é possível melhorar uma organização ou uma sociedade com essas emoções negativas, portanto.
Muitos movimentos de oposição, protestos, críticas e condenações diárias. . . . são motivados por emoções como antipatia e aversão. Antes de avaliar se as ações e as palavras são boas ou más, vamos observar, conhecer o estado do coração (mente) destas pessoas assim. É sobre isso que se trata.
人の内面の問題を知ろう観ようとしないで、出てきた問題に対処したり、問題が出ないように
抑えることに労している気がする。(精神的な病とか犯罪とか・・・)
自分自身 触れたくない無意識に隠してしまう嫉妬心や劣等感(妬み 嫉み)
隣りの家が立派になると、自分が乏しくなったように感じ、
人が成功し評価されると、自分がつまらない者に思えてきたり、
人が楽しそうにしてると、自分が疎外されてるように妬ましく思ったり、
自分の中の自分に対する不足感をどうにもできなくて、矛先を人に向けるようになり、
不足感の矢が、人への不平 不満、時には攻撃となって現われる。
オモシロクナイ・キニイラナイ という嫉妬心・劣等感 それを見つめようとしないねぇ。
「お前らのことが オモシロクネェんだよ キニイラネェんだよっ!」 と チンピラ風ヤンキイ風に正直に言えば、まだカワイイけど、それでは、格好がつかないから、あと付けの理屈を言って、人を批判している。要は、寂しいだけなんだろうな。
でも、同情者(寂しい者同士)がいると調子付いて、力を持ってくる。
赤ちょうちんで、グチり合って発散してるくらいならいいけど、
「類は友を呼ぶ」で、結託すると正義感かざしたり、正論っぽい理屈で自分達を正当化したりして、良いことをやっているような気になってくる。
表面上は、まことしやかな理想を唱えて、組織や社会を変えて良くしていこうという活動に見えるけど、要するに、充たされない心の状態から出た オモシロクナイ・キニイラナイ という悪感情の現われにすぎない。そんなもので、組織や社会が良くなる訳がないよね。
反対運動や抗議行動、日常の個々に対する批判や非難・・・その多くは反感・嫌悪感などの感情的なものから出ている。言ってる事やってる事の良し悪し云々の前に、そういう人の心の状態を知ろう観ようということなんだよね。
Assinar:
Postagens (Atom)







