04 março 2011

reunião de pesquisa e exame


"誰のどんな意見・考え・行為も、そのまま受け入れ、互いを尊重し合い、それぞれの「捉えたものであるとの自覚」の元に、持ち寄り検討し合おうとするもの"

"é algo em que, respeitando mutuamente, aceitando como ela é, qualquer que seja e de quem seja, as opiniões, as idéias e os atos, baseado na [auto-consciência de que é uma captação própria] de cada um à sua maneira, expõe e ajunta e tenta examinar mutuamene."

13 fevereiro 2011

auto-consciência

a neurociência avança e o mecanismo de reconhecimento do cérebro cada vez mais esclarescido,
compreende teoricamente que "o reconhecimento das coisas é uma ação dentro do cérebro de cada indivíduo", no entanto não se chega à auto-consciência.

em outras palavras,
até crinça da escola primária consegue compreender
que a forma de ver, ouvir e sentir são diferentes para cada uma das pessoas

mas os adultos ao redor apenas ditam teorias
e não se chega à auto-cosciência.
[ toma como um fato, aquilo que não é nada mais do que sua captação ]
(provavelmente talvez nem compreenda este significado).

mesmo que não seja na área da ciência
o que as religiões ou ideologias dizem
podem estar tocando a verdade/essência, mas.....
pelo fato de não ter chegado à auto-consiência,
a própria pessoa não se tornou.
vide "imagine" de lennon, e outras tantas...
o mundo é um só,
estamos todos ligados,
a humanidade todo somos todos irmãos
não é de ninguém
o amor salva o mundo...
etc...

considerando que houve Satori (iluminação) nas pessoas que perceberam primeiro, que começaram falar, os gurus, os fundadores, ....
deve ter sido muito forte o sentimento de querer transmitir...

e mesmo compreendendo que falando ou escrevedo não seria possível a tranmissão,
não havia (ou não sabia) outra maneira a não ser escrever e falar.

e assim ...
as pessoas que leram, ouviram e receberam,
ao ressoarem, concordarem e se emocionarem fortemente,
diziam: "sim, isto é a verdade!!"
[por ter lido e ouvido, fica com a sensação de "eu sei", "eu compreendi", "eu percebi"]

e se a experiência é forte e intenso,
fica com a profunda sensação de que chegou lá
que ela também consegue!!
e então fica com vontade de transmitir a experiêcia a outras pessoas.

assim
forma-se um ajuntamento de pessoas
que se sentem ter chegado lá...
( grupo de pessoas crentes )

[auto-consciência] significa " conhecer claramente o seu próprio estado",
não é enfatizar para si mesmo,
através da compreenção mental através de conhecimentos.
dizendo "sim, é isto",

não haveria nenhuma dificuldade se crescesse
desde a infância num ambiente
onde "a compreensão e a auto-consciência" fossem cultivados
mas colocou-se à frente somente a compreeenção pelo conhecimento
negligenciando-se a prática de conhecimento do seu próprio estado,
passaram-se anos sobre anos....
by S.

27 janeiro 2011

11 semanas - vou ser avô..

Fuku-tyan e Mira
ainda sem nome....

31 dezembro 2010

onde estou?

devo estar

........e..m.......a.l...g....u..m.........l.u..g....a...r

entre

as minha experiências (subjetivas)
e
as minnhas análises (objetivas)


 .





.

29 dezembro 2010

1/2 + 1/2

aos meus 28 anos de idade
foi um momento na minha vida
da tomada de decisões
que me marcaram profundamente
sabia muito das minhas ambições
pelo menos a aparente...
mas menos sabendo das minhas limitações




agora passados mais 28 anos
não sei como olhar
esses passados
aliás, sei sim...
sei do meu jeito

26 dezembro 2010

eu

.
o que eu sinto, eu não ajo.
o que ajo, não penso.
o que penso, não sinto.
do que sei, sou ignorante.
do que sinto, não ignoro.
não me entendo
e ajo como se
me entendesse
            clarisse linspector
.
.

24 dezembro 2010

há exatamente 1 ano atrás....

há um ano atrás
o passado se revelou
as pessoas com quem convivi
tão intimamente....
não eram como eu os viam
escondidas de mim
na calada da noite
faziam coisas


aliás, na verdade
eu os tinha como um fato
em outras palavras
acreditava cegamente na minha visão


preferia não saber
a ser enganado
aliás, se me examinar bem
eu não sei, não há como saber
ser enganado, é viagem minha


fui obrigado a aprender
na marra que
as pessoas fazem
do jeito que elas querem
e não do meu jeito
as pessoas fazem 
com as razões próprias delas
e não com as minhas


e agora
quase vinte anos depois
a questão permanece: . . .
- tinha mesmo alguém

na minha árvore?



"yamaguishi fields forever", parafraseando lennon em "Strawberry Fields Forever"

22 dezembro 2010

Família neandertal canibalizada é encontrada em caverna na Espanha

 22/12/2010 09h10 - Atualizado em 22/12/2010 10h02

Família neandertal canibalizada é encontrada em caverna na Espanha

Segundo pesquisadores, ossos encontrados em caverna indicam que indivíduos foram mortos e comidos por outros neandertais.

Arqueólogos descobriram os restos de uma possível família de 12 neandertais que foram mortos há 49 mil anos numa caverna da região de Astúrias, no norte da Espanha.
Segundo os pesquisadores, marcas nos ossos mostram sinais de atividade canibal, indicando que os indivíduos encontrados foram comidos por outros neandertais.
Detalhes da descoberta foram publicados na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.
Apesar de os fragmentos de ossos de seis adultos e seis crianças terem sido encontrados dentro da caverna, os arqueólogos acreditam que eles viviam e foram mortos na superfície, mas que teriam sido envolvidos pela caverna após um desabamento.
Fragmentos de ossos foram encontrados em caverna das AstúriasFragmentos de ossos foram encontrados em caverna das Astúrias (Foto: Divulgação )












'Todos eles mostram sinais de canibalismo. Eles têm marcas de cortes em vários ossos, incluindo os crânios e as mandíbulas', disse o arqueólogo Carles Lalueza-Fox, do Instituto de Biologia Evolucionária de Barcelona, que coordenou o estudo.
'Os ossos longos foram fragmentados para tirar o tutano, então todos os sinais de canibalismo que foram descritos em outros locais de neandertais estão presentes nesses indivíduos', afirmou.
Família
A conclusão de que o grupo era uma família vem da análise do DNA mitocondrial, o material genético encontrado nas células animais passado pela linhagem feminina.
Os dados genéticos sugerem que enquanto os três adultos do sexo masculino no grupo tinham a mesma linhagem materna, as três mulheres do grupo tinham origens maternas diferentes.
Segundo os pesquisadores, isso mostraria que pelo menos nesta família de neandertais, as mulheres vieram de fora do grupo, enquanto que os homens permaneceram no grupo familiar ao chegar à idade adulta.
Esse modelo do que é chamado 'patrilocalidade' é comumente visto em algumas culturas modernas, observa Lalueza-Fox, com os homens permanecendo na casa da família após o casamento com uma mulher de outro grupo.

Café in Paris - 07/05/2010

De cite-lafaiette-carol

11 dezembro 2010

motivação 2

na sinceridade
na real
devo admitir que
dentre as minhas motivações
a necessidade de aprovação

a necessidade de aceitação

dos outros

é o que trago
desde quando?


não está bom assim...
não estou bem assim...
desse jeito, não serei aceito...

a motivação deturpada, inflexa







26 novembro 2010

interrogação( ? ), exclamação( ! ) e ponto final( . )

todo conhecimento humano
foi construído a partir de pontos de interrogação
não de exclamação
muito menos de pontos finais

24 novembro 2010

Sacks mostra como mente "cria" mundo

Novo livro do escritor aborda reconstruções da percepção quando área visual do cérebro tem descompasso
Cegos que ainda são capazes de "ver" e os mistérios da visão em 3D dominam nova obra do neurologista inglês


Moacyr Lopes Junior-19.5.05/Folhapress

Oliver Sacks em palestra em SP

REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE CIÊNCIA 

Autor de romances policiais, o canadense Howard Engel chegou a imaginar que estava sendo vítima de uma estranha conspiração ao tentar ler o jornal numa manhã de julho de 2001.

"Quando eu focalizava as letras, ora pareciam cirílico [alfabeto do russo e de outras línguas eslavas], ora coreano", contou Engel em carta ao neurologista e escritor britânico Oliver Sacks. Não era um plano maligno da KGB: Engel tivera um derrame numa pequena área do lado esquerdo do cérebro.

Anedotas como essa se juntam como as peças de um quebra-cabeças em "O Olhar da Mente", livro de Sacks que acaba de chegar ao Brasil. A mensagem mais ampla é clara: não há nada de automático na maneira como achamos que vemos o mundo.

Histórias como as de Engel mostram que o conjunto olho-cérebro está menos para câmera digital e mais para simulador de realidade virtual, usando pistas às vezes enviesadas para construir um modelo do mundo na cabeça de cada pessoa.

Na entrevista abaixo, Sacks fala da relação entre ciência e literatura e diz que a interface entre cérebro e máquinas tem potencial para revolucionar o modo como os sentidos funcionam.
 
Folha - Como é que o sr. normalmente escolhe o fio condutor de um livro? O sr. começa com o tema na cabeça e depois busca relatos de pacientes que se encaixem na ideia, ou é o contrário?Oliver Sacks - Depende muito de quem me contata, do que acontece no meu cotidiano. Acidentes desempenham um papel muito grande para um médico. As coisas não são nem de longe tão sistemáticas quanto o cotidiano de um cientista.

Por que ainda é raro ver livros sobre ciência serem reconhecidos como literatura?
Fico tentado a dizer que algumas pessoas naturalmente vão gostar mais desse tipo de obra do que outras. Não penso em mim mesmo como um homem de letras. O que tento é dizer as coisas com a maior clareza e maior naturalidade possíveis.
Acho que é importante ler em voz alta. Quando escrevo, tento ouvir cada frase na minha cabeça, e acho que esse ouvido para o que se está escrevendo é crucial.

Os casos extremos que o sr. descreve ajudariam a mostrar que até as pessoas que chamamos de normais apenas usam seu cérebro para construir uma espécie de modelo do mundo, que nunca é a mesma coisa que o "mundo real" em si?
Em primeiro lugar, não penso em meus casos como extremos. Acho que eles apenas são os mais exemplares, digamos.
Quando falamos de coisas como o ato da leitura, ou a capacidade de reconhecer rostos, a tendência é considerar essas habilidades como algo natural. E as pessoas não têm a menor ideia de como essas coisas funcionam.
Isto é, a menos que você as analise. E ver pessoas cujas faculdades de reconhecimento foram esfaceladas faz, por exemplo, com que seja possível perceber que certa capacidade está associada a certa parte do cérebro.
Dessa maneira, você aprende que é possível saber o que a leitura ou o reconhecimento de rostos são em todas as demais pessoas. Ou seja: estudar um cérebro anormal lança muita luz sobre os cérebros normais.

Na última década, as pesquisas cujo objetivo é criar interfaces entre o cérebro humano e as máquinas avançaram muito. Qual o potencial dessas tecnologias para mudar a maneira como as pessoas percebem o mundo?
Conectar o cérebro a máquinas que possam se movimentar é muito empolgante para pessoas que ficaram paralisadas, pessoas que estão "trancadas" dentro do próprio cérebro por causa de alguma lesão e não possuem nenhum modo de se comunicar com o mundo exterior.
Na parte final do meu livro, abordo a chamada substituição sensorial, na qual uma câmera de vídeo é conectada a eletrodos implantados na língua do paciente.
Essa pessoa, então, é capaz de interpretar esses estímulos sensoriais na língua como uma percepção visual, mesmo que ela não enxergue. Isso não exige a implantação de eletrodos no cérebro. Mas nós vemos e ouvimos com nosso cérebro, e em breve vai ser possível -é algo que já foi conseguido em modelos animais- enxergar com essas interfaces.
E isso vai revolucionar a medicina.


Cérebro "maleável" explica estranhas habilidades

Uma palavrinha técnica crucial está por toda a parte no livro de Sacks e mostra que uma revolução na maneira como se entende o cérebro triunfou. O termo-chave é "plasticidade".
A plasticidade cerebral é o oposto da ideia de que não dá para ensinar truques novos a cachorro velho. Durante muito tempo, neurologistas e biólogos acreditaram que, depois de um "período crítico", da gestação aos primeiros anos de vida, o cérebro se tornava um órgão pouco maleável, incapaz de grandes reorganizações de funções e capacidades. Qualquer dano ao conjunto seria irreparável.
Muita coisa mudou, no entanto, a começar pela descoberta, nos anos 1990, de que o cérebro adulto é capaz de gerar novos neurônios. E o acompanhamento de pacientes como os que estrelam "O Olhar da Mente" mostra que é possível remodelar a arquitetura cerebral para compensar deficiências graves ou adquirir habilidades que parecem sobrenaturais.
No primeiro quesito, uma das histórias mais emblemáticas é a de Sue Barry, neurobióloga que nasceu com estrabismo grave e foi submetida a cirurgias para corrigir os músculos dos olhos dos dois aos sete anos de idade.
Apesar disso, nunca desenvolveu visão binocular normal, a única que permite uma visão 3D "natural". Já na meia-idade, novas lentes para os óculos e cansativos exercícios fizeram com que ela finalmente aprendesse a ver o mundo em 3D.
O resultado só pode ser descrito como uma epifania: o volante do carro parece "pular" na direção dela; de repente, ela percebe o espaço entre o garfo e o prato. "Gostaria de tirar um dia para andar por aí e OLHAR", escreve.
Outra tribo fascinante do livro é a dos cegos visuais, cujo cérebro manteve a capacidade de manipular imagens "virtuais". Entre eles, se destaca o australiano Zoltan Torey, que passou até a projetar equipamentos depois de perder a visão.

O OLHAR DA MENTE
AUTOR Oliver Sacks
TRADUÇÃO Laura Teixeira Motta
EDITORA Companhia das Letras
QUANTO R$ 44 (232 pág
s.)

21 novembro 2010

senso

..
entre o real
e o irreal,

o senso
de realidade,
..
ainda que
nos resta,
que
o perca,
..
acato,
acat,
aca,
ac,
a,
.

10 novembro 2010

motivação

se  a
 

motivação 

é antecipação do prazer, 

o que tenho
 
como  

prazer?

?