15 julho 2010

「 絶対を願うもの           
  本当を願う者は
   物象界を本当の在り方にするために
   無現象界を本当の在り方に持って行かねば、
   現象を本当の在り方に持って行けない
                                               山岸巳代蔵口述   」

29 junho 2010

quem decide?

no fundo
no fundo
as decisões 
já estão tomadas 

antes 
que a 
consciência as faça

conhecer a si
siginifica
tentar
conhecer
a subconsciência

voltar os olhos
para o não aparente
tanto em mim
quanto nosoutros

13 junho 2010

アヒルの子 - O Patinho

http://ahiru-no-ko.com/
http://sayaka-ono.jugem.jp/




É o 1o. filme de Sayaka Ono (26 anos) realizado há 5 anos, junto com o término do seu curso de cinema.
O título do filme [ O Patinho ] é uma referencia à história do "Patinho Feio". 
É um documentário sobre a "família". Os 5 anos, foram o tempo necessário para maturar a estréia do filme, obtendo o aval e a permissão dos familiares.   

A personagem principal é a própria diretora que também atua no filme e retrata o seu próprio enfrentamento a cada um dos membros da sua família. 

A sua família é um típica família classe médida esclarescida, um aparente lar amoroso. 
Isso começa com a pré-escola da Vila Yamaguishi, quando ela foi "internada" aos 5 anos durante 1 ano, longe da familia, como parte da educação que seus pais desejaram para ela.
Veio carregando na subconsciência, a memória da época de que foi abandonada pelos pais.

E para que nunca mais fosse abandonada, veio se relacionando com os pais anulando a si mesma.
Veio atuando a boazinha.
O troco veio depois.
"Sou escrava da minha família". Para mudar a si mesma, ela vai a luta.
"Se não fizer isso, não posso mudar esse eu de até agora".

O grito do choro sem voz. No auge da respitação ofegante, o desepero e a sensação de não ter o chão.
Com o olhar determinado, vai explodir no outro a sua própria raiva, acumulada durante anos e anos desde a infancia.

A sua expressão é de vida ou morte.
Em lágrimas, joga todo sentimento aos da família o que nunca disse até então.
Para ela, revelar a raiva e os sentimentos ao outro, rasgando a máscara era extremamante sofrível, mais do que ficar nua em pele. Mas também necessário.

(tradução desse blog)




12 junho 2010

tempos

houve tempos
em que
vida sexual ainda sem um cunho amoroso
mulher/homem nada mais do que um(a) fêmea/macho
sob o manto discursivo da livrerdade
moviam-se secretamente/proibidamente

efeitos dos hormonios juvenis?
e agora?
transcenderam-se a si próprio?
a que deveria atribuir?

15 maio 2010

tulipas

estivemos visitanto holanda. era  primavera, fomos até keukenhof, onde anualmente fazem exposição de tulipas. (provavelmente da onde a expo-flora de holambra foi inspirada). foi uma over-dose de tulipas!!!!. cores, formatos, uniformidade, um padrão de qualidade impecável!! confesso que fiquei confuso, as cores enchendo os olhos, perdido nas sensações multicoloridas, achando tudo aquilo lindo maravilhoso  e ao mesmo tempo uma estranha noção de ser algo muito artificial, pareciam flores de plático..
http://picasaweb.google.com/alamkenjiminowa/AmsterdamKeukenhofTulipas?feat=directlink

e tem essa história da "mania da tulipa", que quasse arruniou a holanda nos anos 1.600. http://pt.wikipedia.org/wiki/Mania_das_tulipas
http://sites.google.com/site/akmreport/home/tulipas


essa quebradeira de bancos, a crise fianceira de ano passado, aconteceu igualzinho na holanda em 1637, com tulipas.

13 maio 2010

detestar

detestar a pessoa,
é porque existe de fato uma pessoa que detesto?
onde está esta pessoa?
isso se diz respeito a outra pessoa?
ou
eu é que tenho dentro de mim "uma pessoa que detesto"
é esse "eu", a questão...
não existe felicidade,
sem a resolução desse "eu".

02 maio 2010

Comida cozida ajudou a forjar evolução da humanidade



RICHARD WRANGHAM 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Wrangham
Pesquisador propõe que ancestrais do homem já modificavam alimento com o fogo há cerca de 2 milhões de anos

SE HÁ algo que torna os seres humanos criaturas únicas, diz o primatologista Richard Wrangham, da Universidade Harvard, é o ato de cozinhar. Modificar o alimento com a ajuda do fogo é uma tradição mais antiga que o próprio Homo sapiens, tendo moldado a fisiologia e o comportamento humanos, afirma ele. O sistema digestivo aproveita muito mais a energia dos alimentos cozidos, e a primeira divisão de trabalho se deu entre quem caçava e quem preparava a comida.

Tim Laman/Bloomberg

O primatologista britânico Richard Wrangham, de Harvard, autor do novo livro "Pegando Fogo"

RICARDO MIOTO
DA REPORTAGEM LOCAL
Essa é a tese de seu novo livro, "Pegando Fogo: Por que cozinhar nos tornou humanos", recém-lançado no Brasil pela editora Jorge Zahar. Embora faltem dados arqueológicos, Wrangham aposta que o hábito de cozinhar remonta a quase 2 milhões de anos atrás, era em que o Homo erectus, possível ancestral do homem, surgia na África. Confira a entrevista abaixo.
 
FOLHA - Ir a campo observar chimpanzés está saindo de moda? Ainda há o que pesquisar assim?
RICHARD WRANGHAM
 - Na verdade, mais e mais pesquisadores estão trabalhando com os chimpanzés na floresta. Além dos sítios clássicos de pesquisa (como Gombe e Mahale, na Tanzânia, Taï, na Costa do Marfim, e Kibale, em Uganda), eles estão sendo os pioneiros em novos lugares (como Fongoli, no Senegal, e Goualougo, no Congo). Fazem isso porque sabem que os chimpanzés têm muito a nos contar, mas que o tempo é curto: a cada década, mais populações e habitats desaparecem. Aparentemente existem importantes diferenças no comportamento dos animais, mas nós ainda não temos certeza sobre por que ocorrem. E nós ainda sabemos pouco sobre uma grande questão: por que chimpanzés e bonobos [espécie "hippie" que é prima do chimpanzé comum, mas é muito dócil] se comportam de maneira tão diferente -uma questão que poderia ajudar a entender por que humanos têm uma mistura ímpar de tendências pacíficas e violentas.

FOLHA - Há 13 anos, o sr. escreveu "O Macho Demoníaco", que causou polêmica ao mostrar o comportamento altamente violento dos chimpanzés, com estupros e massacres, e traçar um paralelo com humanos. Em 2010, a ideia do "bom selvagem" ainda está forte?
WRANGHAM
 - Sem dúvida esse debate vai existir por muito tempo. Mas minha impressão é que, em geral, as pessoas estão ficando mais atentas à importância da biologia na psicologia humana, incluindo a nossa tendência à violência -e as nossas interações pacíficas. Está, também, ficando mais claro que entender os chimpanzés é importante. Os filmes ajudaram a mostrar às pessoas o que acontece na floresta, então todos agora podem ter a experiência que uns poucos privilegiados como eu conseguiam ter décadas atrás.

FOLHA - A presença de pesquisadores como o sr. entre os animais não altera o comportamento deles?
WRANGHAM
 - Ao contrário de pessoas trabalhando em santuários ou em zoológicos, como um observador de campo eu não interajo com os chimpanzés: meu objetivo é ser uma sombra, sempre presente mas ignorado, nunca em contato físico ou social com eles.

FOLHA - Mas existe uma relação emocional com os bichos?
WRANGHAM
 - Eu certamente sinto falta de ficar com os chimpanzés. Fico fascinado com os indivíduos e emocionalmente envolvido com a novela das suas vidas, mas a relação que tenho com os meus objetos de estudo é diferente da relação com o meu cachorro.

FOLHA - Sobre o seu novo livro, "Pegando Fogo": o sr. diz que foram os ancestrais do homem que dominaram o fogo, e não o Homo sapiens. Mas não há evidência arqueológica de que isso tenha acontecido. Como o sr. lida com isso?
WRANGHAM
 - A questão é o quanto a "ausência de evidência" significa "evidência de ausência". Espero que mais cientistas procurem evidências de fogo há 1,8 milhão de anos [quando surgiu o Homo erectus], e que eles as encontrem! Mas os arqueólogos que acreditam que o fogo só foi controlado depois não explicam três questões: sem fogo, por que os humanos têm dentes pequenos, sistema digestivo curto e dormem no chão [com o fogo, nesse caso, tendo uma função de proteção]?

FOLHA - O quanto o sr. acha que seus livros são especulativos?
WRANGHAM
 - Tanto "O Macho Demoníaco" quanto "Pegando Fogo" apresentam ideias que são novas e, certamente, têm componentes especulativos. Mas acho que sou suficientemente claro ao dizer quais partes são bem documentadas e quais exigem mais evidências.

FOLHA - Por que Darwin ignorou que o fogo talvez fosse uma força importante na evolução humana?
WRANGHAM
 - Darwin escreveu que "a descoberta do fogo, provavelmente a maior já feita pelo homem depois da linguagem, aconteceu antes do início da história". Então ele achava que o fogo era importante. Também percebeu a importância de cozinhar. "[Com o fogo] raízes duras e fibrosas podem se tornar digeríveis, e alimentos venenosos, inócuos." Mas Darwin deu pouca atenção ao aspecto evolutivo relacionado ao fogo porque assumiu que a espécie que aprendeu a controlar o fogo já era a humana. Talvez Darwin fosse pensar mais profundamente sobre o papel do fogo se soubesse que os humanos evoluíram dos australopitecos. Mas, nos tempos de Darwin, não se sabia nada sobre as origens humanas, além da sua própria sugestão de que os humanos vinham de algum tipo de primata africano.

FOLHA - O sr. também cita Lévi-Strauss como alguém que não reparou na importância de cozinhar para a história evolutiva humana.
WRANGHAM
 - Lévi-Strauss prestou atenção no ato de cozinhar, mas não no seu significado biológico. Simplesmente nunca considerou a possibilidade de que cozinhar fazia alguma diferença. Mas dificilmente ele pode ser culpado por isso. Mesmo os nutricionistas raramente dizem que nós precisamos de comida cozida por uma questão biológica.

FOLHA - O seu livro pode ser interpretado como uma crítica a quem adota uma dieta de comida crua?
WRANGHAM
 - É um hábito que não é natural nos seres humanos, mas pode ser uma boa dieta para perder peso.

FOLHA - O senhor gosta de comida japonesa? WRANGHAM - A minha favorita é a mediterrânea.

Comida cozida ajudou a forjar evolução da humanidade

 RICHARD WRANGHAM 




Pesquisador propõe que ancestrais do homem já modificavam alimento com o fogo há cerca de 2 milhões de anos

SE HÁ algo que torna os seres humanos criaturas únicas, diz o primatologista Richard Wrangham, da Universidade Harvard, é o ato de cozinhar. Modificar o alimento com a ajuda do fogo é uma tradição mais antiga que o próprio Homo sapiens, tendo moldado a fisiologia e o comportamento humanos, afirma ele. O sistema digestivo aproveita muito mais a energia dos alimentos cozidos, e a primeira divisão de trabalho se deu entre quem caçava e quem preparava a comida.

Tim Laman/Bloomberg

O primatologista britânico Richard Wrangham, de Harvard, autor do novo livro "Pegando Fogo"

RICARDO MIOTO
DA REPORTAGEM LOCAL

Essa é a tese de seu novo livro, "Pegando Fogo: Por que cozinhar nos tornou humanos", recém-lançado no Brasil pela editora Jorge Zahar. Embora faltem dados arqueológicos, Wrangham aposta que o hábito de cozinhar remonta a quase 2 milhões de anos atrás, era em que o Homo erectus, possível ancestral do homem, surgia na África. Confira a entrevista abaixo.



 
FOLHA - Ir a campo observar chimpanzés está saindo de moda? Ainda há o que pesquisar assim?
RICHARD WRANGHAM
 - Na verdade, mais e mais pesquisadores estão trabalhando com os chimpanzés na floresta. Além dos sítios clássicos de pesquisa (como Gombe e Mahale, na Tanzânia, Taï, na Costa do Marfim, e Kibale, em Uganda), eles estão sendo os pioneiros em novos lugares (como Fongoli, no Senegal, e Goualougo, no Congo). Fazem isso porque sabem que os chimpanzés têm muito a nos contar, mas que o tempo é curto: a cada década, mais populações e habitats desaparecem. Aparentemente existem importantes diferenças no comportamento dos animais, mas nós ainda não temos certeza sobre por que ocorrem. E nós ainda sabemos pouco sobre uma grande questão: por que chimpanzés e bonobos [espécie "hippie" que é prima do chimpanzé comum, mas é muito dócil] se comportam de maneira tão diferente -uma questão que poderia ajudar a entender por que humanos têm uma mistura ímpar de tendências pacíficas e violentas.


FOLHA - Há 13 anos, o sr. escreveu "O Macho Demoníaco", que causou polêmica ao mostrar o comportamento altamente violento dos chimpanzés, com estupros e massacres, e traçar um paralelo com humanos. Em 2010, a ideia do "bom selvagem" ainda está forte?
WRANGHAM
 - Sem dúvida esse debate vai existir por muito tempo. Mas minha impressão é que, em geral, as pessoas estão ficando mais atentas à importância da biologia na psicologia humana, incluindo a nossa tendência à violência -e as nossas interações pacíficas. Está, também, ficando mais claro que entender os chimpanzés é importante. Os filmes ajudaram a mostrar às pessoas o que acontece na floresta, então todos agora podem ter a experiência que uns poucos privilegiados como eu conseguiam ter décadas atrás.


FOLHA - A presença de pesquisadores como o sr. entre os animais não altera o comportamento deles?
WRANGHAM
 - Ao contrário de pessoas trabalhando em santuários ou em zoológicos, como um observador de campo eu não interajo com os chimpanzés: meu objetivo é ser uma sombra, sempre presente mas ignorado, nunca em contato físico ou social com eles.


FOLHA - Mas existe uma relação emocional com os bichos?
WRANGHAM
 - Eu certamente sinto falta de ficar com os chimpanzés. Fico fascinado com os indivíduos e emocionalmente envolvido com a novela das suas vidas, mas a relação que tenho com os meus objetos de estudo é diferente da relação com o meu cachorro.


FOLHA - Sobre o seu novo livro, "Pegando Fogo": o sr. diz que foram os ancestrais do homem que dominaram o fogo, e não o Homo sapiens. Mas não há evidência arqueológica de que isso tenha acontecido. Como o sr. lida com isso?
WRANGHAM
 - A questão é o quanto a "ausência de evidência" significa "evidência de ausência". Espero que mais cientistas procurem evidências de fogo há 1,8 milhão de anos [quando surgiu o Homo erectus], e que eles as encontrem! Mas os arqueólogos que acreditam que o fogo só foi controlado depois não explicam três questões: sem fogo, por que os humanos têm dentes pequenos, sistema digestivo curto e dormem no chão [com o fogo, nesse caso, tendo uma função de proteção]?


FOLHA - O quanto o sr. acha que seus livros são especulativos?
WRANGHAM
 - Tanto "O Macho Demoníaco" quanto "Pegando Fogo" apresentam ideias que são novas e, certamente, têm componentes especulativos. Mas acho que sou suficientemente claro ao dizer quais partes são bem documentadas e quais exigem mais evidências.


FOLHA - Por que Darwin ignorou que o fogo talvez fosse uma força importante na evolução humana?
WRANGHAM
 - Darwin escreveu que "a descoberta do fogo, provavelmente a maior já feita pelo homem depois da linguagem, aconteceu antes do início da história". Então ele achava que o fogo era importante. Também percebeu a importância de cozinhar. "[Com o fogo] raízes duras e fibrosas podem se tornar digeríveis, e alimentos venenosos, inócuos." Mas Darwin deu pouca atenção ao aspecto evolutivo relacionado ao fogo porque assumiu que a espécie que aprendeu a controlar o fogo já era a humana. Talvez Darwin fosse pensar mais profundamente sobre o papel do fogo se soubesse que os humanos evoluíram dos australopitecos. Mas, nos tempos de Darwin, não se sabia nada sobre as origens humanas, além da sua própria sugestão de que os humanos vinham de algum tipo de primata africano.


FOLHA - O sr. também cita Lévi-Strauss como alguém que não reparou na importância de cozinhar para a história evolutiva humana.
WRANGHAM
 - Lévi-Strauss prestou atenção no ato de cozinhar, mas não no seu significado biológico. Simplesmente nunca considerou a possibilidade de que cozinhar fazia alguma diferença. Mas dificilmente ele pode ser culpado por isso. Mesmo os nutricionistas raramente dizem que nós precisamos de comida cozida por uma questão biológica.


FOLHA - O seu livro pode ser interpretado como uma crítica a quem adota uma dieta de comida crua?
WRANGHAM
 - É um hábito que não é natural nos seres humanos, mas pode ser uma boa dieta para perder peso.


FOLHA - O senhor gosta de comida japonesa? WRANGHAM - A minha favorita é a mediterrânea.

26 abril 2010

Rijks Museum



http://www.rijksmuseum.nl/
http://www.rijksmuseum.nl/attachments/QTVR/rijksmuseum_rembrandt_leerlingen.mov
um banho de historia, cultura e arte...


amsterdam 4



amsterdam 4 - enfim juntos


os programados 8 dias de estadia no japão, se reduziu a 3 dias.
foi apertado mas, enfim, resolvido os assuntos de trabalho,
de volta para amsterdam, encontrei a ines que havia partido de japão para holanda,
no mesmo dia que liberaram o vôo de holanda para japão.  

19 abril 2010

amsterdam 3 - 4o. dia



de repente, no meio da bagunça, prostíbulos ao céu aberto, bares chiquérrimos, vc entra numa ruazinha, um convento, com moradia das freiras, catedral de 1300 e tantos anos... 


16 abril 2010

amsterdam 2 - o "pum" de Eyjafjallajokull


esse vulcão com nome impronuciável "Eyjafjallajokull" resolveu fazer o "pum", resolveu peidar juso agora....




a caminho para japão...., estou aqui, em amsterdam, ok, do azedo do limão, vamo fazer limonada... vamos conhecer essa cidade que fica a 7 m abaixo do nivel do mar. vamo conhecer a historia desse porto, cheia de canais, passeio de barco, vitrine com prostitutas, maconha vendido legalmente na esquina, mistura de raças, negros, chineses, loiras, japoneusos, arabes, muçulmanos, muita cultura, comercio,


muita bicicleta, todas ruas tem ciclovia...


o passeio de barco pelos canais

por tras dessa vitrine, as profissionais mais antiga da humanidade, sempre dividias em áreas: negras, asiáticas, loiras, morenas, etc... aqui, eram negras

a bandeira rainbow... significa o mesmo em qualquer lugar...
 
esse é o derek, amigo de helio e lucas, e olha que o cara era um dos mais baixinhos dos loiros que encontrei aqui... 



helio e lucas


eu, lucas, helio, lily e katsumata. lily&katsumata também foram vítimas do "pum", acabou que, graças a hospitabiliade de helinho, acamodado no apertamento.


canais, canais, romântico? chamam isso de veneza do norte....


amsterdam


helinho vive aqui há mais de 25 anos, a metade da vida dele, fomos beber cerveja, não ia beber o óbvio heineken, ele me ofereceu um tal de Duvel...
taí, o barzinho da esquina onde se compra orégano, a escolher, vem orégano de mundo inteiro, tem a produção local, o boliviano, o turco, o paquistanês, etc..