27 maio 2009

kensan para conhecer a si









"kensan para conhecer a si" - alam, romeu, satoh, anando, nanako, keigo, marceline - 22/05 a 01/06/2009 - " o eu real daquele momento...",

21 maio 2009

Enganando o seu cérebro

Você alguma vez quis mudar a maneira que você enxerga e sente o mundo? Não seria divertido sentir alucinações enquanto almoça ou qualquer outra situação normal? Embora nós normalmente associarmos tais fenomênos com drogas poderosas como o LSD ou a mescalina, é fácil aventurar-se pelas portas abertas da percepção sem o uso delas, só é necessário uma coisa: conhecimento básico de como sua mente funciona. A primeira coisa que você precisa saber é que a mente não é um espelho ou mesmo um observador passivo da realidade. Muito do que percebemos do mundo exterior, na verdade é subproduto de como o nosso cérebro processa as sensações. Recentemente, cientistas descobriram vários pequenos truques que pregam peças nos nossos sentidos, de tal modo que passamos a perceber o que sabemos que não é real.

O procedimento de Ganzfeld Comece ligando o rádio fora de uma frequência, para captar apenas estática. Cubra seus olhos usando as duas metades de uma bola de ping-pong cortada ao meio. Dentro de minutos você começa a sentir um bizarro conjunto de distorções sensoriais. Algumas pessoas veem cavalos galopando nas nuvens ou ouvem a voz de um parente morto. Acontece que é acostumada a sentir as coisas, de modo que quando há poucas coisas a sentir - este é o propósito da bola ping-pong cortada e o som da estática - seu cérebro acaba por inventar suas próprias sensações.

A experiência do binóculo invertido No mês passado, pesquisadores na Universidade de Oxford no anunciaram a descoberta de um novo poderoso analgésico: binóculos invertidos. Os cientistas submeteram alguns pacientes com um dedo ou a mão ferida a olharem pelo lado contrário de um binoculo comum, fazendo suas mãos parecerem menores na imagem. O incrível é que a dor e o inchaço do ferimento diminuiram também.







A ilusão da mão de borracha
Esconda sua própria mão embaixo de uma caixa, em cima de uma mesa de forma que você não a veja. Pegue uma mão falsa feita de borracha e coloque em cima da mesa na posição que ficaria sua mão de verdade e que você tenha uma visão clara. Depois de algum tempo enxergando a mão falsa, você tem a impressão que é a sua mão verdadeira. Peça pra um amigo apertar um dedo da mão falsa e perceba que você chega a pensar que está sentindo como se fosse sua mão de verdade. Se você pedir para seu amigo bater com força na mão de borracha com um martelo, vai ter uma inquietante sensação de dor e ansiedade porque seu cérebro pensa que é a sua mão de verdade.



















A ilusão de Pinóquio Requer duas cadeiras e uma venda. A pessoa vendada senta numa cadeira atrás da cadeira da segunda pessoa. Após algum tempo com os olhos vendados, a pessoa com a venda deve colocar a mão no nariz da pessoa sentada à frente. Ao mesmo tempo ela deve pegar com sua outra mão seu próprio nariz e começar a acariciar suavemente ambos. Após cerca de 1 minuto, 50% dos pacientes relatam que sentem seu nariz incrivelmente longo.



A luz de Purkinje
Jan Purkinje, um dos pais da neurociência moderna, descobriu por acaso mais um desses efeitos bizarros causados pelo cérebro. Primeiro ele fechou os olhos e em seguida virou seu rosto em direção ao sol. Depois moveu a mão para frente e para trás, na frente dos olhos dele. Após alguns segundos, Purkinje relatou o aparecimento de "belas figuras", que gradualmente iam se tornando mais complexas. Os cientistas adaptaram esse experimento para o laboratório, construindo uma espécie de óculos personalizado que emitia flash de luz repetitivos em uma determinada frequência. Este princípio simula uma espécie de curto circuito no córtex visual. As células começam a disparar os estímulos nervosos de forma imprevisível, o que leva à percepção de imagens imaginárias. Originalmente do artigo "Hack your Brain" (Bostom.com), traduzidor Rafael

20 maio 2009

a expansão das religiões

representação geográfica/cronológica da expanção das religiões.

19 maio 2009

Cosmovisões Antagônicas

acaso ou não? duas cosmovisões.... seria mesmo antagônicas? seria uma questão de gosto? gostar de maçã ou de pera? ou das duas? ou nem de qualquer outra coisa...? alam A lei universal de Darwin explica que o Homo sapiens surgiu como conseqüência de um fenômeno meramente aleatório…, o acaso é o pai da humanidade.

A luta pela vida na Terra começou quando surgiu uma molécula capaz de formar cópias de si mesma: a molécula de RNA. Mais tarde, por pressão da necessidade em armazenar maior quantidade de informação genética, o RNA deu origem ao DNA.

  Na versão humana corrente, a cadeia de eventos que vai das primeiras moléculas auto-replicantes ao aparecimento dos mamíferos é um fenômeno evolucionário predestinado a atingir o apogeu da Criação: o Homo sapiens. Para justificar essa posição majestática entre os seres vivos, vangloriamo-nos da complexidade de nosso sistema nervoso, como explicam os mais racionais. Ou, de termos sido criados à imagem e semelhança do Criador, como preferem os religiosos. Há 150 anos, quando a ciência ainda pregava que todas as formas de vida teriam sido criadas por Deus num único dia, dois naturalistas ingleses, Wallace e Darwin, enunciaram uma teoria maravilhosamente simples: cada pequena variação genética presente num ser vivo, quando útil, é transmitida às gerações futuras. 

Na competição pela vida, as mais aptas sobrevivem e se multiplicam. Charles Darwin chamou essa teoria de seleção natural. Com a parcimônia que caracteriza nossa espécie, em vez de seleção natural, preferimos acreditar numa evolução natura, segundo a qual a competição teria tido como objetivo permitir que as espécies evoluíssem até chegar ao homem. Embora não se possa descartar definitivamente a hipótese de que o sonho das amebas seja gerar uma descendente que case com o príncipe da Inglaterra, os dados paleontológicos apontam na direção oposta à da visão evolucionista, antropocêntrica. 

  As bactérias mais antigas, encontradas em rochas de 3,5 bilhões de anos, se multiplicaram e a vida unicelular dominou a Terra por quase 3 bilhões de anos. Então, 600 milhões de anos atrás, nasceram os primeiros seres multicelulares, surgiram o sexo e as versáteis combinações de genes que deram origem a fungos, plantas, vermes, mosquitos, dinossauros, formigas e muitas outras formas de sucesso ou fracasso ecológico. A lei universal de Darwin explica que a Homo sapiens surgiu como conseqüência de um fenômeno raramente aleatória, em nada diverso do que deu origem aos besouros ou as árvores com flor.

 
Na linhagem evolucionária que conduziu à nossa espécie, as coincidências foram tantas, que é provável estarmos solitários no universo. Há 530 milhões de anos, por exemplo, ocorreu uma explosão sensacional de biodiversidade na Terra. Entre as formas de vida presentes naquele momento havia urna criatura aquática dotada de um eixo dorsal chamado notocordia, precursor de nossa coluna vertebral. Estivesse extinta essa criatura naquele instante, nem sonharíamos existir. Mais tarde, ainda debaixo da 'água, surgiu um peixe com coluna vertebral dura e pouco flexível, desvantagem grande para nadar, porém fundamental para suportar o corpo na terra.

Sem esse nadador desajeitado, não teriam surgido os animais terrestres. Há meros 65 milhões de anos, quando a Terra era dos dinossauros e os mamíferos constituíam um pequeno grupo de roedores noturnos, caiu um meteorito que abriu uma cratera de 10 quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no México. 



Provavelmente, conseqüência da poeira levantada e da atividade vulcânica que se seguiu ao impacto, os dinossauros foram extintos de urna vez (os únicos dinossauros que sobraram foram as aves). Um desvio de milésimo de grau na rota desse corpo celeste, e seriam eles os donos do planeta até hoje, como o foram par 200 milhões de anos.

Nas savanas da África, há 5 milhões de anos (um segundo no relógio evolucionário), apareceu um primata de 1 metro de altura que, pressionado pela falta de comida nas árvores e pela geografia da savana, adotou a posição bípede. Devido à configuração dos músculos da laringe, tal primata desenvolveu uma linguagem de complexidade gramatical sem precedentes, que teria exercido pressão irresistível sabre o cérebro para desenvolver o lobo frontal. A aquisição do lobo frontal, além de deixar a testa menos achatada do que a dos chimpanzés e gorilas, multiplicou a capacidade de planejamento de nossos ancestrais a níveis incomparáveis com 






outras espécies. Do ponto de vista filosófico, a visão do surgimento do homem como resultado do acaso é insuportável para os que procuram um significado transcendental para a vida. Na própria sucessão dos acontecimentos que levaram ao homem, os religiosos identificam o dedo do Criador. Antagonicamente, os que interpretam o mecanismo de criação e diversificação da vida como simples capricho de moléculas replicantes em competição permanente pela reprodução de cópias consideram que uma intervenção divina subtrairia a beleza infinita do processo. Drauzio Varella - CAROS AMIGOS - ABRIL 2000

18 maio 2009

Sol da Meia Noite

o vídeo abaixo captura um fenômeno no ártico de uma maneira muito curiosa: com uma grande angular girando sem parar, acompanha a trajetória do sol pelo céu, ele sobe e desce mas nunca se põe. veja aqui

08 maio 2009

mag !

não conhecia esta revista "mag!!" revista meio-estranha, meio-comercial, meio-moda, meio-experimental, meio-cultural, meio-art, meio-tudo!!! e bão, aproveitando o nosso encontro no síto da celina em minas, perguntei pro daniel-sun suleimann e ele deu lá a sua explicação... num adiantou, num entendi direito, ou seja meio-entendi. mas que no fim ficou pra mim que era uma revista de circulação restrita a pessoal ligado a moda, mas não de massa, de banca, tipo comercialzão "vogue". ó, se for comparar, é como se fosse a "trip" da moda. a "trip" tem como foco o surf, mas trata de temas cultural/comportamentais. ...será que acertei?

então, ia dizendo tudo isso, era mesmo pra dizer que fiquei sabendo que viriam aqui em casa fazer matérica sobre vila yamaguishi. eu fiquei assim ?????? mas, o que que uma revista de moda tem a ver com nós aqui?

bão, e saiu a revista confesso, achei até que o repórter não foi sacana (entenda-se "sacana" por algo do tipo "caras", "veja", etc...)

taí, scaneei e botei aí embaixo:

http://www.spfw.com.br/mag.php ffw>>mag!No.13>>2009>> Dinheiro traz felicidade? Para um grupo de pessoas que mora em uma vila agrícola no interior de São Paulo a resposta é um sonoro NÃO. Localizada no quilômetro 138 da rodovia Adhemar de Barros, entre os municípios de jaguariúna e Holambra, a Vila Yamaguishi funciona de acordo com um sistema social e econômico próprio, que busca se distanciar o máximo possível da avareza implacável que move a "sociedade do consumo". Segundo o veterinário Romeu Mattos Leite, um dos fundadores da vila, o sistema é baseado no convívio harmonioso entre as pessoas, com divisão igualitária de bens e tarefas, e onde essa tal felicidade é medida por critérios não monetários. Utopia? Nem tanto.
A placa que anuncia que chegamos à Vila Yamaguishi é bem discreta. A melhor referência para não errar o caminho é o motel que fica do outro lado da rodovia. De início, Romeu, responsável por nos apresentar o terreno com 60 hectares, demonstra certa desconfiança. Ele sabia que o tema desta MAG! seria "crença" e, preocupado com as intenções deste repórter, logo deixa claro que não é integrante de nenhuma seita religiosa. Seita, com certeza, não. Mas a Vila Yamaguishi tem algo notável que combina com a proposta desta edição: é uma associação formada por pessoas que realmente acreditam que podem construir uma sociedade mais feliz. E acreditar em algo ou alguém, em termos religiosos ou não, define o que é "crença". Por isso, vamos em frente: "A vila é um laboratório, um experimento", explica Romeu. "Não propagamos nenhuma verdade. Não queremos convencer ninguém de que estamos certos. Apenas acreditamos que uma sociedade em que as pessoas são obrigadas a receber ordens, a obedecer hierarquias, gera muitas insatisfações", opina o veterinário. Para escapar desse controle, Romeu e mais quatro amigos resolveram criar a Vila Yamaguishi seguindo princípios que fariam Adam Smith, o mai importante teórico do liberalismo econômico, e revirar no tumulo: "Nada deve ser feito contra a própria vontade"; "Vila de amizade onde não é preciso dinheiro"; "Não existem chefes não há ordens a serem obedecidas". Essa "sociedade ideal" não saiu da cabeça de Romeu nem de seus amigos. É invenção do japonês Miyozo Yamaguishi. Em 1956, esse agricultor com idéias anarquistas resolveu fundar uma associação baseada no equilíbrio entre a natureza e as ações humanas. Assim nasceu o Movimento Yamaguishismo, representado hoje por grupos que seguem os seus preceitos em países como Suíça, Estados Unidos, Coreia do Sul e Tailândia. No Japão, ­são mais de 40 vilas. E foi numa dessas vilas que Romeu e sua turma ficaram instalados durante dois anos. Ali, aprenderam que "é impossível ter felicidade completa enquanto houver pessoas infelizes" e na volta ao Brasil, trouxeram na bagagem as ideias de Miyozo. Em 1988, era inaugurada a primeira e única Vila Yamaguishi no país. OVOS DAS GALINHAS FELIZES Atualmente vivem na vila 27 adultos e oito crianças. As casas todas de paredes brancas com janelas verdes, simples e espaçosas, são comunitárias. Em uma delas, o casal Cristina e Pietro Bergamo o filho, Eduardo, de 6 anos, dividem o mesmo espaço com outras duas famílias. Os dois conheceram o Yamaguishismo através de um curso realizado na vila. Acabaram ficando. "Quando comecei a faculdade de música, resolvemos nos mudar para São Paulo", conta Pietro. Esse período de volta aos congestionamentos diários foi determinante para o casal. Ele perceberam que não havia mais fôlego para suportar a correria de cidade grande. Retornaram à vila e de lá, não querem sair tão cedo. Músico formado, Pietro hoje trabalha com a criação de galinhas. A agrônoma Cristina integra a equipe administrativa. Mesma ocupação da japonesa Nanako Minowa. Ela morava em uma Vila Yamaguishi no Japão, onde conheceu o seu marido, o brasileiro Lúcio Shogo Minowa. Há 15 anos, decidiram vir para o Brasil. Nanako ainda se enrola um pouco com o portu­guês, mas seu jeito descontraído mostra que se adaptou bem ao clima dos trópicos. Numa comparação entre o Brasil e seu país de origem, é lacônica: "Diferentes". E, com um sorriso brejeiro, define os brasileiros como "expansivos, alegres e um pouco irresponsá­veis". Boa observadora essa Nanako. "Na Vila Yamaguishi, cada um faz o que quer, de acordo com suas aptidões e vontades", afirma Romeu. Seguindo esse princípio, os moradores formam grupos de trabalho divididos por setores que eles chamam de órgãos: lavanderia, cozinha, escritório, criação de galinhas, plantações de verduras, legumes e frutas. A produção é vendida na região de Campinas e em São Paulo. E os lucros obtidos vão para um caixa único. Quando alguém precisa de dinheiro, vai lá e pega. Simples assim. Carros e computadores portáteis também são de uso comum. A vila ainda conta com o trabalho de 12 fun­cionários - mão de obra necessária para atender ao crescimento da demanda. Segundo Romeu, não há planos de expansão: "Queremos produz apenas aquilo que seja suficiente para nos proporcionar algum conforto". Por isso, um aviso: se o seu objetivo é enriquecer, passe longe da Vila Yamaguishi. Além de uma organização social, digamos, "alternativa", a vila recebe visitas monitoradas e é caso exemplar de agroecologia, ciên­cia multidisciplinar criada na década de 1970 e que busca novas formas de relação entre sociedade e natureza. Lá, não se usam agrotóxicos nas plantações e as galinhas poedeiras se alimentam de ração orgânica. Tudo é natural. A grande variedade de legumes, verduras e folhas produzidos permite que se plante sem a necessi­dade de aplicação de "defensivos agrícolas". No setor de avicultura, os ovos conquistaram boa fama. São conhecidos como "ovos das galinhas felizes". E basta visitar o galinheiro para perceber que o método de criação é outro: as aves não ficam confinadas como nas granjas industriais. A vila também implantou um sistema chamado agrofloresta - cultura agrícola que combina árvores nativas plantações que tenham valor econômico. EM BUSCA DA FELICIDADE Os moradores da vila se reúnem diariamente. De manhã, organizam as tarefas do dia. Ao anoitecer se encontram para discutir temas relacionados à convivência. É nessa hora que eles expressam ­seus descontentamentos e, a partir daí, buscam um consenso ­difícil, mas imprescindível para que a associação se mantenha busca constante pela felicidade. A Vila Yamaguishi parece um microcosmo do comunismo , sistema econômico, político e social baseado na extinção propriedade privada e sem diferenciação de classes. Em algum aspectos, sim, a vila pende para a esquerda. Afinal, abomina o capitalismo tal qual ele é: cada um por si e Deus por todos. Mas há uma diferença fundamental: o respeito às individualidades. "Uma sociedade que não leva em conta que somos diferentes é uma sociedade que escraviza as pessoas", argumenta Romeu. E, para quem acredita na teoria de que a história acabou quando o Muro de Berlim caiu, vale lembrar que são pessoas como Romeu e seus companheiros de roça que fazem o mundo se transformar. Idealistas, subversivos, atentos às questões atuais, eles, ao contrário de nós, têm coragem de acreditar que há um outro caminho além deste que nos conformamos em trilhar. Que caminho é esse? Cada um que escolha o seu.

02 maio 2009

Joe Hisaishi - "Kaze no Tani no Naushika

Hisaishi aprendeu a tocar violino aos 4 anos de idade. Após brilhante conclusão dos seus estudos musicais, entrou em 1969 no Departamento de Composição do Colégio Kunitachi.
Foi lá que se começou a interessar pela música minimalista e iniciou a composição de música moderna, vertente esta que só se ia acentuar mais tarde ao compôr para os filmes de Miyazaki.
Em 1982, o seu primeiro albúm a solo "Information" estabeleceu o seu estilo, livre de toda e qualquer influência. A música por ele escrita para filmes como "Kaze no Tani no Naushika - Nausicaa" (de Hayao Miyazaki) tornaram-no extremamente popular, isto em 1984.
A sua popularidade foi confirmada tanto em Nova Iorque como em Londres, onde cada vez mais os seus albuns a solo o estabeleciam como um dos melhores autores-compositores, particularmente no domínio do cinema e dos filmes publicitários.
Em 1988 ele cria a sua própria editora e regista um album de piano a solo. Em 1989 produz o seu primeiro album em Nova Iorque "Pretender", aparecendo regularmente em concertos.
Depois Joe Hisaishi escreveu a sua autobiografia e estabeleceu-se em Londres onde se tornou um compositor extremamente ativo.
Continua a regressar ocasionalmente ao Japão por períodos de tempo curtos. Foi durante um desses períodos que ele escreveu a música do film "Sonatine".
Composições para Anime: Arion, Venus Wars, Nausicaa, Laputa, Kiki's Delivery Service, Totoro, Porco Rosso, Mononoke Hime e por último Okuribito Departure.
Para mais informações visite o Site oficial de Joe Hisaishi.

Musica do Filme Okuribiro-Departure

mais Joe Hisaishi =>AQUI

01 maio 2009

ovos yamaguishi - este é "O OVO"


Vila Yamaguishi - Este é "O OVO"
Upload feito originalmente por silvio vieira
uma aulinha para saber distinguir "o ovo" dos ovos comuns. quem cuida dessas galinha que botam esses "o ovo"s: romeu, lena, pietro, marceline, gileuza, nani e pedro.

caderno da morte

no fim, a ines caiu de cama com gripe, isack por causa de trabalho, fomos em 6 em 2 carros. eu e pietro ficamos no s10 cabine dupla que reservei pra irmos confortavelmente, e lucio, nanako, axel e leo no golzinho. ontem já tinha sido cansativo a ida até ribeirão preto no agrishow, ( o templo do agribuisness brasileiro), quase que desisti. mas vai lá, tinha me preparado com tanto carinho, inclusive lendo a HQ inteirinho, que claro, foi prazeiroso, eu gosto, mas... foi preciso uma certa paciência pra acompanhar a historia intrincada, cheia de jogos e tramas pscicológicos. bão, e a peça, muito boa !! essa de fazer HQ => teatro? me lembrou arrigo barnabé fazendo HQ => música em clara clocodilo no final dos anos 70. o minhocamiguel ficou muito bem no papel do "L", e o "shinigami" da peça ficou bem melhor e simpático do que no original!!. perguntei pro pietro que não tinha lido o HQ, diz que entendeu perfeitamente o enredo. parabém minhoca!!!!!! e pra toda equipe tb.!!




veja o blog
http://cadernodamorte.blogspot.com/

28 abril 2009

a morte ( ou vida=morte)

- primeiro, a morte da irenisse
- depois, apareceu um documentário sobre os ianomani com cenas fortes de parto e o destino que a mãe dá nesse momento àquela por alma que pode voltar à natureza ou tornar-se um ianomani (ser humano) ( aqui )
- ante ontem, isack arranjou o dvd legendado de "okuribito-departure"- ( deve ser pirata mesmo). assistimos com uma turma daqui da vila. muito bom! (karakas, chorei de novo! é a idade, as minhas glândula lacrimais estão cada vez mais froxas, uma incontinência ...lacrimal...heheheh). trata-se de um casal, cujo o marido violãocelista, depois da dissolução da orquestra, volta para a cidade natal e por força da necessidade, se emprega numa funerária como embalsamador. ( aqui )
- e hoje fiquei fuçando a net, sobre a "apoptose" ou seja, o suicídio programado das células. ou seja, que no fundo dá na mesma, tal como células, estamos todos programados para morrer...( aqui 01, 02, 03, 04, 05 )
- na quinta (dia 30), pretendo finalmente assistir a peça "o caderno da morte", que acabo de ler os HQ originais em japones (デスノート) ( aqui )
- enfim, depois dessa enxurrada de dicas, me pergunto qual a maneira como eu quero morrer? a resposta que me vem é a mesma de quando me perguto: qual a maneira como eu quero viver o aqui/agora e o daqui pra frente.... ou não?

ver a coisa em si

esta é uma flor de hibiscos....? sim?

não é possivel
ver a coisa em si
porque já tem a resposta

não enxerga a coisa
do jeito que ela é
se já tem a resposta

como está "por dentro de mim" ?
vai se enxergar !

se já não tenho préviamente a resposta pronta...


se não estou manipulando uma resposta
de acordo com
a resposta que já tenho...

Apoptose: quando a célula programa a própria morte

Maria de Fátima Horta John Ding-E Young

Até recentemente os cientistas acreditavam que as células só morriam quando agredidas por fatores externos, por um processo chamado necrose. Agora, sabe-se que existe outra forma: o suicídio celular programado, necessário para eliminar células supérfluas ou defeituosas.

Esse fenômeno biológico, batizado de apoptose, tem papel importante em diversos processos vitais e em inúmeras doenças e sua investigação pode ajudar a desenvolver novas terapias e medicamentos.

Idéias como morte e autodestruição são sempre sinistras e trágicas. Sempre? Se mudarmos o ponto de vista, veremos que não, pois na natureza tais conceitos podem muitas vezes significar a vida. Por mais cruel que pareça, o extermínio dos indivíduos mais fracos de uma espécie por predadores ou por morte espontânea daqueles que têm defeitos letais — ou seja, a sobrevivência dos mais aptos — ajuda essa espécie a se perpetuar forte e sadia. Esse mecanismo de seleção ocorre também em níveis menos visíveis, como o das células.

Muitas células de um organismo morrem para que o conjunto sobreviva. Assim como é preciso gerar novas células para manter processos vitais, é imprescindível eliminar as supérfluas ou defeituosas. No indivíduo adulto, se a multiplicação das células não é compensada de modo preciso por perdas, os tecidos e órgãos crescem sem controle, o que pode levar ao câncer. O que estudos recentes revelaram, porém, é que muitas células carregam instruções internas para "cometer suicídio" no momento em que não são mais úteis ao organismo. Tais instruções são executadas, como um programa, quando certos comandos são acionados.

Essa morte programada só atraiu o interesse dos cientistas nos últimos anos, mas sua compreensão já avançou muito. A morte de células já era conhecida há muito tempo, mas acreditava-se que era sempre prejudicial ao organismo. Hoje, ao contrário, sabe-se que seres pluricelulares só atingem sua forma final porque eliminam de modo seletivo certo número de células. A rã e os insetos são exemplos bem familiares. A rã inicia a vida como girino, forma adaptada ao ambiente aquático. Depois, ganha outras estruturas para viver em terra e ao mesmo tempo ter nadadeiras, guelras e a cauda. Essas perdas decorrem da morte das células. Nos insetos, a mudança de larva para animal adulto (de lagarta para borboleta, por exemplo) exige a morte de milhões de células.

Outros exemplos são menos visíveis. Durante a fase embrionária de todos os vertebrados, certos neurônios devem enviar projeções longas e finas (axônios) até um músculo, que irá controlar. Se um neurônio não faz essa ligação ou a faz de modo inadequado, está fadado a morrer. A formação da mão humana segue processo semelhante. No início, é um apêndice arredondado, sem dedos definidos. Estes são formados pela multiplicação de algumas células, enquanto as que estão nos espaços entre eles recebem o comando para morrer. Se isso não ocorresse, os dedos de nossas mãos seriam ligados por uma membrana, como nos patos.

Necrose: a célula como vítima

Nos exemplos dados, a morte das células é um processo fisiológico normal, totalmente regulado. Mas as células também morrem de modo não-fisiológico, o que causa a maioria das doenças. A morte é patológica ou "acidental" quando a célula é impedida de manter seus processos vitais por lesões físicas ou químicas causadas por fatores externos, como temperaturas extremas, radiação, traumas, produtos tóxicos e falta de oxigênio (como no infarto do miocárdio e na gangrena). As lesões podem ter ainda origem biológica, como nas infecções por bactérias ou vírus. Esse tipo de morte celular, o único conhecido pelos cientistas mais antigos, é chamado de necrose.

A necrose é claramente visível por microscopia eletrônica: a célula incha e as organelas do citoplasma, em particular as mitocôndrias, são danificadas, mas o núcleo não sofre alterações significativas. Tais lesões impedem o controle do equilíbrio interno: a água e alguns íons (em especial sódio e cálcio), normalmente bombeados para fora, fluem livremente para dentro da célula, que incha e se rompe.

A ruptura libera no tecido vizinho o conteúdo celular, rico em proteases (enzimas que "cortam" outras proteínas) e outras substâncias tóxicas. Além da toxicidade direta para as células vizinhas, o derrame gera substâncias que atraem células do sistema imune, causando intensa reação inflamatória: alguns tipos de glóbulos brancos (em especial neutrófilos e macrófagos) convergem para o tecido em necrose e ingerem as células mortas. A inflamação, típica da necrose, é importante para limitar infecções e remover restos de células, mas a atividade e as secreções dos glóbulos brancos podem também danificar tecidos normais vizinhos, às vezes de maneira devastadora.

Apoptose: o suicídio silencioso

A morte celular fisiológica é totalmente distinta da necrose. Em primeiro lugar, a célula não incha. Ao contrário, encolhe-se, destaca-se das células vizinhas e começa a apresentar bolhas em sua superfície (processo chamado de zeiose). A membrana e as organelas mantêm sua estrutura intacta e não há alterações evidentes no citoplasma. O núcelo, porém, sofre mudanças dramáticas: normalmente dispersa, a cromatina (conjunto dos cromossomos, que contêm o material genético) forma um ou mais aglomerados nas bordas internas da membrana nuclear. Isso basta para levar as células à morte. As que demoram a morrer podem sofrer outras mudanças: o núcleo parte-se e a célula também divide-se em estruturas ("corpos apoptóticos") contendo porções do núcleo, tomando uma forma inconfundível ao microscópio eletrônico.

misso

a ines finalmente achou o tal do caderno de anotação de receitas. bão, transcrevi e botei aqui http://fazendomisso.blogspot.com/, achei tb alguns sites com fotos e no youtube, já mandei tudo isso pro edú, mas falta mandar o koji que taqui comigo



25 abril 2009

Ben Underwood - o menino que vê sem os olhos

Olhando de longe, Ben Underwood é um garoto americano tradicional. Mora no subúrbio, joga videogame, vai ao colégio, anda de patins com habilidade. Mas é só chegar perto dele para ver, ou melhor, ouvir, o que o faz diferente, especial. Enquanto anda, ele faz um clique - um estalo com a boca. Não é um tique nervoso. É emitindo um barulhinho esquisito que ele enxerga. Ou melhor, é assim que ele percebe os obstáculos à sua frente.

Como os golfinhos e morcegos, o rapaz de 15 anos se movimenta por ecolocalização - um dos pouquíssimos seres humanos a desenvolver essa habilidade. Ele emite um som e, a partir da velocidade e volume do eco, é capaz de "enxergar" do que se trata - com seus cliques ele pula obstáculos, diz se é um carro ou uma caminhonete, atinge uma pessoa com uma bola jogando queimada. Foi a maneira que ele encontrou para viver uma vida razoavelmente normal depois de perder a visão, aos 3 anos. "Se eu andasse de bengala, os meninos da escola iriam quebrá-la".

Seu treinamento foi como em filmes: sua mãe e irmãos mais velhos nunca o trataram com piedade. Na escola, um professor o desafiava depois das aulas perguntando a localização de objetos para que ele melhorasse seus instintos. O próprio garoto testava seus limites. De vez em quando, tentava correr e esborrachava a cara na parede. Levantava, continuava com seus cliques. Aprendeu a "ler" os sons mais rapidamente. Sua audição lhe permite derrotar o irmão em jogos de luta no videogame (pelo som dos personagens ele consegue ver qual golpe está sendo dado) ou jogando pebolim - o som da bola correndo na madeira o ajuda a saber onde deve bater para fazer os gols.



a. Ben Underwood



b. Ben Underwood

c. Ben Underwood

d.
Ben Underwood

e. Ben Underwood

21 abril 2009

a manipulação da mídia

Um trabalho realizado pelos alunos de uma escola estadual em Jacarezinho, Paraná. Entendem perfeitamente como os recursos da edição são utilizados para a manipulação da informação. Gravaram o trabalho em vídeo e colocaram no Youtube. E são secundaristas da rede estadual, perfeitamente integrados na dinâmica digital e na guerrilha da Internet. (xupado do blog do Nassif)

because

comecei ler a última biografia lançada de john lennon. um calhamaço de 800 páginas, mas tô adorando. contém passagens como essa que conta como nasceu "because" - Tudo começava com Yoko, a pianista de formação clássica, tocando um dia os acordes introdutórios da "Sonata ao Luar" de Beethoven. "Toque os acordes de trás pra diante", John pediu. O resultado foi "Because", uma celebração de puro êxtase erótico, com George Martin ao cravo e as três vozes divergentes dos Beatles dobradas em duas vezes de modo a criar uma harmonia em nove partes, mais íntima, mais pura e mais doce do que qualquer outra coisa que haviam feito desde "Here, There and Erverywhere". Philip Norman em "John Lennon - The Life" 2008


na versão "only vocal"