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De bem com a vida, poedeiras vivem soltas e ciscam à vontade
• 24 de maio de 2012| 17h17|
• Por Lucineia Nunes

Por Olívia Fraga
JAGUARIÚNA, SP
O segredo da felicidade das poedeiras da Yamaguishi é o amor. Amor dos criadores, tão delicados que até “batem na porta” antes de abrir a gaiola onde elas põem os ovos; amor da terra, onde ciscam à vontade das 10 da manhã às 16h da tarde, comendo minhoca, folha de bananeira, agrião e rúcula da horta; e dos galos, que ficam por ali para lhes dar segurança e prazer.
“A gente acredita no potencial desestressante do ritual reprodutivo”, filosofa Romeu Mattos Leite, um dos sócios da fazenda Yamaguishi, a pouco mais de 100 km da capital.
O veterinário defende o namoro entre galo e galinha para aliviar as tensões das poedeiras da linhagem lohmann, raça híbrida de porte altivo, parecida com galinha caipira apenas na cor das penas.
Comendo bem, de vida muito mais livre que suas colegas criadas em granja e com um macho por perto, as poedeiras passam bem. “Não têm como ser infeliz, elas vivem na vadiagem, só comem e dormem”, brinca Leite.
De bem com a vida, as galinhas têm seu espaço e não competem entre si. Por isso, não é preciso cortar seus bicos – prática disseminada na indústria para conter o canibalismo entre as aves, que as impede de comer verduras.
A Yamaguishi é das poucas fazendas de produção orgânica de ovos e hortaliças do Estado. Foi inspirada numa propriedade em Tsu, centro do Japão, onde Alam Minowa começou a trabalhar nos 90 – antes disso, ele e o irmão Isaack trabalhavam na granja do pai, em Londrina. Alan ficou tão entusiasmado com o modelo da fazenda japonesa que convenceu o irmão e o amigo de faculdade Romeu a irem visitá-lo.
A viagem virou estágio de dois anos. “Ninguém nem falava em orgânico. As pessoas diziam ‘criação de vida livre’ ou ‘humanizada’.”
Quando voltaram ao Brasil, venderam os negócios de Londrina e se fixaram na região de Campinas. “Não sabíamos o nome do que estávamos fazendo. A gente só queria produzir alimento, não mercadoria, de forma que meus filhos pudessem ter acesso a comida de qualidade”, conta Isack Minowa.
Construíram 15 galpões e aviários com lotação de 2,5 aves por m² (na criação convencional são 12 aves/m²), bebedouros distantes, teto solar, chão coberto de palha de arroz e poleiros, além de aberturas para que elas caminhem pela terra, do lado de fora, onde há árvores frutíferas. A ração de milho orgânico local é moída em quirera e misturada à soja orgânica trazida do Paraná. As galinhas comem ração à tarde, pouco antes de serem recolhidas para dormir.
As aves chegam pequeninas à fazenda, sem as mães, e são abrigadas em abas que imitam as asas da galinha e lhes dá calor. Outra diferença é que só começam a produzir a partir da 24ª semana de vida (no sistema convencional, botam antes da 18ª semana). Produzem por dois anos e depois são vendidas para abatedouros – a fazenda não tem licença da Vigilância Sanitária para abatê-las. “Dá pena, porque poderíamos vendê-las legalmente, já que são galinhas bem alimentadas e criadas, mas não temos permissão”, explica o veterinário.
Os produtores garantem que suas 12 mil galinhas não adoecem. Sua saúde é garantida pela alimentação baseada em verduras e administração de fitoterápicos, como extrato de própolis e melissa, e homeopatia, se alguma ave der sinais de fraqueza. “A dieta tem muito caroteno, que lhes dá força e garante ovos com uma gema bem escura e densa”, afirma o produtor.
“A criação convencional já entrou em colapso. Animais confinados adoecem mais e transmitem a doença para o resto da criação. Ou seja, se a indústria não der antibiótico com a ração, morrem todos”, diz Leite.
Certificada como produtor orgânico desde 2007, a Yamaguishi produz 10 mil ovos/ dia e quase não dá conta de demanda.
29 maio 2012
26 maio 2012
o ovo campeão
o sabor,
http://blogs.estadao.com.br/paladar/no-frigir-dos-ovos/
No frigir dos ovos
- 24 de maio de 2012|
- 17h15|
- Sem Comentários|
- Por Olívia Fraga
Numa primeira olhada aos ovos crus enfileirados, o tom alaranjado da gema do número 5 parecia uma declaração de vitória antecipada. A prova nem tinha começado; entretanto o entusiasmo foi indisfarçável. Tinha cara de ovo bom. Mas nada como uma degustação às cegas para comprovar (de novo) que as aparências enganam, sim, mesmo à mesa. O número 5 foi o quinto colocado, ganhou apenas daquele de gema amarela bem clarinha, o número 6. Os motivos da derrota e da vitória você pode ler ao lado.
A prova reuniu exemplares de tipo vermelho, entre marcas fáceis de encontrar no mercado e outras menos comuns, para cobrir os diferentes modos de criação. Comparamos os de granja convencional (Ito), granja não convencional, com animais livres de antibióticos (Korin), dois ovos caipiras (azul e vermelho, ambos de Promissão, SP), orgânico com galinha de linhagem ‘caipira’ (Label Rouge) e orgânico (Yamaguishi).
E que ninguém diga que o chef caprichou mais ou menos em qualquer um deles. Como se pode ver ao lado, os ovos foram fritos exatamente da mesma maneira, servidos com a gema mole e a ponta da clara crocante. Sem sal. Duas amostras de cada tipo. Quase todos estavam bons…
E que ninguém diga que o chef caprichou mais ou menos em qualquer um deles. Como se pode ver ao lado, os ovos foram fritos exatamente da mesma maneira, servidos com a gema mole e a ponta da clara crocante. Sem sal. Duas amostras de cada tipo. Quase todos estavam bons…
23 maio 2012
há as alegrias e as alegrias
alegre, contente, satisfeito...
não há o que negar isso
mas se não conhecer o conteúdo desta alegria.....
há muitos casos em que se está fazendo o outro alegrar
e se alegra com isso
com coisas momentâneas e superficiais
fica alegre e contente num momento
mas qualquer desacordo, qualquer desevença, qualquer coisa que não goste
fica com raiva, desconfia, ataca o outro....
se considerar isso
não dá pra ficar se alegrando facilmente
ficar numa boa
não há o que negar isso
mas se não conhecer o conteúdo desta alegria.....
há muitos casos em que se está fazendo o outro alegrar
e se alegra com isso
com coisas momentâneas e superficiais
fica alegre e contente num momento
mas qualquer desacordo, qualquer desevença, qualquer coisa que não goste
fica com raiva, desconfia, ataca o outro....
se considerar isso
não dá pra ficar se alegrando facilmente
ficar numa boa
26 abril 2012
o olhar direto
se não consegue
o olhar direto sobre si
o olhar direto sobre o que tem dentro de si
não tem foco
é porque está evitando?
é solitário
na verdade sente-se só
mas nem quer olhar diretamente para isto
evita
não olha
no entanto tenta entender com a cabeça
teoriza sobre si
e satisfaz com isso
e o problema continua
por que e para que
"São poucas as pessoas saudáveis a ponto de conseguir viver sem se atormentar com a necessidade de resolver, como se diz, o enigma da vida. Ou seja, são poucas as pessoas para quem a experiência concreta se justifica por si só, pela alegria de viver. A maioria precisa recorrer a crenças que digam por que e para o que estamos aqui." C.Calligaris
23 abril 2012
animais
o leão avança sobre a zebra não para se proteger, mas para se alimentar = sobrevivência
a abelha ataca o ser humano não para se alimentar, mas para se proteger = sobrevivência
ataque ou fuga
para se proteger = sobrevivência
As Crianças Aprendem O Que Vivenciam
As crianças que vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar.
As crianças que convivem com a hostilidade, aprendem a brigar.
As crianças que vivem com medo, aprendem a ser medrosas.
As crianças que convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas.
As crianças que vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas.
As crianças que convivem com a inveja, aprendem a invejar.
As crianças que vivem com vergonha, aprendem a sentir culpa.
As crianças que vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confiança em si mesmas.
As crianças que vivenciam a tolerância, aprendem a ser pacientes.
As crianças que vivenciam os elogios, aprendem a apreciar.
As crianças que vivenciam a aceitação, aprendem a amar.
As crianças que vivenciam a aprovação, aprendem a gostar de si mesmas.
As crianças que vivenciam o reconhecimento, aprendem que é bom ter um objetivo.
As crianças que vivem partilhando, aprendem o que é generosidade.
As crianças que convivem com a sinceridade, aprendem a veracidade.
As crianças que convivem com a equidade, aprendem o que é justiça.
As crianças que convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito.
As crianças que vivem com segurança, aprendem a ter confiança em si mesmas e naqueles que as cercam.
As crianças que convivem com a afabilidade e a amizade, aprendem que o mundo é um bom lugar para se viver. – Dorothy Law Nolte
18 abril 2012
memórias que nunca se apagam - anos 60 theme songs
ano: 1969
filme: Butch Cassidy and the Sundance Kid
música: Raindrops Keep Fallin' on My Head
ano: 1969
filme: Easy Rider
música: Born to be Wild
filme: Midnight Cowboy
música: Everybody's Talkin
ano: 1967
filme: A Primeira Noite de Um Homem
música: The Sound Of Silence
memórias que nunca se apagam - "circuito"
não conheço ninguém de londrina da minha época (anos 60 e anos 70) que não conheceu o "circuito", todos nós lembramos dele com muito carinho. ele era encontrado nas ruas, nas praças, nos eventos públicos, dizem que quando presidente "militar" castelo branco (urgh!!) esteve em londrina nos anos 60, único sorriso que ele deu, foi quando recebeu um "kirigami" do circuito. lembro claramente, os dias que ele vinha em casa, na chácara na BR368, fazia os "kirigamis" pra nós molecada da chácara e em troca minha mãe dava almoço. na época, ao mesmo tempo que nos alegrava com a sua arte com papel e tesoura, ele nos parecia mesmo esquisito, com as chacoalhadas que ele dava, um chilike que ele tinha, talvez um tipo de epilepsia, daí o apelido dele "circuito".
16 abril 2012
religião
天理教、大本教のように団体になってるものを宗教というが、そうでなしに各自信じてかえりみない、他を入れないもの、キメつけてこれだというものを宗教といえる。 みんな一人一人にあるやろ。自分が自分に教えてるもの。そして人にこれが正しいよと云うもの、教えるものね。この宗教定義第一やっておくこと必要と思う。
chamamos de religião, as religiões constituídas
como a igreja católica, as igrejas evangélicas
não se trata disso
trata-se da postura da crença em si próprio
que reflete, não se olha, não aceita o outro
mas fixa e define
dizendo isto é assim !
ensina de si para si
ensina para outros como sendo o correto
antes de mais nada
é necessário conceituar a religião
nesses termos
chamamos de religião, as religiões constituídas
como a igreja católica, as igrejas evangélicas
não se trata disso
trata-se da postura da crença em si próprio
que reflete, não se olha, não aceita o outro
mas fixa e define
dizendo isto é assim !
ensina de si para si
ensina para outros como sendo o correto
antes de mais nada
é necessário conceituar a religião
nesses termos
13 abril 2012
eu sinto, não sei, mas...
"sinto que existe vidas passadas"
"sinto que existe a reencarnação"
"sinto que exitem seres enteais"
"sinto a energia das pessoas que não estão aqui"
"sinto a energia dos mortos presente aqui "
"sinto que os anjos me protegem"
"sinto as energias de deus"
"sinto que ele me ama"
"sinto que ele me odeia"
"sinto que hoje vai chover"
"sinto que ele é assim assado"
"mas não sei na realidade"
mas fala, age e comporta como se soubesse
"sinto que existe a reencarnação"
"sinto que exitem seres enteais"
"sinto a energia das pessoas que não estão aqui"
"sinto a energia dos mortos presente aqui "
"sinto que os anjos me protegem"
"sinto as energias de deus"
"sinto que ele me ama"
"sinto que ele me odeia"
"sinto que hoje vai chover"
"sinto que ele é assim assado"
"mas não sei na realidade"
mas fala, age e comporta como se soubesse
11 abril 2012
o sabe de tudo um pouco
há aqueles enchem a cabeça de leituras
não há digestão
se há digestão, não há sobras
bota as sobras pra fora sem digestão
são conhecimentos mal digeridos
são vômitos mal cheirosos
há os que nem percebem
acham deliciosos os vômitos alheios
o sabe de tudo um pouco
não há digestão
se há digestão, não há sobras
bota as sobras pra fora sem digestão
são conhecimentos mal digeridos
são vômitos mal cheirosos
há os que nem percebem
acham deliciosos os vômitos alheios
o sabe de tudo um pouco
17 março 2012
uma sociedade que objetiva
※ a existência de uma vida apropriada a si,
trabalhando num posto de acordo com a capacidade e caracterítica própria
※ a existência de um sistema que não há obrigação,
nem ordens, nem restrições, sem superior nem inferior
※ a existência de uma vida cotidiana,
atuando e trabalhando com autonomia e livre vontade
※ a existência de um mecanismo organizacional,
em que há suporte mútuo, flexibilidade mútua que não produz pessoas pobres.
trabalhando num posto de acordo com a capacidade e caracterítica própria
※ a existência de um sistema que não há obrigação,
nem ordens, nem restrições, sem superior nem inferior
※ a existência de uma vida cotidiana,
atuando e trabalhando com autonomia e livre vontade
※ a existência de um mecanismo organizacional,
em que há suporte mútuo, flexibilidade mútua que não produz pessoas pobres.
aqui agora
o hoje não é simplesmente um hoje
o hoje é o que carrega o ontem,
o hoje é o que gesta o amanhã
temporalmente
esse um dia que chamo de hoje
sem o ontem
não existiria em absoluto
a existência desse eu
está na relação com todo o resto do mundo
nenhum fato, nenhuma coisa,
não há nada que não esteja relacionado comigo
isto é,
uma relação causal e ilimitada
portanto
esse eu está neste momento
no exato cruzamento do
tempo eterno
com o
espaço infinito
o hoje é o que carrega o ontem,
o hoje é o que gesta o amanhã
temporalmente
esse um dia que chamo de hoje
sem o ontem
não existiria em absoluto
a existência desse eu
está na relação com todo o resto do mundo
nenhum fato, nenhuma coisa,
não há nada que não esteja relacionado comigo
isto é,
uma relação causal e ilimitada
portanto
esse eu está neste momento
no exato cruzamento do
tempo eterno
com o
espaço infinito
24 fevereiro 2012
Que espécies humanas conviveram na pré-história?
por Fernando Tió Neto
O ser humano por definição - ou seja, o Homo sapiens, a espécie de que fazemos parte - apareceu há cerca de 200 mil anos. Na pré-história, ele conviveu por um bom tempo com duas espécies consideradas "humanas não-modernas". A primeira era o Homo neanderthalensis, ou simplesmente homem de neandertal, surgido cerca de 230 mil anos atrás e desaparecido há 28 mil anos. A segunda espécie que conviveu com o sapiens, o Homo erectus, era ainda mais primitiva: ela apareceu há 1,8 milhão de anos e sumiu há cerca de 30 mil anos. Os cientistas acreditam que tanto o sapiens quanto o neandertal sejam descendentes do Homo erectus. O grande mistério é saber por que o neandertal e o Homo erectus foram extintos, mas o sapiens continua firme e forte até hoje. Os antropólogos têm pistas para matar a charada. "O marco principal foi a revolução criativa ocorrida há 45 mil anos. A partir daí, o Homo sapiens começou a trabalhar melhor com objetos, construindo novas armas e ferramentas, criando formas rudimentares de arte e, principalmente, desenvolvendo uma linguagem", diz o especialista em antropologia biológica Walter Alves Neves, da Universidade de São Paulo (USP). No infográfico ao lado, a gente volta 45 mil anos no tempo e imagina um duelo entre o sapiens e o neandertal. Compare as espécies e veja por que só uma sobreviveu para contar história.
Uga uga fighting - Sapiens era mais frágil que o neandertal, mas ganhava a briga com suas invenções
SAPIENS
Cérebro - O volume craniano de 1 330 cm3 indica um cérebro equivalente ao nosso. Isso possibilitou que o sapiens desenvolvesse a fala e um sistema de comunicação eficiente
Armas - Além de pedras, o sapiens usava ossos para fabricar armas mais afiadas e precisas. Seu arsenal incluía lanças compridas, que o neandertal não tinha
Corpo - O sapiens pré-histórico era fisionomicamente bem parecido com a gente. Medindo cerca de 1,70 metro e pesando 70 quilos, ele era mais esguio e ágil que o neandertal
Roupas - Há indícios de que o sapiens tenha criado as primeiras agulhas, essenciais para confeccionar roupas resistentes para encarar o frio
Trabalho - Os homens caçavam, e as mulheres cuidavam de pequenas plantações e faziam artesanato. Elas saíam pouco e podiam proteger as crianças
Sociedade - O sapiens vivia em grupos grandes, com centenas de pessoas, o que ajudava na defesa das aldeias e elevava a sobrevivência nas migrações
Alimentação - O sapiens tinha um cardápio balanceado: ele não era tão dependente da carne, pois também comia vegetais, aprendendo a encontrar cada planta e a melhor época para a coleta
NEANDERTAL
Cérebro - Era praticamente do mesmo tamanho que o do sapiens. Mas os antropólogos acreditam que as áreas da fala não eram tão desenvolvidas quanto as nossas
Armas - Os neandertais também tinham machadinhas, facas e lanças. Mas como as pontas eram de pedra, elas não eram tão fáceis de construir quanto as armas de ossos do sapiens
Corpo - Medindo cerca de 1,60 metro, o neandertal era mais baixo e mais robusto que o sapiens. Os braços eram mais longos, os dentes maiores e as pernas podiam ser duas vezes mais grossas
Roupas - Feitas de peles de animais, não eram tão resistentes quanto as dos sapiens. Mas o corpo robusto do neandertal dava proteção extra contra o frio
Trabalho - Não tinha divisão bem definida. Homens e mulheres iam caçar, deixando os filhos desprotegidos. Uma em cada quatro crianças morria antes de atingir a idade adulta
Sociedade - Um grupo de neandertais tinha de 8 a 25 pessoas e era mais vulnerável a ataques externos. Para piorar, a comunicação por meio de grunhidos era pouco eficiente
Alimentação - A carne representava 85% do menu do neandertal. Sua tática de caça era primitiva e se baseava no corpo-a-corpo com os bichos, dificultando a captura das presas
24 dezembro 2011
11 dezembro 2011
gera
arte gera arte
fraternidade gera fraternidade
humanidade gera humanidade
pessoas amadas
amam pessoas
sociedade amorosa
geram pessoas amorosas
fraternidade gera fraternidade
humanidade gera humanidade
pessoas amadas
amam pessoas
sociedade amorosa
geram pessoas amorosas
16 novembro 2011
a "felicidade" e a "sensação de felicidade"
fazer acalmar, fazer silenciar o coração confuso...
fazer confortar, conformar, fazer curar o coração rude...
e então fica satisfeito com a calma e a cura obtida...
pára aí.
não deseja mais que isso
como não é viável a atividade normal
com a confusão e rudeza
por ora é necessário acalmar e curar
mas não é esse o objetivo
é algo que quer ir além
vivendo na verdade
vivendo na correição
é o viver naturalmente
é o viver na normalidade
viver a felicidade
não a sensação de felicidade
a razão do kensan
e mesmo em relação a razãoverdade
ela aparece ou desaparece
na relação temporal da causa e efeito
e o fenômeno que resulta
das combinações da causa e efeito
está sob o efeito da temporalidade
daí a necessidade do Kensan
ela aparece ou desaparece
na relação temporal da causa e efeito
e o fenômeno que resulta
das combinações da causa e efeito
está sob o efeito da temporalidade
daí a necessidade do Kensan
o ser humano
falar do fato
dizer da verdade
não consegue
tão somente
o que pensa
sobre
consegue
isso também
é o que eu
penso
e nada mais
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