Reunião de Kensan
Como realizar (tornar real) uma reunião de kensan? ....
Às vezes surge tema de "como fazer para que ela se torne uma "reunião de kensan ? "...
Mas para isso, antes de mais nada, deve-se "conhecer" o que seja uma "reunião de kensan".
Isto é, o importante é o como é que está compreendendo o que seja uma "reuião de kensan".
Eu penso
que [reunião de kensan] = [revolução espiritual],
que [reunião de kensan] = [revolução mundial],
que [reunião de kensan] = [metodo de efetivação concreta],
que [reunião de kensan] = [atividade social].
Não é que a sociedade ou pessoas mudam, porque fizeram alguma atividade, após ter feito [reunião de kensan].
Nem é algo que se faz [reunião de kensan] para fazer alguma atividade.
Dentro da [reunião de kensan] a raiva desaparece, soltam os apegos, e conhece a si, e as coisas que sustentam esse mundo.
A revolução está dentro da [reunião de kensan].
O caminho da realização da felicidade não é trabalhar movimentando as mãos e os pés.
Se está pensando que existem a construção da sociedade e o movimento revolucionário nas atividades após a [reunião de kensan], o posicionamento e o entendimentto da [reunião de kensan] é totalmente distinto.
O que se chamou de [renião de kensan] de até agora, não foi isso que vem sendo feito?
Uma [reunião de kensan] pra fazer alguma atividade.
Tem a atividade após a [reunião de kensan].
Por isso é que se faz a [reunião de kensan]
Considera que só fazer reunião de kensan é não fazer nada...uma reunião de kensan dessa qualidade.
Isto porque é a manifestação prática da maneira de pensar que considera que a felicidade do ser humano está na movimentação dos pés e mãos, do que na [reunião de kensan]
Voltando assunto na [realização da reuinião de kensan]...
Antes de teorizar o metodo de como fazer para realizar uma reunião de kensan
Verificar o como está compreedendo uma [reunião de kensan]
Isto é, é imprescindível a existencia de pessoa que conhece o que ser uma [reunião de kensan]
É necessário o passo inicial de "conhecer" o que seja uma [reunião de kensan]
Sem isso, a realização de [reunião de kensan] é desrazão (impossível).
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
a seguir, para pessoas que "conhecem" a [reunião de kensan]
A sociedade yamaguishismo é constituida de membros constituintes e reunião de kensan
penso que os "10 membros" que estão dentro dos membros constituintes são pessoas que fazem a [reunião de kensan]
...pessoa que concentra toda a energia na realização da sociedade ideal...
...pessoa que se dedica a fundo na sua totalidade somente a isso...
...mesmo sendo alvo de perseguições, podendo passar a vida no fato verdadeiro...
...tendo preparado o coração de ser natural passar a não ter...
...é sua função construir um ambiente que facilite a qualquer pessoa tornar-se feliz
...fazer a função de auxiliar para que tais pessoas continuem a vida feliz, de forma suave, sem tomar curso contrário
...das pessoas enquanto estão sem que ninguém lhes peçam, em ação por conta própria nas atividades de formação e manutenção das pessoas felizes
Penso que o que está escrito no [resumo] e [dez membros], só diz respeito da reunião de kensan.
... a função dos dez membros é construir estradas seguras, plantar árvores nas beiras da estrada, semear flores aromáticas, colocar sinalizações de trânsito e fornecer diversos meios de transporte. (penso que isto também se diz respeito a reunião de kensan)
Pessoa que .....
vê o local de trabalho
vê a sociedade
vê o mundo
na [reunião de kensan]
Penso que o membro integral não é aquela imagem de uma pessoa que trabalha sem descanço e sem dormir, mas se diz respeito de uma pessoa que possa dedicar toda sua alma e corpo na revolução inteligente que chamamos de [reunião de kensan]
Se não existir membro integral [os dez membros], esta sociedade não se forma (não se mantém).
E mesmo somente com membros integrais (os dez membros), esta sociedade não se forma (não se mantém).
by y.s.
20 abril 2006
11 abril 2006
a kombi e eu
![]() |
| a 1a. kombi, a gente nunca esquece - em 1974, despedindo da 1a. kombi ano 64 - luxo |
a minha historia com a kombi, não é tão longa e como o do heródoto, mas então vou contar:
- aprendi dirigir com a kombi- ia todo santo domingo na igreja (quando era crente) com a kombi cheia de molecada
- iamos a muitos pic nics com a kombi
- as minhas primeiras paqueras de carro foi com a kombi
- meu trabalho era entregar ovos numa kombi
- ia a faculdade numa kombi (cheia de ovos para depois da aula fazer as entregas)
mas tem essa que talvez herodoto não tem:
- perdi a minha virginade numa kombi ... hehehe....
alam
Heródoto Barbeiro
10/04/2006 Gerente de jornalismo do Sistema Globo de Rádio
Texto: Marcelo GotoFotos: Marcelo Goto e arquivo pessoal
Se você mora em São Paulo, com certeza já deve ter ouvido a voz do jornalista Heródoto Barbeiro alguma vez, no rádio do seu carro, a caminho para o trabalho, logo pela manhã. Ele é o âncora do Jornal da CBN (Sistema Globo de Rádio), que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 6h às 9h30. Heródoto também apresenta o Jornal da Cultura, o telejornal da TV Cultura de São Paulo. Ele nasceu e cresceu no Parque Dom Pedro II, na região central da capital paulista. Quando criança, costumava andar de bonde e ajudar o pai em uma pequena oficina mecânica. Foi nessa época que ele encontrou uma paixão que o acompanha desde então. Não, não estou falando da esposa, Walkíria, e sim da "velha senhora", a Volkswagen Kombi. Foi paixão à primeira vista pela perua e que dura até hoje. O tempo passou, e Heródoto estudou História, virou professor, deu aulas na USP, e ainda teve tempo para estudar Direito, fazer uma pós-graduação, um mestrado e um curso de língua japonesa. Sem se dar por satisfeito, voltou à faculdade atrás do diploma de Jornalismo. Conseguiu. Hoje, 25 anos depois, o ex-professor acumula dez prêmios - incluindo o Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo (2001) -, e seis livros, sendo um deles sobre a filosofia budista. Seu passatempo é cuidar de um sítio na região de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Heródoto recebeu o Carsale em seu apartamento no bairro de Higienópolis, em São Paulo, para uma divertida entrevista em que o tema principal foi sua paixão pela VW Kombi.
Quando surgiu essa sua paixão pela Kombi?
Heródoto Barbeiro - Acho que eu tenho Kombi há uns 30 anos. Tive uma porção delas. Mas, há cerca de 35 anos, eu comprei um sítio na estrada Mogi-Bertioga (SP-98), em uma localidade chamada Taiaçupeba. Ele fica no alto de um morro e, na época, a estrada era de terra e você não sabia se conseguiria chegar até lá. Mas a Kombi sempre chegou. Ela passava bem no barro. Tem carro com tração dianteira que nem consegue subir. Hoje eu tenho uma Kombi mais nova, um modelo 2002, e eu vou muito com ela ao sítio todos os finais de semana. Para mim, ela também é um instrumento de trabalho. Apesar de estar ligada também ao lazer. Eu também gosto muito de fazer excursões a parques. E, com a Kombi, você carrega o equivalente a dois carros. Então você junta seis ou sete amigos e vai todo mundo batendo papo na perua ou jogando baralho, por exemplo. É mais agradável.
Você nunca pensou em ter um carro com tração nas quatro rodas?
HB - Não, pois o custo é muito alto. Outro dia, até experimentei um Nissan Pathfinder que é maravilhoso, extraordinário. Mas você tem que gastar muito dinheiro para obter o mesmo que você consegue com a Kombi.
Fale um pouco sobre a sua primeira Kombi.
HB - Ela era daquelas bem antigas, que tinha dois vidros na frente e um carburador só. Quando eu era moleque, fui auxiliar de mecânico. Meu pai tinha uma oficina, e eu aprendi a mexer em carros da Volkswagen e em coisas que nem existem mais hoje. Coisas que as máquinas antigas tinham. Condensador, platinado, por exemplo. Se quebrasse o cabo do acelerador, por exemplo, era só girar a borboleta e colocar um calço que o carro saía andando. Isso entre outras coisas. E eu sempre tive essa paixão pela Kombi porque ela nunca deixava a gente na mão, mesmo sendo um veículo "démodé" em relação a outros que temos hoje no mercado. Eu tive muitas Kombis velhas. Praticamente, a maioria delas era usada. Só recentemente as condições me permitiram comprar Kombis novas. Eu cheguei a ter uma muito usada e ela pegou fogo na esquina da Avenida Paulista com a Rua Augusta, às 10 h da manhã. Imagina a confusão que foi. Todo mundo correndo com extintor de incêndio para tentar apagar o fogo. Isso faz uns 15 anos. Tive outra que era modelo tipo exportação, pintada de azul. Nessa época, o serviço funerário de São Paulo também usava Kombis dessa mesma cor. Então, ela acabou ganhando o carinhoso apelido de "funerária" e se tornou motivo de muitas brincadeiras. Certa vez, quando ia para o aeroporto pegar um avião para o Rio, um garoto me perguntou aonde era o enterro. Quando olhei para trás, tinham colado uma cruz de papelão no vidro traseiro. Andei metade da cidade com aquela cruz colada na Kombi (risos). Eu gostava muito dela. Até mandei pintar a parte de baixo de creme. Ficou estilo saia-e-blusa, como dizem por aí. Mas, como a parte de cima era mais escura que a de baixo, ela foi apelidada depois de "Batman". Aí o pessoal do escritório começou a me perguntar: "E aí? Veio de Batman hoje?" (risos)
E ela era o seu xodó ou tinha outra?
HB - Sim. Essa eu posso dizer que foi o meu xodó. Ela ficou muito tempo comigo e eu a comprei nova.
Você tem idéia de quantos quilômetros já rodou com suas Kombis?
HB - Nossa! Nem tenho idéia. A atual está com 60 mil quilômetros rodados. Mas sempre rodei mais de 100 mil (quilômetros) com cada uma. Acho que com todas já deu para ir à lua e voltar (risos).
E essa mesma relação que você tem com a Kombi, já sentiu por outro carro?
HB - Não (diz enfático). Não sou aficionado por carro. Apesar de já ter trabalhado com automóveis.
Você costuma dar apelidos para suas Kombis?
HB - Com exceção daquela que eu te falei (a funerária), não. A atual só tem um adesivo escrito "Só os loucos me acompanham". Uma vez, queriam me dar um adesivo com a frase "Nóis breca, mas num capota". Mas achei que esse "de louco" era melhor (risos). Aliás, já me deram uma porção de coisas para colocar na Kombi. Uma vez me deram aquela bolota para colocar na alavanca do câmbio, com um caranguejo dentro (gargalhada). Outro dia fizeram uma vaquinha e me presentearam com um conjunto de cortininhas.
Desde quando você dirige carros?
HB - Eu aprendi a dirigir em um Chevrolet 1934, uma caminhonetezinha que meu pai tinha na oficina. Para se ter uma idéia, o freio dela não era hidráulico. Era de varão. E, para engatar a primeira (marcha), era preciso parar o carro. Nessa época, em São Paulo, você tinha até a opção de cursar uma auto-escola, mas também poderia ir a algum lugar afastado e ficar dirigindo. Hoje já não dá mais. Fiz exame em um Fusca. Aí, para mim, foi moleza, pois quem andava naquele carro (o Chevrolet 1934), andava em qualquer outro. Depois eu tive um Fusquinha 1968, que foi o primeiro carro que eu pude comprar. Era usado. Depois eu tive um Fusca 1974, uma Variant e uma Brasília. Mas sempre paralelamente à Kombi.
E qual é o seu carro de trabalho atual?
HB - Um Fiat Palio.
O que você achou das mudanças que a Volkswagen fez na Kombi?
HB - Ela melhorou bastante. O motor e o acelerador ficaram muito bons. Só faltou uma direçãozinha hidráulica.
Conte alguma história curiosa sobre as Kombis.
HB - Já passei várias situações inusitadas. Quando meus dois filhos eram pequenos, eles sempre iam comigo no banco da frente, deitados. Mas eu não podia brecar, pois toda vez que eu fazia isso, o menor caía do banco. Ou eles iam dormindo atrás. Por isso, ela é ótima para crianças. A gente colocava um colchão atrás e a molecada ia dormindo.
Você já planejou fazer uma grande viagem com ela?
HB - Não. Nunca tive a oportunidade de ficar um mês de férias e ir para o Nordeste com a perua, por exemplo. Pois ela está ligada diretamente ao meu sítio.
E qual foi o lugar mais distante que você já foi com a Kombi?
HB - Fui a Caldas Novas, em Goiás. Daqui até lá deve ter uns 800 ou 900 quilômetros. Fui e voltei.
Você já imaginou que carro terá quando pararem de fabricar a Kombi, como aconteceu com o Fusca?
HB - Nunca pensei nisso e não sei que carro compraria. Acho que nenhum. Uma vez eu olhei uma Besta, da Kia. Achei confortável, mas ela é ideal para carregar pessoas. Na Kombi, você carrega pessoas e coisas. A minha, por exemplo, não tem o banco do meio. Vai tudo ali. Carrego ração, farelo, e, às vezes, o meu cachorro. Tenho oito no sítio. Se você pega um carro que tem carpete, vai sujar tudo. Na Kombi, eu uso aqueles tapetes de borracha. É só lavar e colocar de volta.
Você participa de algum clube de carros antigos?
HB - Não. Não tenho tempo.
Você é daqueles que tem ciúme do carro?
HB - Sim. Essa Kombi, por exemplo, eu não empresto para ninguém.
Quem você convidaria para dar uma volta na sua Kombi?
HB - Eu acho que as pessoas não gostam muito de serem chamadas para andar de Kombi.
Heródoto e sua esposa Walkíria
Por quê?
HB - Porque acham que é um carro perigoso, muito instável... E por aí, vai. O grande medo das pessoas é que ela tombe, apesar de ser raro isso acontecer. Claro que ela não foi feita para correr. Mas há uma série de mitos sobre a Kombi. Por isso, as pessoas evitam andar nela. Só andam em algumas circunstâncias. Mas eu já vivi situações engraçadas. Certa vez, eu entrevistei o senador Eduardo Suplicy no programa Opinião Nacional, que eu fazia na TV Cultura, à noite. O programa terminou por volta das 10h da noite. Foi aí que o senador virou para mim e disse "Poxa. Essa hora já não tem mais táxi. Me dá uma carona até a minha casa?". Aí eu falei que estava de Kombi e ele respondeu: "Ah! Tudo bem! Vamos de Kombi". Ele subiu no carro e fomos até a casa dele. Ficava num bairro ultra-chique e a gente chegando de Kombi. Outra vez, um grupo de colegas decidiu invadir a minha Kombi. Quando eu percebi, já estavam todos dentro dela. Brincavam dizendo que eram do "Movimento dos Sem-Kombi". Outra coisa interessante é que a maior parte dos ouvintes da rádio acha que essa história de Kombi é brincadeira. Quando estou com ela, tem gente que pergunta: "É verdade mesmo? Posso tirar uma foto?". Outro dia, fui pegar a balsa para o Guarujá e do meu lado havia um carro importado com um senhor oriental dentro. E ele olhava para mim e olhava para Kombi. Quase chegando ao Guarujá, ele desceu do carro e disse para mim: "Você tem mesmo uma Kombi? Pensei que era brincadeira". Ele não acreditava que eu tinha uma Kombi, apesar de eu estar com ela. Outra vez, eu estava indo em outra balsa, para Bertioga. Já era noite, quando um senhor humilde com uma bicicletinha subiu nela. De repente ele gritou: "Ô, Heródoto!" E eu respondi: "Oi, senhor! Tudo bem?" Foi aí que eu perguntei: – "Mas, como o senhor me reconheceu?". – "Ah! A Kombi".
09 abril 2006
os meios é que justificam o fim
o processo e o objetivo é o mesmo
o meios e o objetivo é o mesmo
maneira de ser e o objetivo é o mesmo
objetivo = nakayoshi = amizade
processo = nakayoshi = amizade
meio = nakayoshi = amizade
maneira de ser = nakayoshi = amizade
com essa maneira de ser
para alcançar essa maneira de ser
o processo e o objetivo é o mesmo
o meios e o objetivo é o mesmo
maneira de ser e o objetivo é o mesmo
objetivo = nakayoshi = amizade
processo = nakayoshi = amizade
meio = nakayoshi = amizade
maneira de ser = nakayoshi = amizade
com essa maneira de ser
para alcançar essa maneira de ser
Cosmologia para a vida moderna
Querendo ou não, somos produto de nossa visão cosmológica. Talvez o leitor não passe as noites em claro se perguntando sobre a origem das coisas ou por que o Universo está em expansão. Mas a verdade é que nossa concepção de mundo é parte integral de quem somos. Para uma pessoa do século 15, o cosmo era finito, estático, esférico como uma cebola, a Terra no centro e o Sol e os planetas girando à sua volta em órbitas concêntricas. Deus ocupava a esfera mais externa, de onde comandava os afazeres dos astros e dos homens. O objetivo das pessoas era ascender do centro à esfera externa, da Terra ao Paraíso. Os que falhavam afundavam em direção às entranhas da Terra, condenados a arder eternamente nas chamas do Inferno. Para as pessoas do século 15, a cosmologia e a religião andavam de mãos dadas: a direção moral da vida e da morte refletia o arranjo dos céus.
Nosso lugar no cosmo é ordinário, mas nós não somos, porque fazemos as perguntas que levam a novas descobertas
Dado isso, não é difícil entender o impacto que a visão copernicana do cosmo, deslocando a Terra do centro e pondo o Sol em seu lugar, teve durante os séculos 16 e 17. A bela e simples ordem do cosmo medieval era intuitiva, fácil de ser compreendida e ainda por cima tinha o aval da Igreja. Que petulância desses astrônomos de virar o céu às avessas sem oferecer uma nova teologia que restabelecesse a ordem das coisas! O casamento entre a ordem teológica e a cósmica nunca foi refeito. Alguns cientistas dessa nova era bem que tentaram, como Kepler, que sugeriu que o Sol era a morada de Deus, ou Newton, que disse que as dimensões infinitas do cosmo refletiam o poder infinito de Deus.Foi a partir daí que se deu a separação entre as concepções científica e religiosa do cosmo. De lá para cá, os céus da ciência se tornaram cada vez mais distintos do firmamento cristão. E as pessoas mais desnorteadas, já que a visão vertical da Idade Média -os que são bons sobem e os que são ruins descem- não fazia mais sentido, ao menos concretamente.Passados 300 anos, temos uma nova cosmologia. Infelizmente, o distanciamento das pessoas das descobertas da ciência é diretamente proporcional aos seus avanços. Poucos sabem em que Universo vivemos agora. A coisa complica ainda mais devido ao fato de a ciência ser um processo onde não se chega à verdade final das coisas, mas a verdades temporárias: hoje sabemos mais sobre o Universo do que ontem, mas amanhã saberemos mais. Como então essa nova cosmologia deve ser apreendida pelas pessoas?Aos poucos. Começando pelo que sabemos e progredindo em direção ao que não sabemos. Eis uma lista de coisas que sabemos. Nosso Sol é uma estrela ordinária. Há centenas de bilhões de outras só na nossa galáxia. Dessas, a maioria tem planetas girando ao redor.Não sabemos se existe vida em alguns deles, mas seria terrível imaginar que estamos sozinhos nessa enorme vastidão. Existem também centenas de bilhões de outras galáxias espalhadas pelo cosmo. A expansão do Universo significa que essas galáxias estão se afastando mutuamente como se fossem pontos na superfície de um balão que infla. Isso vem ocorrendo há pouco menos de 14 bilhões de anos, que marca o Big Bang. Nosso lugar no cosmo é ordinário. Mas nós não somos. Não somos porque fazemos as perguntas que levam a novas descobertas. Se a ciência não oferece um substituto espiritual para a religião, oferece ao menos razão para preservarmos a preciosidade da vida. Isso já é o suficiente para mim, racional e espiritualmente.
Marcelo Gleiser
Querendo ou não, somos produto de nossa visão cosmológica. Talvez o leitor não passe as noites em claro se perguntando sobre a origem das coisas ou por que o Universo está em expansão. Mas a verdade é que nossa concepção de mundo é parte integral de quem somos. Para uma pessoa do século 15, o cosmo era finito, estático, esférico como uma cebola, a Terra no centro e o Sol e os planetas girando à sua volta em órbitas concêntricas. Deus ocupava a esfera mais externa, de onde comandava os afazeres dos astros e dos homens. O objetivo das pessoas era ascender do centro à esfera externa, da Terra ao Paraíso. Os que falhavam afundavam em direção às entranhas da Terra, condenados a arder eternamente nas chamas do Inferno. Para as pessoas do século 15, a cosmologia e a religião andavam de mãos dadas: a direção moral da vida e da morte refletia o arranjo dos céus.
Nosso lugar no cosmo é ordinário, mas nós não somos, porque fazemos as perguntas que levam a novas descobertas
Dado isso, não é difícil entender o impacto que a visão copernicana do cosmo, deslocando a Terra do centro e pondo o Sol em seu lugar, teve durante os séculos 16 e 17. A bela e simples ordem do cosmo medieval era intuitiva, fácil de ser compreendida e ainda por cima tinha o aval da Igreja. Que petulância desses astrônomos de virar o céu às avessas sem oferecer uma nova teologia que restabelecesse a ordem das coisas! O casamento entre a ordem teológica e a cósmica nunca foi refeito. Alguns cientistas dessa nova era bem que tentaram, como Kepler, que sugeriu que o Sol era a morada de Deus, ou Newton, que disse que as dimensões infinitas do cosmo refletiam o poder infinito de Deus.Foi a partir daí que se deu a separação entre as concepções científica e religiosa do cosmo. De lá para cá, os céus da ciência se tornaram cada vez mais distintos do firmamento cristão. E as pessoas mais desnorteadas, já que a visão vertical da Idade Média -os que são bons sobem e os que são ruins descem- não fazia mais sentido, ao menos concretamente.Passados 300 anos, temos uma nova cosmologia. Infelizmente, o distanciamento das pessoas das descobertas da ciência é diretamente proporcional aos seus avanços. Poucos sabem em que Universo vivemos agora. A coisa complica ainda mais devido ao fato de a ciência ser um processo onde não se chega à verdade final das coisas, mas a verdades temporárias: hoje sabemos mais sobre o Universo do que ontem, mas amanhã saberemos mais. Como então essa nova cosmologia deve ser apreendida pelas pessoas?Aos poucos. Começando pelo que sabemos e progredindo em direção ao que não sabemos. Eis uma lista de coisas que sabemos. Nosso Sol é uma estrela ordinária. Há centenas de bilhões de outras só na nossa galáxia. Dessas, a maioria tem planetas girando ao redor.Não sabemos se existe vida em alguns deles, mas seria terrível imaginar que estamos sozinhos nessa enorme vastidão. Existem também centenas de bilhões de outras galáxias espalhadas pelo cosmo. A expansão do Universo significa que essas galáxias estão se afastando mutuamente como se fossem pontos na superfície de um balão que infla. Isso vem ocorrendo há pouco menos de 14 bilhões de anos, que marca o Big Bang. Nosso lugar no cosmo é ordinário. Mas nós não somos. Não somos porque fazemos as perguntas que levam a novas descobertas. Se a ciência não oferece um substituto espiritual para a religião, oferece ao menos razão para preservarmos a preciosidade da vida. Isso já é o suficiente para mim, racional e espiritualmente.
Marcelo Gleiser
o foco
o foco não é a resolução de problemas
o foco é nos tornarmos pessoas que não tem apego ao próprio pensamento
pessoa que não tem apego ao próprio pensamento
torna possível enxergar as coisas corretamente
elimina as barreiras e cercos
e vai conseguindo conversar mutuamente qualquer coisa
antes de mais nada, é tornar-se mutuamente pessoas assim
daí sim, a partir disso
qualquer coisa que vai pensando e agindo
vai se tornando cada vez mais correto
e se foco não estiver aí
por mais tempo que invista
será um "kensan" para a resolução de problemas
e se resolve o problema
se alegra com isso
termina sendo em algo momentâneo e efêmero
by m.o.
o foco não é a resolução de problemas
o foco é nos tornarmos pessoas que não tem apego ao próprio pensamento
pessoa que não tem apego ao próprio pensamento
torna possível enxergar as coisas corretamente
elimina as barreiras e cercos
e vai conseguindo conversar mutuamente qualquer coisa
antes de mais nada, é tornar-se mutuamente pessoas assim
daí sim, a partir disso
qualquer coisa que vai pensando e agindo
vai se tornando cada vez mais correto
e se foco não estiver aí
por mais tempo que invista
será um "kensan" para a resolução de problemas
e se resolve o problema
se alegra com isso
termina sendo em algo momentâneo e efêmero
by m.o.
07 abril 2006
ou isso ou aquilo....
o eu real (o eu de fato) ?
ou
as minhas impressões ?
direcionar os olhos para o real ?
ou
priorizar as minhas impressões?
enfim......é só isso:
ou
quero fazer com a maneira de pensar de "eu, hei de prosperar junto com todo (sol, terra, gente)"
ou
não é isso.....
ou
quero fazer com a maneira de pensar de "sem se fixar em nada"
ou
não é isso...
ou
as minhas impressões ?
direcionar os olhos para o real ?
ou
priorizar as minhas impressões?
enfim......é só isso:
ou
quero fazer com a maneira de pensar de "eu, hei de prosperar junto com todo (sol, terra, gente)"
ou
não é isso.....
ou
quero fazer com a maneira de pensar de "sem se fixar em nada"
ou
não é isso...
kensan
A realização do kensan para cada um, é cada pessoa tornar-se capaz defazer kensan, mas será necessário ir realizando isso em etapas, emníveis, dando tempo, investindo tempo.Como pode existir o elemento de desenvolvimento da capacidade humana, ehá limitações conforme as características pessoais, poderá haverdiferença nas capacidades.Pensar a partir do ponto de vista da realização do kensan em sociedade,em organização, em grupo, e não em individuo. O que cada um, cadaindivíduo tem que fazer é tornar-se capaz de conversar-se mutuamente.Ver, fitar o fato e o seu interior, e expressar isto. Ouvir o outro. NoMÍNIMO, tornar se capaz de fazer isso.Pelo estado real de que o fato do ser humano é que ele não existeisolado, mas vive dentro da relação entre pessoas com pessoas, talveznão haja desrazão na sociedade humana, se pensasse na direção darealização do kensan em sociedade, do que esforçar-se na realização doauto-kensan (individualmente).É possível transpor as diferenças e as limitações individuais, pelarealização do kensan dentro do conversar mútuo, do pensar mútuo, depessoas com pessoas. Pode se dizer isto, não em relação ao indivíduo,mas também em relação a uma organização.Mesmo tentando realizar o kensan dentro de uma organização, existe casoem que há limitações pela composição dos membros.Será possível fazer realizar o kensan nesse lugar, conectandoorganização com organização.
Como um método, será necessário os itens abaixo:
1. Para cada um, cada indivíduo, oportunidade para tornar capaz deconversar mutuamente. Também um treino para ver, ouvir o fato. É onível, ou a etapa anterior ao kensan. Estritamente necessário.
2. Oportunidade para tornar capaz de fazer kensan. Priorizar as pessoasque tem esta capacidade. Investir tempo. Talvez não seja necessário quetodo o membro seja assim!
3. Como SHIKUMI da sociedade, que haja reunião de kensan, reunião depesquisa. Talvez seja bom que haja departamento de kensan, para impulsionar o kensan.
Como um método, será necessário os itens abaixo:
1. Para cada um, cada indivíduo, oportunidade para tornar capaz deconversar mutuamente. Também um treino para ver, ouvir o fato. É onível, ou a etapa anterior ao kensan. Estritamente necessário.
2. Oportunidade para tornar capaz de fazer kensan. Priorizar as pessoasque tem esta capacidade. Investir tempo. Talvez não seja necessário quetodo o membro seja assim!
3. Como SHIKUMI da sociedade, que haja reunião de kensan, reunião depesquisa. Talvez seja bom que haja departamento de kensan, para impulsionar o kensan.
auto observação e kensan
auto observação (observar dentro de si)
não é analisar ou explicar utilizando-se de conhecimentos
sim,
tenta-se expressar em palavras as coisas que tem dentro de si
mas,
se diz respeito a o que existe antes desta expressão
é a ação
que tenta auscutar o eu real (exatamente da maneira como está)
que tenta observar o eu real (do jeito como está)
e se falta esta parte
as palavras que saem da minha boca
deixam de ser reais
penso que está aí
a base de um kensan realmente significativo
não é analisar ou explicar utilizando-se de conhecimentos
sim,
tenta-se expressar em palavras as coisas que tem dentro de si
mas,
se diz respeito a o que existe antes desta expressão
é a ação
que tenta auscutar o eu real (exatamente da maneira como está)
que tenta observar o eu real (do jeito como está)
e se falta esta parte
as palavras que saem da minha boca
deixam de ser reais
penso que está aí
a base de um kensan realmente significativo
04 março 2006
02 março 2006
mecanismo
o exemplo da caixa eletrônica
se insiro o cartão e aperto o botão de retirar R$ 50.00,
sai uma nota de R$ 50.00 .... ○ ?
se insiro o cartão e aperto o botão de retirar R$ 50.00,
sai uma nota de R$ 10.00 ..... X ?
se insiro o cartão e aperto o botão de retirar R$ 50.00,
sai uma nota de R$ 100.00 .... X ?
se insiro o cartão e aperto o botão de retirar R$ 50.00,
não sai nota nenhuma ............. X ?
se não introduzo o julgamento - "bom" ou "ruim", "○ ou X" ,
todos eles, estão assim, por estarem assim...
não é o "bom ou ruim" sobre os resultados
mas examinar o estado interior, como ele está...
ouvindo "uma palavra", e esse eu que reagiu "ah, sim"
ouvindo "uma palavra", e esse eu que reagiu com emoções.
ouvindo "uma palavra", e esse eu que reagiu com muitos pensamentos.
toda vez que...
cada vez que...
grudar os olhos no mecanismo dentro de si
como eu estou...
se insiro o cartão e aperto o botão de retirar R$ 50.00,
sai uma nota de R$ 50.00 .... ○ ?
se insiro o cartão e aperto o botão de retirar R$ 50.00,
sai uma nota de R$ 10.00 ..... X ?
se insiro o cartão e aperto o botão de retirar R$ 50.00,
sai uma nota de R$ 100.00 .... X ?
se insiro o cartão e aperto o botão de retirar R$ 50.00,
não sai nota nenhuma ............. X ?
se não introduzo o julgamento - "bom" ou "ruim", "○ ou X" ,
todos eles, estão assim, por estarem assim...
não é o "bom ou ruim" sobre os resultados
mas examinar o estado interior, como ele está...
ouvindo "uma palavra", e esse eu que reagiu "ah, sim"
ouvindo "uma palavra", e esse eu que reagiu com emoções.
ouvindo "uma palavra", e esse eu que reagiu com muitos pensamentos.
toda vez que...
cada vez que...
grudar os olhos no mecanismo dentro de si
como eu estou...
14 fevereiro 2006
10 fevereiro 2006
Objetivo e Subjetivo
O ser humano reconhece o ambiente ao redor através dos 5 sentidos.
Outros animais também, reconhecem o ambientes ao seu redor munidos de seus órgãos sensoriais e provavelmente agem de acordo com esse reconhecimento.
No caso do ser humano, não se limita a reconhecer, mas a partir disso pensa e tem idéias .
Pensa em coisas impossíveis de realizar, como por exemplo, numa poema escrita por uma criança, algo como: "Quero ir ao encontro do pai que está trabalhando longe, montado na nuvem". Penso que isso também é uma capacidade própria provavelmente exclusiva do ser humano.
O ser humano, tal como outros animais, está agindo no cotidiano sem problemas de acordo com "o reconhecimento" captado pelos seus órgãos sensoriais.
Outros animais também, reconhecem o ambientes ao seu redor munidos de seus órgãos sensoriais e provavelmente agem de acordo com esse reconhecimento.
No caso do ser humano, não se limita a reconhecer, mas a partir disso pensa e tem idéias .
Pensa em coisas impossíveis de realizar, como por exemplo, numa poema escrita por uma criança, algo como: "Quero ir ao encontro do pai que está trabalhando longe, montado na nuvem". Penso que isso também é uma capacidade própria provavelmente exclusiva do ser humano.
O ser humano, tal como outros animais, está agindo no cotidiano sem problemas de acordo com "o reconhecimento" captado pelos seus órgãos sensoriais.
28 janeiro 2006
divagações
em geral, conseguimos ver nos outros, as respostas, as reações, e fazemos suposições acerca do que existe por trás das reações, das respostas...
mas temos muuuita dificuldade em fazermos isso "consigo mesmo"
isso exige um trabalho de atenção metódico de auto observação, uma certa "discipina"..... ( fazendo para si alguma pergunta do tipo: qual foi o fato? e o que existe em mim que eu reagi dessa maneira a aquele fato?)
ok, viva a diversidade!!!! somos tão diferentes...
usamos os 5 sentidos, o 6o. sentido, o 7o....
para captar o que está lá, e o que está aqui dentro.
mas
talvez, os caminhos não sejam tantos...pois se for assim, sempre há o risco de estarmos sendo levados ao léu das nossas subjetividades inconscientes, refém das nossas divagações inconscientes....
mas temos muuuita dificuldade em fazermos isso "consigo mesmo"
isso exige um trabalho de atenção metódico de auto observação, uma certa "discipina"..... ( fazendo para si alguma pergunta do tipo: qual foi o fato? e o que existe em mim que eu reagi dessa maneira a aquele fato?)
ok, viva a diversidade!!!! somos tão diferentes...
usamos os 5 sentidos, o 6o. sentido, o 7o....
para captar o que está lá, e o que está aqui dentro.
mas
talvez, os caminhos não sejam tantos...pois se for assim, sempre há o risco de estarmos sendo levados ao léu das nossas subjetividades inconscientes, refém das nossas divagações inconscientes....
God ( by John Lennon )

God
God is a concept by which we measure our pain
i´ll say it again
God is a concept by which we measure our pain
i don´t believe in magic
i don´t believe in i ching
i don´t believe in bible
i don´t believe in tarot
i don´t believe in hitler
i don´t believe in jesus
i don´t believe in kennedy
i don´t believe in budda
i don´t believe in mantra
i don´t believe in gita
i don´t believe in yoga
i don´t believe in Elvis
i don´t believe in Dylan
i don´t believe in Beatles
i just believe in me
and thats reality
(yoko and me)
A canção *“God”, de **John Lennon, lançada em 1970 no álbum *Plastic Ono Band, é uma das declarações mais diretas, radicais e íntimas da carreira solo do ex-Beatle. Ela representa o rompimento simbólico de Lennon com todas as formas de crença — religiosas, políticas, culturais e até musicais — que antes lhe davam identidade e segurança.
A seguir, uma análise detalhada:
---
### 🧠 1. “God is a concept by which we measure our pain”
Logo na primeira linha, Lennon redefine Deus não como uma entidade, mas como *um conceito psicológico*.
Ao dizer que “Deus é um conceito pelo qual medimos nossa dor”, ele sugere que as pessoas criam deuses, religiões e crenças para lidar com o sofrimento humano, para dar sentido à dor e ao medo. Essa visão se aproxima do pensamento *existencialista* e de *Freud*, que via a religião como uma projeção das necessidades humanas.
---
### ⚡ 2. A negação das crenças
Na sequência, Lennon lista uma série de figuras e sistemas de crença:
> “I don't believe in magic / I don't believe in I-Ching / I don't believe in Bible...”
Ele cita religiões (Bíblia, Jesus, Buda), tradições espirituais (I Ching, mantra, Gita, yoga), líderes políticos (Hitler, Kennedy, reis), ídolos culturais (Elvis, Zimmerman/Bob Dylan) e até os *Beatles*.
Essa enumeração é um gesto de *desconstrução*: ele recusa qualquer autoridade externa que o defina.
Cada “I don’t believe” é uma libertação, uma espécie de purificação.
Quando chega a “I don’t believe in Beatles”, o golpe é profundo — ele mata o mito que o próprio Lennon ajudou a criar.
---
### 💞 3. “I just believe in me / Yoko and me”
Depois de negar tudo, Lennon afirma apenas o que é real e tangível para ele: *a própria existência e o amor por Yoko Ono*.
É uma declaração de *autonomia radical: a verdade não está fora, em sistemas de fé ou ídolos, mas **dentro da experiência pessoal* e da relação humana autêntica.
Nesse ponto, Lennon está profundamente influenciado pela *terapia primal de Arthur Janov*, que defendia o enfrentamento das dores e traumas sem máscaras ou ilusões.
---
### 🌅 4. “The dream is over”
A frase se repete como um lamento e um renascimento.
O “sonho” pode ser entendido de várias formas:
* o *sonho dos Beatles*, o mito da juventude e da revolução cultural dos anos 60;
* o *sonho coletivo de uma salvação externa* — seja religiosa ou política;
* o *sonho da ilusão*, substituído pela consciência nua da realidade.
Ao dizer “I was the walrus / But now I'm John”, ele se desfaz do personagem psicodélico de I Am the Walrus e afirma: *agora sou apenas eu mesmo, sem máscaras*.
---
### 🔥 5. Sentido geral e contexto
“God” foi escrita após um período de dor e reconstrução:
* A separação dos Beatles (1970);
* O envolvimento intenso com Yoko Ono;
* A terapia primal, na qual Lennon revivia traumas da infância e a perda da mãe.
A canção é, portanto, *um manifesto de renascimento pessoal* — Lennon se despindo de mitos, fama, religião e identidades coletivas, para tentar existir como um ser humano simples, vulnerável e verdadeiro.
---
### 💬 6. Síntese interpretativa
> “God” é um grito de libertação espiritual e existencial.
> Lennon rompe com tudo que o condicionava — religião, política, cultura pop — para afirmar a soberania da experiência pessoal e do amor real.
> É a morte do mito e o nascimento do homem.
26 janeiro 2006
Caça a GASHU
antes de mais nada:
[conhecer] em si, o veneno maléfico do GASHU
[conhecer] em si, o seu próprio estado real
[conhecer] em si, a sua própria falibilidade
a maior dificuldade nossa está aí
....e isso exige
olhos voltados para si mesmo
coragem para encarar a si mesmo
uma postura de extrema honestidade consigo mesmo.
mas é preciso também
[conhecer] a normalidade do ser humano
[conhecer] o estado natural do ser humano
[conhecer] o "na origem" do ser humano
[conhecer] o usual do ser humano
cada um consigo mesmo
cada qual no seu estágio
rasos ou profundos
largos ou estreitos
e então vamos à caça ao GASHU !!!
[conhecer] em si, o veneno maléfico do GASHU
[conhecer] em si, o seu próprio estado real
[conhecer] em si, a sua própria falibilidade
a maior dificuldade nossa está aí
....e isso exige
olhos voltados para si mesmo
coragem para encarar a si mesmo
uma postura de extrema honestidade consigo mesmo.
mas é preciso também
[conhecer] a normalidade do ser humano
[conhecer] o estado natural do ser humano
[conhecer] o "na origem" do ser humano
[conhecer] o usual do ser humano
cada um consigo mesmo
cada qual no seu estágio
rasos ou profundos
largos ou estreitos
e então vamos à caça ao GASHU !!!
GASHU (apego ao eu)
É necessário antes de tudo [conhecer] os malefícios do GASHU (apego aos próprios pensamentos, apego a o ego, apego ao eu).
E só a partir disso é que brota a vontade de eliminar.
Se não, é mais um conhecimento inútil.
E só a partir disso é que brota a vontade de eliminar.
Se não, é mais um conhecimento inútil.
25 janeiro 2006
Na Origem
▼ A humanidade que pensava que a superfície da Terra era plana, [conhece] que a superfície é redonda. Conhecendo isso, passa a [ver] assim. Não há nada de "bom" nem "maravilhoso" nisso. É de inteira liberdade das pessoas pensarem assim.
▼ [Conhece] que a existência humana não é uma existência separada individualmente, mas uma existência única sem separação. Isso em si, não é algo para se dizer se é "bom" ou "maravilhoso".
▼ [Conhece] o [Ser Humano Natural Original Normal]. Não é algo para se dizer que o seres humanos são todos bons, ou que seria bom se ficasse assim mas que isso é difícil...
Na Origem, Natural, Normal, Usual,
by YS
▼ [Conhece] que a existência humana não é uma existência separada individualmente, mas uma existência única sem separação. Isso em si, não é algo para se dizer se é "bom" ou "maravilhoso".
▼ [Conhece] o [Ser Humano Natural Original Normal]. Não é algo para se dizer que o seres humanos são todos bons, ou que seria bom se ficasse assim mas que isso é difícil...
Na Origem, Natural, Normal, Usual,
by YS
21 janeiro 2006
Assinar:
Comentários (Atom)





