12 março 2023
força de viver, expansiva, adaptativa
- memorizar (reter informações) conhecimentos e teorias (pode ser danoso em muitos casos)
- adquirir conhecimentos, capacidades, habilidades práticas.
Crescimento como Pessoa é :
- crescimento do coração (mente) e da inteligência.
- expansão das habilidades: absortiva, adaptativa, criativa, etc.
Se ficar aplicando fertilizante próxima a raízes, não apenas as raízes deixarão de crescer, e se aplicar fertilizante em excesso causará desnutrição e doenças.
Quando uma pessoa é ensinada a ter conhecimentos e argumentos racionais e sentir que já entendeu, sente-se satisfeita com isso e a motivação original de querer saber dentro dela não expande.
Ao invés disso..., um mecanismo para desenvolver a autoconsciência de que não conheço / não entendo.
Na criação de filhos . . .
No trabalho . . .
Nos cursos . . .
Nas visitas . . .
10 março 2023
「人に求める」と「人に乞う」
要するに、「人に求める」は、協力や支援を求める場合に用いられ、相手に対して尊重の念を示す表現です。一方、「人に乞う」は、他人に過剰な依存を求める場合に用いられ、相手に対して弱々しい印象を与えることがある表現ですしい印象を与えることがある表現です
"Pedir a alguém" e "mendigar a alguém" são duas expressões diferentes em japonês. "Pedir a alguém" refere-se a pedir algo a alguém, com o objetivo de obter ajuda ou cooperação. É usado, por exemplo, como "pedir conselho" ou "pedir ajuda".
Por outro lado, "mendigar a alguém" refere-se a suplicar algo a alguém, como dinheiro ou outros recursos, por causa de uma situação difícil. Nesse caso, a atitude em relação ao destinatário é geralmente de dependência e a expressão pode transmitir uma imagem negativa.
Em resumo, "pedir a alguém" é uma expressão usada para solicitar ajuda ou cooperação, mostrando respeito pelo destinatário. Enquanto "mendigar a alguém" é uma expressão usada para solicitar ajuda excessiva, mostrando uma atitude fraca em relação ao destinatário. by ChatGPT
Juntos / Sozinho
Juntos: não sente à vontade
Sozinho: sente-se desolado
Só conhece o mundo desse jeito
28 dezembro 2022
As origens da polarização atual
Na redemocratização, PT e PSDB se entregaram a um jogo perigoso para a democracia por objetivos eleitorais, que é o jogo de caricatura recíproca. O PT representava o PSDB como um partido neoliberal e que teria deixado a famigerada herança maldita.
São dois termos falsos. O PSDB também fez uma caricatura do PT como um partido mais à esquerda do que efetivamente era, questionou a legitimidade da eleição de 2014, teve atuação de protagonista no impeachment, a meu ver ilegítimo, da presidente Dilma Rousseff [PT].
Esse conjunto de comportamentos de ambas as partes remete ao que os cientistas políticos Steven Levitsky e Daniel Ziblatt chamam de autocontenção ou comedimento.
É a obediência à consciência de que ganhos eleitorais imediato sem consequência de golpes baixos corroem a credibilidade das instituições a longo prazo e deveriam ser evitados. Ambos os partidos não hesitaram em se entregar a esse jogo e, sem que se dessem conta, um estava desgastando a credibilidade do outro.
Quando a sociedade brasileira chegou a uma espécie de estado de anomia após os acontecimentos de 2013, esses partidos foram vistos como forças inviáveis, e isso preparou terreno para a emergência de um populismo de extrema direita.
O debate no ambiente digital é ainda mais radical. As redes sociais têm um papel nessa dinâmica?
Sim. A arquitetura das redes sociais leva à formação dos grupos, ou das famigeradas bolhas. Quando você entra numa lógica de grupo por um laço identificatório, seja religioso, seja futebolístico, seja político-partidário, você é apoiado, você é reconhecido pelo grupo. Isso te dá um prazer narcísico do acolhimento, do pertencimento.
A tendência dessa dinâmica é recompensar a radicalidade e punir a Dúvida. Porque aquele que produz a repetição intensificada confirma o valor do grupo; quem critica premissas do grupo tende, no limite, a ser expulso.
Para que o debate público funcione, cada sujeito tem que ter uma atitude de boa-fé. Tem que ter abertura para permitir que evidências, argumentos, estatísticas e dados empíricos possam convencê-lo. A lógica de grupo transforma essa atitude.
O sujeito passa a ter um compromisso não com a interpretação mais precisa da realidade, mas com o próprio grupo. Se a melhor interpretação da realidade se chocar com os interesses do grupo, pior para a realidade. Essa talvez seja a razão principal para que nós tenhamos chegado a um estado de divisão social muito profundo.
Quando as pessoas estão completamente submetidas a lógicas de grupo, elas ativam essa retroalimentação permanente da divisão, porque a dinâmica de radicalização do próprio grupo produz ressentimento no grupo adversário, que por sua vez leva a caricaturar o outro grupo - e você entra nesse círculo vicioso.
Francisco Bosco, 46 Doutor em teoria literária pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e ensaísta, foi presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes) de 2015 até o impeachment de Dilma Rousseff (PT). Autor, entre outros livros, de “A Vítima Tem Sempre Razão? Lutas Identitárias e o Novo Espaço Público Brasileiro”
cazuza (morre aos 32anos, 64 anos) e lucinha araújo (86 anos)
1979 (21) (25)
1980 (22) (26)
1981 (23) (27)
1982 (24) (28) Barão Vermelho
1983 (25) (29) Barão Vermelho 2
1984 (26) (30) Maior Abandonado
1985 (27) (31) Exagerado
1987 (29) (33) Só se For a Dois
1988 (30) (34) Ideologia - Constituinte 1988
1989 (31) (35) O Tempo Não Para - Burguesia
1990 (32) (36) morte 7/julho

Ideologia
Meu partido
É um coração partido
E as ilusões estão todas perdidas
Os meus sonhos foram todos vendidos
Tão barato que eu nem acredito
Eu nem acredito ah
Que aquele garoto que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Frequenta agora as festas do "Grand Monde"
Meus heróis morreram de overdose
Eh, meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver
O meu tesão
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs não tem nenhum rock 'n' roll
Eu vou pagar a conta do analista
Pra nunca mais ter que saber quem eu sou
Saber quem eu sou
Pois aquele garoto que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo em cima do muro, em cima do muro
Meus heróis morreram de overdose eh
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Pra viver
Pois aquele garoto que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste à tudo em cima do muro, em cima do muro
Meus heróis morreram de overdose eh
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Viver, viver, viver
Ideologia
Pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver
25 dezembro 2022
a semana
domingo - 09:15 reunião jisshou member (sobre programa de experiência estilo As One, etc)
2a.feira - 13:00 reunião com diego sobre site
17:00 janta fiz arroz frito + ovo + legumes
3a.feira - 13:00 reunião com diego sobre estagio
17:00 fiz carne de porco na panela de pressão adocicado
4a.feira - de cama
5a.feira -
6a.feira - 09:00 teste COVID positivo
sábado -
domingo - acordei melhor
- 07:30 - 09:00 reunião com ONO
20 dezembro 2022
cultivo forçado – da pessoa (criança e adulto)
17 novembro 2022
aqui é lugar de uso comum !
01 novembro 2022
Folha de S.Paulo 31-11-2022
E preciso desinflar narcisismo de grupo que travou diálogo no Brasil
ELEIÇÕES 2022 Uirá Machado
SÃO PAULO - A pacificação social após a disputa eleitoral mais acirrada desde a redemocratização será uma das missões de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que derrotou o presidente Jair Bolsonaro(PL) por 50,9% a 49,1% e alcançou um terceiro mandato. Para Francisco Bosco, Lula é a pessoa mais indicada para essa tarefa. “Lula é um conciliador. Sempre foi e reafirmou isso no seu discurso', afirma o autor do livro “O Diálogo Possível – Por Uma Reconstrução do Debate Público Brasileiro'. Em entrevista à Folha, Bosco afirma que a vitória de Lula não pode ser subestimada, assim como não se pode esquecer que ele terá uma margem de manobra muito estreita. Segundo o escritor, o petista terá o desafio de conduzir o país no caminho do fortalecimento institucional, do desenvolvimento social e da pacificação social. Ele afirma que, para a superar a divisão, será necessária uma tarefa coletiva de reorganização do debate público, sobretudo nas redes sociais, onde, diz ele, a lógica de grupo reforça a polarização.
O que Lula precisa fazer para pacificar o país?
31 outubro 2022
o que emerge
não estaria tratando isso
nem grande, nem pegueno
nem maior, nem menor
05 outubro 2022
dois modos
quando quiser mudar, fazer mudanças. . .
quando quiser fazer algo. . .
a) assim não dá, assim não pode. por isso vou mudar.
b) o desejo a partir do coração, seria bom que fosse assim, vai mudando a partir desse lugar.
dois modos:
a) mover com coisas de fora
b) mover a partir do meu desejo (genuíno)
na hora de querer fazer algo:
um modo de perguntar como estivesse pedindo permissão, como se tivesse dentro do outro "coisas que podem ser feitas" e "coisas que não podem ser feitas"
não conseguir se colocar até saber que tipo de regras e senso comum tem no outro.
ficar se vigiando se não estou extrapolando as regras do outro
01 outubro 2022
um
a sensibilidade de estado atual
como ir realizando
30 setembro 2022
Seis descobertas que mudam o que sabemos sobre origem dos seres humanos
30 setembro 2022
O estudo científico da evolução humana historicamente nos confirma uma espécie de ordem confortável das coisas.As pesquisas sempre indicaram os humanos como mais inteligentes, mais intelectuais e mais cuidadosos que os nossos ancestrais. Das reconstruções arqueológicas dos neandertais como seres brutos e peludos, que andavam curvados, até os filmes dos "homens das cavernas", nossos ancestrais sempre foram mal retratados.
Mas as descobertas dos últimos cinco anos vêm alterando essa visão limitada. No meu último livro, Hidden Depths: The Origins of Human Connection ("Profundidades ocultas: as origens das conexões humanas", em tradução livre), argumento que isso é importante para a forma como nos vemos hoje em dia, como imaginamos o nosso futuro e para compreendermos o nosso passado.
Dentre essas descobertas, seis revelações se destacam.
1. Existem mais espécies humanas do que imaginávamos.
Espécies como Homo longi foram identificadas apenas em 2018. Existem agora 21 espécies humanas conhecidas.
Nos últimos anos, percebemos que nossos ancestrais Homo sapiens podem ter encontrado até oito desses diferentes tipos de seres humanos, desde espécies robustas e numerosas como os neandertais e seus parentes próximos, os denisovanos, até seres humanos baixos (com menos de 1,50 m de altura) com cérebros pequenos, como o Homo naledi.
Mas o Homo sapiens não era o destino evolutivo inevitável, nem se encaixa em uma simples progressão linear ou escada evolutiva. O cérebro do Homo naledi pode ter sido menor que o de um chimpanzé, mas existem evidências de que eles eram culturalmente complexos e lamentavam seus mortos.
Os neandertais criaram arte simbólica, mas não eram iguais a nós. Eles tinham muitas adaptações biológicas diferentes, que podem ter incluído a hibernação.
2. Humanos híbridos são parte da nossa história
Espécies humanas híbridas, que eram consideradas pelos especialistas como ficção científica, podem ter feito parte importante da nossa evolução.
As evidências da importância dos híbridos vêm da genética. As pistas não estão apenas no DNA da nossa própria espécie (que, muitas vezes, inclui genes importantes herdados dos neandertais), mas também nos esqueletos de híbridos.
Um exemplo é Denny, uma menina filha de mãe neandertal e pai denisovano. Seus ossos foram encontrados em uma caverna na Sibéria.
3. Nós tivemos sorte
O nosso passado evolutivo é mais confuso que os cientistas costumavam pensar. Você já teve dores nas costas? Ou ficou com inveja do seu cachorro quando ele rolava em um cenário irregular?
Isso deve ser suficiente para mostrar que estamos longe de sermos perfeitamente adaptados. Sabemos há algum tempo que a evolução elabora soluções em resposta a um ecossistema que pode já ter se alterado. Mas muitas das mudanças da nossa linhagem evolutiva humana podem ter sido causadas pelo acaso.
Isso ocorre, por exemplo, quando populações isoladas têm uma certa característica, por exemplo, como alguma peculiaridade da sua aparência, que não faz muita diferença para a sua sobrevivência e continua a se alterar nos seus descendentes. Características dos rostos dos neandertais (como suas sobrancelhas pronunciadas) ou no seu corpo (incluindo suas grandes caixas torácicas) podem ter sido simplesmente o resultado de desvios genéticos.
A epigenética, que é a ativação dos genes apenas em ambientes específicos, também complica as coisas. Os genes podem predispor alguém à depressão ou à esquizofrenia, por exemplo. Mas podem só desenvolver a condição se forem ativados por algo que aconteça com eles.
4. O nosso destino está interligado com a natureza
Talvez possamos gostar de nos imaginar como mestres do meio ambiente. Mas está cada vez mais claro que as mudanças ecológicas é que nos moldaram.
As origens da nossa espécie coincidiram com grandes mudanças climáticas, pois foi nesses momentos que nos diferenciamos mais das outras espécies. Todas as outras espécies humanas aparentemente se extinguiram como resultado de mudanças climáticas.
Três importantes espécies humanas - Homo erectus, Homo heidelbergensis e Homo neanderthalensis - foram extintas por grandes mudanças do clima, como o evento Laschamp - uma interrupção temporária do campo magnético da Terra ocorrida 42 mil anos atrás, que coincidiu com a extinção dos neandertais.
5. Gentileza é uma vantagem evolutiva
Pesquisas descobriram novas razões para termos esperança nas sociedades humanas do futuro.
Os cientistas costumavam acreditar que as partes violentas da natureza humana nos ajudavam a subir na escada evolutiva. Mas surgiram evidências que demonstram a contribuição do lado cuidadoso da natureza humana para o nosso sucesso.
Esqueletos antigos mostram sinais notáveis de sobrevivência após doenças e lesões, o que teria sido difícil ou até impossível sem ajuda.
O caminho da compaixão humana estende-se até um milhão e meio de anos atrás. Cientistas rastrearam conhecimento médico pelo menos até o tempo dos neandertais.
O altruísmo tem muitos benefícios importantes para a sobrevivência. Ele permitiu que membros mais idosos da comunidade transmitissem conhecimentos importantes. E o cuidado médico manteve os caçadores experientes vivos.
6. Somos uma espécie sensível
A evolução nos tornou mais emocionalmente expostos do que gostaríamos de imaginar.
Como ocorre com os cães domésticos, com quem compartilhamos muitas adaptações genéticas, como a maior tolerância a estranhos e a sensibilidade às indicações sociais, a hipersociabilidade humana tem um preço: a vulnerabilidade emocional.
Somos mais sensíveis aos sentimentos das pessoas à nossa volta e mais vulneráveis a influências sociais. Somos mais propensos a distúrbios emocionais, à solidão e à depressão que os nossos predecessores.
Nossos sentimentos são complexos e pode nem sempre ser agradável conviver com eles. Mas eles são parte de transformações importantes que criaram grandes comunidades conectadas. Nossas emoções são essenciais para as colaborações humanas.
Esta é uma visão muito menos tranquilizadora do nosso lugar no mundo do que aquela que tínhamos até cinco anos atrás. Mas observar-nos como individualistas, racionais e com direito a um lugar privilegiado na natureza não trouxe bons resultados - basta ler as últimas notícias sobre o estado do nosso planeta.
Se aceitarmos que os seres humanos não são o pináculo do progresso, não poderemos simplesmente ficar esperando que as coisas andem bem. Nosso passado indica que o nosso futuro não será melhor, a menos que nós façamos alguma coisa a respeito.
* Penny Spikins é professora de arqueologia de origens humanas da Universidade de York, no Reino Unido.
Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado sob licença Creative Commons. Leia aqui a versão original em inglês.
27 setembro 2022
"olhar a si" .... ou... fica pensando "coisas sobre si"
Se não tem o "olhar a si (coração verdadeiro - desejos e sentimentos)" não se realiza o que deseja verdadeiramente.
para onde estou indo
quero fazer isso! vamos fazer isso!
de onde vêm esses desejos e desejos? o que tem na base? como é essa base?
talvez fosse uma época em que não olhava para essa base e vim fazendo apenas com apenas com o entusiasmo?
como será que está agora?
para que estou fazendo isso? fazendo isso, qual o seu resultado?
ao adotar esse prisma (ponto de vista), o que pode suceder daí?
antes de decidir o que fazer, perguntar a si: o que é a felicidade do ser humano? e o que é sociedade?
26 setembro 2022
Neandertal: as lições que eles nos ensinam 40 mil anos após sua extinção

Há provas?
Esta reportagem foi publicada no site The Conversation e é reproduzida aqui sob uma licença Creative Common. Clique aqui para ler a versão original deste artigo, em inglês.
24 setembro 2022
faço ou não faço
Esse dilema toma boa parte da minha mente.
Enquanto eu estiver preocupado em me proteger, meu interesse não se voltará verdadeiramente para o outro.
No fundo, é a minha própria mente dizendo: “ela disse isso”.
tem uma pessoa assim
23 setembro 2022
"Não há nada"
"Sem confronto/sem reserva"
"Sem ansiedade/sem cerco"
"Sem ensino/sem imposição"
"Não avaliado pelos resultados"
"Sem teimosia/sem reclamação"
“Sem obrigações/sem responsabilidades”
“Sem ordens/sem superior e inferior”
“Sem vinculação/sem coerção”
Dado o estado atual da sociedade,
vive como se "naturalmente existissem"
coisas que não existiam originalmente na sociedade humana.
passa a duvidar das pessoas,
fica ansioso
interpondo estas coisas entre as pessoas?
faz perder de vista o coração verdadeiro?
"Não há nada"
está é afigura original do ser humano.
A paisagem que de lá se enxerga a partir desse lugar
vida original das pessoas
verdadeiras intenções da pessoa.
observar
os pais
→ ``Construir uma sociedade'' →
Tal ideia ter surgido se deveu à existência das pessoas que me antecederam
→ → →
À existência de pais.


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